
Correntes d’Escritas 2025: Autores Espanhóis em Destaque na Póvoa de Varzim
A 26.ª edição do festival literário Correntes d’Escritas, que decorre em fevereiro de 2025 na Póvoa de Varzim, já tem confirmadas as presenças de dois autores espanhóis de renome. Lara Moreno, autora de “Três Mulheres na Cidade”, e Antonio Monegal, que lançará o seu novo livro “O Silêncio da Guerra”, juntam-se a centenas de outros autores, editores, tradutores e leitores neste encontro emblemático da cultura portuguesa.
Lara Moreno participará num debate no dia 21, moderado por Henrique Cayatte, enquanto Antonio Monegal conversará com o público no dia 22, numa sessão moderada por Maria Flor Pedroso. O Correntes d’Escritas continua, assim, a ser um ponto de encontro essencial para a literatura em língua portuguesa e espanhola, promovendo o diálogo e a partilha entre autores e leitores.
A 26.ª edição do festival literário Correntes d’Escritas, que decorre em fevereiro de 2025 na Póvoa de Varzim, já tem confirmadas as presenças de dois autores espanhóis de renome. Lara Moreno, autora de “Três Mulheres na Cidade”, e Antonio Monegal, que lançará o seu novo livro “O Silêncio da Guerra”, juntam-se a centenas de outros autores, editores, tradutores e leitores neste encontro emblemático da cultura portuguesa.
Lara Moreno participará num debate no dia 21, moderado por Henrique Cayatte, enquanto Antonio Monegal conversará com o público no dia 22, numa sessão moderada por Maria Flor Pedroso. O Correntes d’Escritas continua, assim, a ser um ponto de encontro essencial para a literatura em língua portuguesa e espanhola, promovendo o diálogo e a partilha entre autores e leitores.

Penguin Random House Lança Clube do Livro para Jovens Adultos: YA LAB
A Penguin Random House Grupo Editorial acaba de anunciar o lançamento do YA LAB, um novo clube do livro dedicado ao público jovem adulto (Young Adult). A iniciativa, que surge em 2025, promete trazer novidades e discussões sobre o mundo da literatura YA, um género cada vez mais popular entre os jovens leitores.
O YA LAB pretende ser um espaço de encontro e partilha para os amantes de livros, oferecendo uma plataforma para descobrir novos autores, títulos e tendências. A editora, uma das maiores do país, aposta assim no crescimento deste segmento literário, que tem conquistado um público fiel e apaixonado.
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A Penguin Random House Grupo Editorial acaba de anunciar o lançamento do YA LAB, um novo clube do livro dedicado ao público jovem adulto (Young Adult). A iniciativa, que surge em 2025, promete trazer novidades e discussões sobre o mundo da literatura YA, um género cada vez mais popular entre os jovens leitores.
O YA LAB pretende ser um espaço de encontro e partilha para os amantes de livros, oferecendo uma plataforma para descobrir novos autores, títulos e tendências. A editora, uma das maiores do país, aposta assim no crescimento deste segmento literário, que tem conquistado um público fiel e apaixonado.
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Susana Romana Lança-se na Literatura Infantil com “A Fada do Nada”
Susana Romana, conhecida pelo seu trabalho como guionista, humorista e radialista, estreia-se no mundo da literatura infantil com o lançamento do álbum “A Fada do Nada”. Publicado pela editora Booksmile e ilustrado por Ana Fonseca, o livro promete encantar os mais jovens com uma história repleta de humor e magia, refletindo o desejo da autora de proporcionar momentos de diversão e riso às crianças.
Inspirada por autores como Oliver Jeffers e pela obra “A Toupeira que Queria Saber Quem lhe Fizera Aquilo na Cabeça”, Susana Romana destaca a importância de criar histórias que estimulem o apurado sentido de humor das crianças. “A Fada do Nada” surge, assim, como uma aposta em narrativas que provoquem gargalhadas genuínas, mesmo quando a história já é conhecida, demonstrando o potencial deste como um primeiro passo num promissor percurso na literatura para os mais novos.
Susana Romana, conhecida pelo seu trabalho como guionista, humorista e radialista, estreia-se no mundo da literatura infantil com o lançamento do álbum “A Fada do Nada”. Publicado pela editora Booksmile e ilustrado por Ana Fonseca, o livro promete encantar os mais jovens com uma história repleta de humor e magia, refletindo o desejo da autora de proporcionar momentos de diversão e riso às crianças.
Inspirada por autores como Oliver Jeffers e pela obra “A Toupeira que Queria Saber Quem lhe Fizera Aquilo na Cabeça”, Susana Romana destaca a importância de criar histórias que estimulem o apurado sentido de humor das crianças. “A Fada do Nada” surge, assim, como uma aposta em narrativas que provoquem gargalhadas genuínas, mesmo quando a história já é conhecida, demonstrando o potencial deste como um primeiro passo num promissor percurso na literatura para os mais novos.
Plano Nacional de Leitura reforçado com 30 novos títulos infantojuvenis
O Plano Nacional de Leitura (PNL) acaba de ser atualizado com a inclusão de 30 novos títulos infantojuvenis. A seleção, divulgada pela BOOKSMILLE, abrange uma variedade de géneros literários, desde álbuns ilustrados e novelas gráficas a clássicos, narrativas juvenis contemporâneas e livros de não-ficção.
Entre as novidades, encontram-se coleções já conhecidas do público mais jovem, garantindo assim uma oferta diversificada e apelativa para todos os gostos e idades. Com esta atualização, o PNL reforça o seu compromisso de promover a leitura e o acesso a livros de qualidade junto das crianças e jovens em Portugal.
O Plano Nacional de Leitura (PNL) acaba de ser atualizado com a inclusão de 30 novos títulos infantojuvenis. A seleção, divulgada pela BOOKSMILLE, abrange uma variedade de géneros literários, desde álbuns ilustrados e novelas gráficas a clássicos, narrativas juvenis contemporâneas e livros de não-ficção.
Entre as novidades, encontram-se coleções já conhecidas do público mais jovem, garantindo assim uma oferta diversificada e apelativa para todos os gostos e idades. Com esta atualização, o PNL reforça o seu compromisso de promover a leitura e o acesso a livros de qualidade junto das crianças e jovens em Portugal.

“A Arte de Perguntar”: Livro de Warren Berger Celebra o Dia Mundial da Filosofia
No Dia Mundial da Filosofia, que se assinala anualmente, destaca-se a importância do questionamento, não só no contexto filosófico, mas também no quotidiano. O livro “A Arte de Fazer Perguntas”, de Warren Berger, publicado pela Vogais, é uma ferramenta essencial para quem deseja aprimorar essa habilidade.
Embora o foco principal do livro seja a aplicação de perguntas na geração de ideias inovadoras, os seus ensinamentos são facilmente transponíveis para a área da educação e da filosofia. A obra de Berger é, assim, um recurso valioso para quem procura exercitar a arte de perguntar, seja em contexto individual ou de grupo, e independentemente da idade.
No Dia Mundial da Filosofia, que se assinala anualmente, destaca-se a importância do questionamento, não só no contexto filosófico, mas também no quotidiano. O livro “A Arte de Fazer Perguntas”, de Warren Berger, publicado pela Vogais, é uma ferramenta essencial para quem deseja aprimorar essa habilidade.
Embora o foco principal do livro seja a aplicação de perguntas na geração de ideias inovadoras, os seus ensinamentos são facilmente transponíveis para a área da educação e da filosofia. A obra de Berger é, assim, um recurso valioso para quem procura exercitar a arte de perguntar, seja em contexto individual ou de grupo, e independentemente da idade.

“Gosto de escrever o que me salta à cabeça…” Conheça a mente que deu vida a Pepino.
Nesta entrevista cativante com Margarida Salema d’Oliveira Martins Gagliardini Graça, a mente brilhante por trás da coleção “As Aventuras de Pepino”, mergulhamos num mundo de imaginação e diversão. Margarida, com a sua abordagem descontraída à literatura infantil, deixa claro que não há idade para apreciar uma boa história. Ela revela como sua infância repleta de aventuras a inspirou a criar Pepino, um personagem amado que cativa leitores de todas as idades.
A autora compartilha como equilibra a diversão e lições importantes nas suas histórias, ressaltando a importância de observar o mundo com bondade e atenção. Sua formação em direito e experiência em Moçambique também enriquecem e podem vir a inspirar a narrativa, tornando-a única e inspiradora. Margarida oferece dicas valiosas para jovens escritores em crescimento e dá uma espiadela emocionante nos próximos projetos de Pepino. Prepare-se para uma entrevista que é um convite a um mundo de imaginação e aprendizagem, repleto de curiosidade, alegria e aventura.
Olá, Margarida! Para começar, como é que decidiste escrever livros para crianças? O que te inspirou?
Em primeiro lugar, não acredito verdadeiramente que existam livros para crianças e livros para adultos. Obviamente a complexidade dos temas pode criar essa distinção, mas eu, quando escrevo, desejo sempre que sejam livros que possam ser lidos por crianças. Alguns dos escritores mais conhecidos escreviam dessa forma (J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis, Saint-Exupéry).
Nunca decidi propriamente escrever para crianças, aconteceu naturalmente. Como adorei a minha infância, as brincadeiras que fiz, as aventuras que tive e aquelas que sonhei ter e que existiram só na minha imaginação, tive vontade de criar livros que ajudassem as crianças a desenvolver uma imaginação rica e também que promovessem a vontade de viver as suas próprias aventuras. Claro que, para isso, é preciso estar atento ao que nos rodeia e ver como podemos brincar.
As aventuras do Pepino são muito divertidas! Como surgiu a ideia de criar um personagem tão engraçado como o Pepino?
Surgiu de repente, como a maior parte das boas ideias, penso eu. O Pepino surgiu sobretudo por causa do seu nome, que se deve a uma personagem história (fale com os seus professores para lhe explicarem a dinastia dos reis Francos chamados Pepino).
Quanto às características do Pepino, queria que se tratasse não de uma personagem principal, não um herói arrebatador, mas uma personagem que fosse transportador da história, capaz de abrir a história aos outros personagens e contá-la aos leitores.
Para isso, o Pepino devia possuir todas as características que eu considero ideais: que fosse corajoso, mas não temerário; que fosse valente, sobretudo face aos seus próprios medos; que fosse bondoso, sensato, respeitador dos mais velhos e dos mais novos; que fosse curioso e muito alegre, pois é na alegria que todas as aventuras se desvendam.
Os teus livros são educativos e ao mesmo tempo entretidos. Como consegues equilibrar a diversão com as lições que queres transmitir?
O principal aspecto é que nunca procuro transmitir uma lição apenas por transmitir. Isso acontece naturalmente com o desenrolar da história. A ideia de que com o pequeno esforço de olharmos os outros com atenção e com bondade nos ajuda a tornar o dia-a-dia mais agradável para todos é algo que me agrada e que procuro colocar em cada livro. Também sempre gostei de incluir toda a família nas aventuras e de desmistificar a velha ideia de que “grandes” são uma “seca”!
Além de escritora, és advogada e jurista. Como é que a tua formação em direito influencia o que escreves para crianças?
Esta é provavelmente a minha pergunta preferida de todas as que já me fizeram. Estudar direito e ser jurista, além de dar uma capacidade de estudo e de interpretação muito grandes, também são um local de desenvolvimento da criatividade. Além disso, também permitiu que desenvolvesse as minhas capacidades de escrita: como explicar temas que por vezes são muito complexos de forma clara e simples.
Viver em Moçambique é interessante! Como é que a tua experiência lá afeta as histórias do Pepino?
A experiência de viver em Moçambique é fantástica, mas estando cá apenas há 7 meses, essa influência ainda não se vê em nenhum dos livros do Pepino. Pode ser que nos próximos se encontre alguma referência!
As tuas histórias abordam mensagens importantes, como a curiosidade e a amizade. Como escolhes os temas que queres partilhar com os jovens leitores?
Na verdade não escolho os temas, são os temas que me escolhem. Com isto quero dizer que gosto de escrever o que me salta à cabeça, e, sobretudo, gosto de escrever para a criança e jovem que fui. Muitas vezes quando estou a escrever, penso: “eu teria gostado de ler isto, quando era pequena!”. É assim que me guio.
Sendo mãe de quatro filhos, imagino que tenhas muitas ideias. Eles influenciam as aventuras do Pepino de alguma forma?
Sem dúvida. Além de escrever para o meu eu-criança, também escrevo para eles e espero que sejam tão curiosos e aventureiros como o Pepino. Vê-los a brincar nas férias enche-me logo de ideias para o que quero fazer nos próximos livros.
Como é o teu processo criativo para inventar personagens e histórias para o Pepino?
O meu processo criativo pode ser um pouco bizarro. Ou pode ser descrito como um processo ao contrário. Primeiro penso no título do livro (ainda que possa ser adaptado no final) e uso o título como um desafio: “será que consigo fazer uma história com pés e cabeça com este título?”. Não planeio capítulos, apenas deixo a história contar-se a si mesma. Quanto às personagens, normalmente o nome salta-me logo à cabeça e depois deixo os personagens intervir na história e tento ouvir a sua voz. Devo dizer que as suas características aparecem “sozinhas”. Sou eu que os invento, mas eles têm uma vida própria!
Tens alguma dica para crianças e jovens como nós que adoram escrever e gostariam de ser escritores ou escrever melhor histórias?
Apenas duas dicas: a primeira é LER! Não se aprende a escrever sem ler, por isso ler muito, ler de tudo, ler livros que se gosta e também livros que não se gosta, ler livros gordos e magros, livros antigos, livros novos, livros portugueses e estrangeiros. Livros, peças de teatro, poesias, bandas desenhadas, ler muito!
A segunda dica é escrever! Só se aprende a escrever, escrevendo. Escrever sobre o que se gosta, mesmo que não fique bem, escrever diários, escrever histórias ou contos. Escrever muito e sem vergonhas. É um treino como outro qualquer: ninguém acerta à primeira.
Estou agora a terminar o próximo livro do Pepino e só posso dizer que vai ser emocionante e inesperado, uma aventura para toda a família!
Estou agora a terminar o próximo livro do Pepino e só posso dizer que vai ser emocionante e inesperado, uma aventura para toda a família!
Por fim, qual mensagem especial gostarias de deixar para os teus jovens leitores?
Uma mensagem muito simples, na verdade. Que leiam, que brinquem MUITO, que se divirtam no mundo da imaginação e sobretudo que saibam olhar em volta sempre com curiosidade e alegria. É nas pequenas coisas que encontramos os maiores tesouros
Nesta entrevista cativante com Margarida Salema d’Oliveira Martins Gagliardini Graça, a mente brilhante por trás da coleção “As Aventuras de Pepino”, mergulhamos num mundo de imaginação e diversão. Margarida, com a sua abordagem descontraída à literatura infantil, deixa claro que não há idade para apreciar uma boa história. Ela revela como sua infância repleta de aventuras a inspirou a criar Pepino, um personagem amado que cativa leitores de todas as idades.
A autora compartilha como equilibra a diversão e lições importantes nas suas histórias, ressaltando a importância de observar o mundo com bondade e atenção. Sua formação em direito e experiência em Moçambique também enriquecem e podem vir a inspirar a narrativa, tornando-a única e inspiradora. Margarida oferece dicas valiosas para jovens escritores em crescimento e dá uma espiadela emocionante nos próximos projetos de Pepino. Prepare-se para uma entrevista que é um convite a um mundo de imaginação e aprendizagem, repleto de curiosidade, alegria e aventura.
Olá, Margarida! Para começar, como é que decidiste escrever livros para crianças? O que te inspirou?
Em primeiro lugar, não acredito verdadeiramente que existam livros para crianças e livros para adultos. Obviamente a complexidade dos temas pode criar essa distinção, mas eu, quando escrevo, desejo sempre que sejam livros que possam ser lidos por crianças. Alguns dos escritores mais conhecidos escreviam dessa forma (J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis, Saint-Exupéry).
Nunca decidi propriamente escrever para crianças, aconteceu naturalmente. Como adorei a minha infância, as brincadeiras que fiz, as aventuras que tive e aquelas que sonhei ter e que existiram só na minha imaginação, tive vontade de criar livros que ajudassem as crianças a desenvolver uma imaginação rica e também que promovessem a vontade de viver as suas próprias aventuras. Claro que, para isso, é preciso estar atento ao que nos rodeia e ver como podemos brincar.
As aventuras do Pepino são muito divertidas! Como surgiu a ideia de criar um personagem tão engraçado como o Pepino?
Surgiu de repente, como a maior parte das boas ideias, penso eu. O Pepino surgiu sobretudo por causa do seu nome, que se deve a uma personagem história (fale com os seus professores para lhe explicarem a dinastia dos reis Francos chamados Pepino).
Quanto às características do Pepino, queria que se tratasse não de uma personagem principal, não um herói arrebatador, mas uma personagem que fosse transportador da história, capaz de abrir a história aos outros personagens e contá-la aos leitores.
Para isso, o Pepino devia possuir todas as características que eu considero ideais: que fosse corajoso, mas não temerário; que fosse valente, sobretudo face aos seus próprios medos; que fosse bondoso, sensato, respeitador dos mais velhos e dos mais novos; que fosse curioso e muito alegre, pois é na alegria que todas as aventuras se desvendam.
Os teus livros são educativos e ao mesmo tempo entretidos. Como consegues equilibrar a diversão com as lições que queres transmitir?
O principal aspecto é que nunca procuro transmitir uma lição apenas por transmitir. Isso acontece naturalmente com o desenrolar da história. A ideia de que com o pequeno esforço de olharmos os outros com atenção e com bondade nos ajuda a tornar o dia-a-dia mais agradável para todos é algo que me agrada e que procuro colocar em cada livro. Também sempre gostei de incluir toda a família nas aventuras e de desmistificar a velha ideia de que “grandes” são uma “seca”!
Além de escritora, és advogada e jurista. Como é que a tua formação em direito influencia o que escreves para crianças?
Esta é provavelmente a minha pergunta preferida de todas as que já me fizeram. Estudar direito e ser jurista, além de dar uma capacidade de estudo e de interpretação muito grandes, também são um local de desenvolvimento da criatividade. Além disso, também permitiu que desenvolvesse as minhas capacidades de escrita: como explicar temas que por vezes são muito complexos de forma clara e simples.
Viver em Moçambique é interessante! Como é que a tua experiência lá afeta as histórias do Pepino?
A experiência de viver em Moçambique é fantástica, mas estando cá apenas há 7 meses, essa influência ainda não se vê em nenhum dos livros do Pepino. Pode ser que nos próximos se encontre alguma referência!
As tuas histórias abordam mensagens importantes, como a curiosidade e a amizade. Como escolhes os temas que queres partilhar com os jovens leitores?
Na verdade não escolho os temas, são os temas que me escolhem. Com isto quero dizer que gosto de escrever o que me salta à cabeça, e, sobretudo, gosto de escrever para a criança e jovem que fui. Muitas vezes quando estou a escrever, penso: “eu teria gostado de ler isto, quando era pequena!”. É assim que me guio.
Sendo mãe de quatro filhos, imagino que tenhas muitas ideias. Eles influenciam as aventuras do Pepino de alguma forma?
Sem dúvida. Além de escrever para o meu eu-criança, também escrevo para eles e espero que sejam tão curiosos e aventureiros como o Pepino. Vê-los a brincar nas férias enche-me logo de ideias para o que quero fazer nos próximos livros.
Como é o teu processo criativo para inventar personagens e histórias para o Pepino?
O meu processo criativo pode ser um pouco bizarro. Ou pode ser descrito como um processo ao contrário. Primeiro penso no título do livro (ainda que possa ser adaptado no final) e uso o título como um desafio: “será que consigo fazer uma história com pés e cabeça com este título?”. Não planeio capítulos, apenas deixo a história contar-se a si mesma. Quanto às personagens, normalmente o nome salta-me logo à cabeça e depois deixo os personagens intervir na história e tento ouvir a sua voz. Devo dizer que as suas características aparecem “sozinhas”. Sou eu que os invento, mas eles têm uma vida própria!
Tens alguma dica para crianças e jovens como nós que adoram escrever e gostariam de ser escritores ou escrever melhor histórias?
Apenas duas dicas: a primeira é LER! Não se aprende a escrever sem ler, por isso ler muito, ler de tudo, ler livros que se gosta e também livros que não se gosta, ler livros gordos e magros, livros antigos, livros novos, livros portugueses e estrangeiros. Livros, peças de teatro, poesias, bandas desenhadas, ler muito!
A segunda dica é escrever! Só se aprende a escrever, escrevendo. Escrever sobre o que se gosta, mesmo que não fique bem, escrever diários, escrever histórias ou contos. Escrever muito e sem vergonhas. É um treino como outro qualquer: ninguém acerta à primeira.
Estou agora a terminar o próximo livro do Pepino e só posso dizer que vai ser emocionante e inesperado, uma aventura para toda a família!
Estou agora a terminar o próximo livro do Pepino e só posso dizer que vai ser emocionante e inesperado, uma aventura para toda a família!
Por fim, qual mensagem especial gostarias de deixar para os teus jovens leitores?
Uma mensagem muito simples, na verdade. Que leiam, que brinquem MUITO, que se divirtam no mundo da imaginação e sobretudo que saibam olhar em volta sempre com curiosidade e alegria. É nas pequenas coisas que encontramos os maiores tesouros

“Ler e escrever não são coisas diferentes, mas as duas partes da mesma coisa” Álvaro Magalhães, mais de 40 anos a criar histórias
Num mergulho cativante pelo imaginário infantil, Álvaro revela sua trajetória única como escritor, inicialmente destinado aos adultos, até descobrir, ao escrever para sua filha, uma paixão que lhe rendeu prêmios e uma legião de leitores juvenis. Com uma habilidade notável em transformar temas complexos em narrativas acessíveis, o autor compartilha seu segredo para a criatividade desenfreada e desvenda o processo misterioso que o leva a criar mundos que fascinam não apenas as crianças, mas também os pais e educadores.
Nesta entrevista, Álvaro não apenas revela o fascinante universo por trás de suas histórias, mas também deixa uma mensagem calorosa aos jovens leitores e aspirantes a escritores, enfatizando a importância mágica da leitura.
Álvaro, como se deu conta de que queria escrever para crianças? O que mais o atrai nesse público?
No princípio, só queria escrever para adultos. E foi o que fiz. Só comecei a escrever para a minha filha, quando ela tinha seis anos, e descobri essa vocação, pois todos os meus originais de livros para crianças ganharam prémios. Nunca mais deixei de escrever para crianças e jovens. Quando a minha filha era adolescente, escrevi uma coleção de aventuras de jovens que teve milhões de leitores e foi uma série de televisão. Chamava-se «Triângulo Jota». Os leitores dessa coleção têm agora cerca de 40 anos e alguns já têm filhos que também lêem outros meus livros.
O que mais me atrai nos leitores jovens é a curiosidade e o entusiasmo com que lêem e vivem as histórias que lhes envio.
Venceu vários prémios ao longo da sua carreira. Como se sente ao ser reconhecido desta forma pela sua escrita para crianças?
O reconhecimento é importante, para nos estimular e recompensar pelo trabalho, dá-nos alento, são uma compensação para os sacrifícios que a escrita exige.
As suas histórias são repletas de criatividade. Como consegue ter tantas ideias para os seus livros? Qual é o seu segredo?
Se tivesse um segredo, contava-o. Mas não existe. Acontece que inventar é em mim uma função natural. Escrevo como respiro, naturalmente. Por isso, estou sempre em estado de inventar, de criar. Se não o fizer, sinto-me desconfortável. Logo, para mim é fácil e, sobretudo, natural.
Muitos dos seus livros abordam temas complexos como a amizade e a família. Como consegue tornar esses temas acessíveis e interessantes para as crianças?
A literatura que faço para os mais novos trata qualquer tema que faça parte da vida das pessoas, como esses, e outros. Simplesmente, há alguns temas que pedem tratamento mais delicado e cuidadosos. Mas não tenho temas tabus na minha escrita para os mais novos. O que eles encontram na sua vida, também encontram nos meus livros.
Sabemos que é um autor muito apreciado pelos pais e educadores. Como vê o papel da literatura infantil na educação das crianças?
Nos tempos que correm, ler é um pilar fundamental da educação e da formação de qualquer jovem, mais importante do que nunca. Além de lhes proporcionar a alegria de uma outra vida, dá-lhes grandes competências, que serão muito úteis na sua vida futura, e ajuda-os a compreender o mundo em que vivem e a inserirem-se nele.
Cada um dos seus livros tem a sua própria mensagem e lição. Como escolhe os temas e os tópicos para cada história?
Procuro sempre criar histórias que prendam o leitor e o façam mergulhar com prazer nessas histórias. Essa é a primeira regra, criar um clima, capturar o leitor, mas tento também que a história atravesse ou exponha aspetos importantes da vida.
Pode partilhar algumas curiosidades sobre o processo de escrita dos seus livros? Como começa a criar uma nova história?
À medida que as ideias surgem, aponto-as num caderno e só começo a escrever a história no computador quando tenho um caderno cheio de ideias uma estrutura feita. Não posso dizer mais sobre esta parte do processo, pois ela é misteriosa. Segue-se outra fase do trabalho, que é das descrições e dos diálogos, que é uma fase muito trabalhosa, para mim, pois precisa de muitas reescritas e revisões. Escrever é essencialmente reescrever.
Como a pedagogia e a psicologia entram na equação quando escreve para crianças? Há alguma abordagem específica que segue?
Há muitos livros para crianças que têm um cariz pedagógico: ensinam coisas, da história ás boas maneiras. Mas isso não acontece com os meus livros. Penso que é um desperdício usar a literatura para ensinar, embora aprender e ensinar sejam coisas importantes. A literatura tem uma função mágica e imaginária e é apenas nessa função que eu a uso.
Já recebeu algum feedback especial de leitores jovens que tenha tocado o seu coração? Alguma história ou experiência que queira partilhar?
Tive sempre a sorte de ter muitos leitores. É isso que faz com que eu escreva sem descanso há mais de quarenta anos. Muitos me escrevem, outros me procuram e querem conhecer pessoalmente. Recebi muitos em casa e fiz amizades duradouras. Estou sempre disponível para eles. Para mim, não há nada mais importante do que os meu leitores. Sem eles, sem a sua leitura, o que seria dos meus livros? Nada. Um livro é um conjunto de palavras impressas, de símbolos mortos, mas chega o leitor e abre o livro e aquelas palavras animam-se e ganham vida. Graças a eles.
Para os jovens escritores que sonham em seguir os seus passos, que conselho lhes daria para começarem a escrever para crianças?
Já me fizeram esta pergunta mais vezes, Da última vez, respondi mais ou menos assim: primeiro é preciso ler. Aliás, ler e escrever não são coisas diferentes, mas as duas partes da mesma coisa.
Depois, há que tratar de arranjar um gato. Tê-lo por perto ajuda muito. Finalmente, pode-se experimentar a escrita e aprender com ela. Não há outro professor, não há outra escola. Aprende-se a escrever escrevendo. Mas convém ter sempre presente que escrever é um trabalho duro que exige talento, naturalmente, mas também perseverança, paciência e grande capacidade de trabalho
Uma mensagem para os leitores!
Queridos leitores e amigos. Parabéns por serem tão bons leitores e se interessarem por livros e escritores. Nunca desistam, por favor, nem quando crescerem e acharem que há coisa mais importantes para fazer. Claro que há coisas importantes para fazer, mas a leitura é uma delas. Ler, além do prazer e da alegria que causa, também faz muito por cada um de vós.
Num mergulho cativante pelo imaginário infantil, Álvaro revela sua trajetória única como escritor, inicialmente destinado aos adultos, até descobrir, ao escrever para sua filha, uma paixão que lhe rendeu prêmios e uma legião de leitores juvenis. Com uma habilidade notável em transformar temas complexos em narrativas acessíveis, o autor compartilha seu segredo para a criatividade desenfreada e desvenda o processo misterioso que o leva a criar mundos que fascinam não apenas as crianças, mas também os pais e educadores.
Nesta entrevista, Álvaro não apenas revela o fascinante universo por trás de suas histórias, mas também deixa uma mensagem calorosa aos jovens leitores e aspirantes a escritores, enfatizando a importância mágica da leitura.
Álvaro, como se deu conta de que queria escrever para crianças? O que mais o atrai nesse público?
No princípio, só queria escrever para adultos. E foi o que fiz. Só comecei a escrever para a minha filha, quando ela tinha seis anos, e descobri essa vocação, pois todos os meus originais de livros para crianças ganharam prémios. Nunca mais deixei de escrever para crianças e jovens. Quando a minha filha era adolescente, escrevi uma coleção de aventuras de jovens que teve milhões de leitores e foi uma série de televisão. Chamava-se «Triângulo Jota». Os leitores dessa coleção têm agora cerca de 40 anos e alguns já têm filhos que também lêem outros meus livros.
O que mais me atrai nos leitores jovens é a curiosidade e o entusiasmo com que lêem e vivem as histórias que lhes envio.
Venceu vários prémios ao longo da sua carreira. Como se sente ao ser reconhecido desta forma pela sua escrita para crianças?
O reconhecimento é importante, para nos estimular e recompensar pelo trabalho, dá-nos alento, são uma compensação para os sacrifícios que a escrita exige.
As suas histórias são repletas de criatividade. Como consegue ter tantas ideias para os seus livros? Qual é o seu segredo?
Se tivesse um segredo, contava-o. Mas não existe. Acontece que inventar é em mim uma função natural. Escrevo como respiro, naturalmente. Por isso, estou sempre em estado de inventar, de criar. Se não o fizer, sinto-me desconfortável. Logo, para mim é fácil e, sobretudo, natural.
Muitos dos seus livros abordam temas complexos como a amizade e a família. Como consegue tornar esses temas acessíveis e interessantes para as crianças?
A literatura que faço para os mais novos trata qualquer tema que faça parte da vida das pessoas, como esses, e outros. Simplesmente, há alguns temas que pedem tratamento mais delicado e cuidadosos. Mas não tenho temas tabus na minha escrita para os mais novos. O que eles encontram na sua vida, também encontram nos meus livros.
Sabemos que é um autor muito apreciado pelos pais e educadores. Como vê o papel da literatura infantil na educação das crianças?
Nos tempos que correm, ler é um pilar fundamental da educação e da formação de qualquer jovem, mais importante do que nunca. Além de lhes proporcionar a alegria de uma outra vida, dá-lhes grandes competências, que serão muito úteis na sua vida futura, e ajuda-os a compreender o mundo em que vivem e a inserirem-se nele.
Cada um dos seus livros tem a sua própria mensagem e lição. Como escolhe os temas e os tópicos para cada história?
Procuro sempre criar histórias que prendam o leitor e o façam mergulhar com prazer nessas histórias. Essa é a primeira regra, criar um clima, capturar o leitor, mas tento também que a história atravesse ou exponha aspetos importantes da vida.
Pode partilhar algumas curiosidades sobre o processo de escrita dos seus livros? Como começa a criar uma nova história?
À medida que as ideias surgem, aponto-as num caderno e só começo a escrever a história no computador quando tenho um caderno cheio de ideias uma estrutura feita. Não posso dizer mais sobre esta parte do processo, pois ela é misteriosa. Segue-se outra fase do trabalho, que é das descrições e dos diálogos, que é uma fase muito trabalhosa, para mim, pois precisa de muitas reescritas e revisões. Escrever é essencialmente reescrever.
Como a pedagogia e a psicologia entram na equação quando escreve para crianças? Há alguma abordagem específica que segue?
Há muitos livros para crianças que têm um cariz pedagógico: ensinam coisas, da história ás boas maneiras. Mas isso não acontece com os meus livros. Penso que é um desperdício usar a literatura para ensinar, embora aprender e ensinar sejam coisas importantes. A literatura tem uma função mágica e imaginária e é apenas nessa função que eu a uso.
Já recebeu algum feedback especial de leitores jovens que tenha tocado o seu coração? Alguma história ou experiência que queira partilhar?
Tive sempre a sorte de ter muitos leitores. É isso que faz com que eu escreva sem descanso há mais de quarenta anos. Muitos me escrevem, outros me procuram e querem conhecer pessoalmente. Recebi muitos em casa e fiz amizades duradouras. Estou sempre disponível para eles. Para mim, não há nada mais importante do que os meu leitores. Sem eles, sem a sua leitura, o que seria dos meus livros? Nada. Um livro é um conjunto de palavras impressas, de símbolos mortos, mas chega o leitor e abre o livro e aquelas palavras animam-se e ganham vida. Graças a eles.
Para os jovens escritores que sonham em seguir os seus passos, que conselho lhes daria para começarem a escrever para crianças?
Já me fizeram esta pergunta mais vezes, Da última vez, respondi mais ou menos assim: primeiro é preciso ler. Aliás, ler e escrever não são coisas diferentes, mas as duas partes da mesma coisa.
Depois, há que tratar de arranjar um gato. Tê-lo por perto ajuda muito. Finalmente, pode-se experimentar a escrita e aprender com ela. Não há outro professor, não há outra escola. Aprende-se a escrever escrevendo. Mas convém ter sempre presente que escrever é um trabalho duro que exige talento, naturalmente, mas também perseverança, paciência e grande capacidade de trabalho
Uma mensagem para os leitores!
Queridos leitores e amigos. Parabéns por serem tão bons leitores e se interessarem por livros e escritores. Nunca desistam, por favor, nem quando crescerem e acharem que há coisa mais importantes para fazer. Claro que há coisas importantes para fazer, mas a leitura é uma delas. Ler, além do prazer e da alegria que causa, também faz muito por cada um de vós.

“Os nossos livros inspiram-te a ser curioso e a experimentar coisas novas!” – Conversa com a Suricata Editora
Nesta entrevista com a Suricata Editora, vais ficar a conhecer uma pequena editora que surgiu em 2023. A Suricata nasceu da experiência de Inês Silva na agência de ilustração Illustopia e na agência literária ByRights Agency, onde trabalha na venda de direitos de obras infantojuvenis em Portugal e no estrangeiro. Com um foco claro na diversão, no humor e na experimentação, a Suricata Editora destaca-se por ser aquela que quer que a aprendizagem seja emocionante. Se és um fã de livros, curioso e queres saber como uma editora independente em Portugal está a cativar o coração das crianças, então continua a ler!
A Suricata Editora, que acabou de nascer em 2023, tem um nome inspirado nos suricatas, animais pequenos e engraçados, assim como tu. A ideia é motivar-te a seres curioso, aprender coisas novas e cuidar da tua comunidade, tal como os suricatas fazem. As sessões interativas com os autores são super divertidas e são uma maneira especial de te envolveres e tornares a aprendizagem uma aventura.
O compromisso da Suricata com a inclusão e a diversidade é o máximo. Eles dão oportunidade a autores que têm histórias importantes para partilhar. E não te esqueças, a Suricata Editora tem planos de chegar a mais crianças e tornar o aprendizado ainda mais emocionante. Esta entrevista vai revelar-te o emocionante mundo da Suricata Editora, onde a diversão e a aprendizagem andam de mãos dadas.
Pode partilhar mais informações sobre a origem e o significado do nome “Suricata” para a editora?
Todos sabemos que as crianças e os adolescentes têm, na maioria, um carinho especial pelos animais. E, tratando-se de uma editora que se dirige a esse público-alvo, pareceu-nos que faria sentido adotar o nome de um animal como designação da editora. Pensámos logo nos suricatas, porque são animais incríveis: são pequenos e engraçados; sempre cheios de curiosidade, mesmo em idade adulta; vivem em grupo, ajudando-se uns aos outros; têm uma linguagem própria e estão sempre prontos para aprender e ensinar coisas novas. Por isso, decidimos chamar “Suricata” à nossa editora pois queremos que os nossos livros inspirem os nossos leitores a ser curiosos e a pensar de forma crítica, a terem noção de comunidade, a aceitar/incluir os outros, a estarem sempre prontos para aprender e a experimentar coisas novas!
Qual é a missão da Suricata no que diz respeito à literatura infantil e à promoção da diversidade e inclusão, e como isso a diferencia das outras editoras?
A missão da Suricata Editora é: publicar livros ilustrados, destinados a um público infantojuvenil, que propiciem aprendizagens através da experimentação, da diversão e/ou do humor.
Pretendemos dar voz a autores, que até podem ser desconhecidos ou menos conhecidos em Portugal, o que constitui outra forma de inclusão 😊, e que tenham desenvolvido obras infantojuvenis que nos ajudem a cumprir esta missão.
Consideramos que este posicionamento poderá ser diferenciador porque existem muitos livros que apenas pretendem ensinar, sem incluir experimentação/diversão/humor, esquecendo que estes são ingredientes fundamentais para potenciar e consolidar a aprendizagem.
Como a editora Suricata seleciona os temas e tópicos para os seus livros infantis?
Em linhas gerais, os tópicos dos livros estão relacionados com o que queremos inspirar nos nossos leitores, como referi antes, sendo o humor/diversão transversal a todos eles:
– Nos livros de “não ficção” privilegiamos livros que ensinem pela experimentação. Como no livro “A Ciência das Coisas” que introduz a química a crianças com idades de 7+, altura em que estão longe de ter contato com esta disciplina, e que propõe algumas experiências a serem realizadas com materiais muito fáceis de arranjar em casa, num supermercado, numa drogaria, etc..
– Nos livros de “ficção” privilegiamos livros sobre a inclusão social, a aceitação da diversidade, a amizade e entreajuda, a ecologia e a responsabilidade social, o desenvolvimento emocional.
Qual é a linha editorial da editora Suricata e como se distingue das outras editoras, grupos e chancelas em Portugal, particularmente no seu tema de destaque?
A linha editorial da Suricata define-se pela conjugação entre o público-alvo, o tipo de livros e os tópicos anteriormente mencionados.
A Suricata Editora, começa por se diferenciar de outras editoras por se tratar de uma editora de autor, ou seja, existe uma parceria entre a editora e os autores para a edição e publicação dos respetivos livros. Para além disso, a Suricata pretende dar voz a autores desconhecidos ou menos conhecidos, o que constitui um risco que muitas editoras não estão dispostas a correr.
Pode fornecer detalhes sobre os autores responsáveis pelos dois livros infantis publicados pela Suricata?
O Bernardo Albuquerque Nogueira, autor do livro “A Ciência das Coisas”, doutorou-se em química, na Universidade de Coimbra, e fundou uma empresa universitária – a Molecular – onde se dedicou à divulgação científica junto de um público infantojuvenil, adquirindo uma vasta e relevante experiência nesta área. Este foi o primeiro livro que publicou.
O Ricardo Monis, autor do livro “Ricky”, é licenciado em Sociologia no ISCTE e trabalha na consultora Accenture. Por sofrer de atrofia muscular, anda numa cadeira de rodas desde os seus 4 anos de idade. Aos 24 anos constatou que, em criança, nunca tinha lido um livro em que a personagem principal estivesse numa cadeira de rodas, o que o impulsionou a escrever o “Ricky”. E este foi o primeiro livro que publicou.
Os livros da Suricata estão disponíveis apenas localmente no Porto, ou eles podem ser encontrados em todo o país?
Os livros podem ser encontrados em qualquer livraria em Portugal e também online (Wook, Bertrand, etc. e, em breve, no nosso site).
De que forma a editora Suricata se envolve com o público leitor, especialmente crianças e escolas?
Temos estado em contato com várias escolas (públicas e privadas), livrarias, bibliotecas, etc. para marcar sessões e oficinas com os autores. Desenhamos estas sessões para que sejam o mais participativas possível. Por exemplo, nas sessões do livro “A Ciência das Coisas”, fazemos experiências científicas com as crianças – os nossos mini suricatas.
Quais são os desafios e recompensas de operar como uma editora independente em Portugal?
Os desafios são muitos: restrições financeiras; forte concorrência; impossibilidade de aceder a um orçamento de marketing como o dos grandes grupos de edição; sobreviver num mercado onde se tem verificado uma crescente concentração de chancelas editoriais sob grupos editoriais; etc. Mas também há recompensas: a de criar algo de raiz e fazer crescer; ver as nossas apostas editorias serem bem recebidas pelo público-alvo; conseguir gerar receitas para continuar a investir em novos livros e projetos; etc.
Existem planos futuros para expandir o catálogo da Suricata e incluir outros géneros literários além da literatura infantil?
A curto/médio prazo, está fora dos nossos planos incluir outros géneros literários no nosso catálogo. Acreditamos que as editoras pequenas não se devem dispersar num mercado tão competitivo, mas antes especializar.
Como a Suricata promove a cultura e a literatura locais na sua cidade e país de origem?
Dado nosso pouco tempo de vida (três meses), ainda não há muito (senão tudo!) por fazer neste âmbito.
Planeamos continuar a publicar livros de autores/ilustradores locais/nacionais e internacionais, que nos permitam aceder a outras narrativas visuais e literárias, promovendo o intercâmbio e a diversidade cultural na literatura infantil.
Gostaríamos de promover atividades em espaços públicos, como Bibliotecas, em eventos, etc.. E, a médio prazo, poder investir em meios multimédia e de edição digital, para chegar ainda a mais leitores.
Qual é a mensagem ou o impacto que a Suricata pretende transmitir através dos seus livros infantis?
Pretendemos transmitir que o humor/diversão e experimentação potenciam a aprendizagem. E, por meio desta, esperamos contribuir para a formação de cidadãos esclarecidos, tolerantes, responsáveis, com espírito crítico, socialmente ativos, etc.
A editora Suricata está envolvida em projetos ou parcerias com a comunidade local ou outras organizações culturais que a diferenciem das demais?
A edição dos nossos livros beneficiou do apoio de uma câmara municipal, de associações, de empresas, etc. com as quais pretendemos fazer um trabalho continuado de divulgação e de realização de atividades.
No caso do livro “A Ciência das Coisas” temos tido uma adoção crescente por parte dos Centros de Ciência Viva, com os quais planeamos também organizar atividades.
Quais os planos futuros a medio e longo prazo para a editora?
No médio prazo, temos como objetivo chegar aos nossos potenciais leitores e consolidar uma relação com os mesmos. Passo a passo, gostaríamos de continuar a investir noutros livros, noutros suportes de edição (digital, por exemplo) e, quem sabe, noutros mercados…
Nesta entrevista com a Suricata Editora, vais ficar a conhecer uma pequena editora que surgiu em 2023. A Suricata nasceu da experiência de Inês Silva na agência de ilustração Illustopia e na agência literária ByRights Agency, onde trabalha na venda de direitos de obras infantojuvenis em Portugal e no estrangeiro. Com um foco claro na diversão, no humor e na experimentação, a Suricata Editora destaca-se por ser aquela que quer que a aprendizagem seja emocionante. Se és um fã de livros, curioso e queres saber como uma editora independente em Portugal está a cativar o coração das crianças, então continua a ler!
A Suricata Editora, que acabou de nascer em 2023, tem um nome inspirado nos suricatas, animais pequenos e engraçados, assim como tu. A ideia é motivar-te a seres curioso, aprender coisas novas e cuidar da tua comunidade, tal como os suricatas fazem. As sessões interativas com os autores são super divertidas e são uma maneira especial de te envolveres e tornares a aprendizagem uma aventura.
O compromisso da Suricata com a inclusão e a diversidade é o máximo. Eles dão oportunidade a autores que têm histórias importantes para partilhar. E não te esqueças, a Suricata Editora tem planos de chegar a mais crianças e tornar o aprendizado ainda mais emocionante. Esta entrevista vai revelar-te o emocionante mundo da Suricata Editora, onde a diversão e a aprendizagem andam de mãos dadas.
Pode partilhar mais informações sobre a origem e o significado do nome “Suricata” para a editora?
Todos sabemos que as crianças e os adolescentes têm, na maioria, um carinho especial pelos animais. E, tratando-se de uma editora que se dirige a esse público-alvo, pareceu-nos que faria sentido adotar o nome de um animal como designação da editora. Pensámos logo nos suricatas, porque são animais incríveis: são pequenos e engraçados; sempre cheios de curiosidade, mesmo em idade adulta; vivem em grupo, ajudando-se uns aos outros; têm uma linguagem própria e estão sempre prontos para aprender e ensinar coisas novas. Por isso, decidimos chamar “Suricata” à nossa editora pois queremos que os nossos livros inspirem os nossos leitores a ser curiosos e a pensar de forma crítica, a terem noção de comunidade, a aceitar/incluir os outros, a estarem sempre prontos para aprender e a experimentar coisas novas!
Qual é a missão da Suricata no que diz respeito à literatura infantil e à promoção da diversidade e inclusão, e como isso a diferencia das outras editoras?
A missão da Suricata Editora é: publicar livros ilustrados, destinados a um público infantojuvenil, que propiciem aprendizagens através da experimentação, da diversão e/ou do humor.
Pretendemos dar voz a autores, que até podem ser desconhecidos ou menos conhecidos em Portugal, o que constitui outra forma de inclusão 😊, e que tenham desenvolvido obras infantojuvenis que nos ajudem a cumprir esta missão.
Consideramos que este posicionamento poderá ser diferenciador porque existem muitos livros que apenas pretendem ensinar, sem incluir experimentação/diversão/humor, esquecendo que estes são ingredientes fundamentais para potenciar e consolidar a aprendizagem.
Como a editora Suricata seleciona os temas e tópicos para os seus livros infantis?
Em linhas gerais, os tópicos dos livros estão relacionados com o que queremos inspirar nos nossos leitores, como referi antes, sendo o humor/diversão transversal a todos eles:
– Nos livros de “não ficção” privilegiamos livros que ensinem pela experimentação. Como no livro “A Ciência das Coisas” que introduz a química a crianças com idades de 7+, altura em que estão longe de ter contato com esta disciplina, e que propõe algumas experiências a serem realizadas com materiais muito fáceis de arranjar em casa, num supermercado, numa drogaria, etc..
– Nos livros de “ficção” privilegiamos livros sobre a inclusão social, a aceitação da diversidade, a amizade e entreajuda, a ecologia e a responsabilidade social, o desenvolvimento emocional.
Qual é a linha editorial da editora Suricata e como se distingue das outras editoras, grupos e chancelas em Portugal, particularmente no seu tema de destaque?
A linha editorial da Suricata define-se pela conjugação entre o público-alvo, o tipo de livros e os tópicos anteriormente mencionados.
A Suricata Editora, começa por se diferenciar de outras editoras por se tratar de uma editora de autor, ou seja, existe uma parceria entre a editora e os autores para a edição e publicação dos respetivos livros. Para além disso, a Suricata pretende dar voz a autores desconhecidos ou menos conhecidos, o que constitui um risco que muitas editoras não estão dispostas a correr.
Pode fornecer detalhes sobre os autores responsáveis pelos dois livros infantis publicados pela Suricata?
O Bernardo Albuquerque Nogueira, autor do livro “A Ciência das Coisas”, doutorou-se em química, na Universidade de Coimbra, e fundou uma empresa universitária – a Molecular – onde se dedicou à divulgação científica junto de um público infantojuvenil, adquirindo uma vasta e relevante experiência nesta área. Este foi o primeiro livro que publicou.
O Ricardo Monis, autor do livro “Ricky”, é licenciado em Sociologia no ISCTE e trabalha na consultora Accenture. Por sofrer de atrofia muscular, anda numa cadeira de rodas desde os seus 4 anos de idade. Aos 24 anos constatou que, em criança, nunca tinha lido um livro em que a personagem principal estivesse numa cadeira de rodas, o que o impulsionou a escrever o “Ricky”. E este foi o primeiro livro que publicou.
Os livros da Suricata estão disponíveis apenas localmente no Porto, ou eles podem ser encontrados em todo o país?
Os livros podem ser encontrados em qualquer livraria em Portugal e também online (Wook, Bertrand, etc. e, em breve, no nosso site).
De que forma a editora Suricata se envolve com o público leitor, especialmente crianças e escolas?
Temos estado em contato com várias escolas (públicas e privadas), livrarias, bibliotecas, etc. para marcar sessões e oficinas com os autores. Desenhamos estas sessões para que sejam o mais participativas possível. Por exemplo, nas sessões do livro “A Ciência das Coisas”, fazemos experiências científicas com as crianças – os nossos mini suricatas.
Quais são os desafios e recompensas de operar como uma editora independente em Portugal?
Os desafios são muitos: restrições financeiras; forte concorrência; impossibilidade de aceder a um orçamento de marketing como o dos grandes grupos de edição; sobreviver num mercado onde se tem verificado uma crescente concentração de chancelas editoriais sob grupos editoriais; etc. Mas também há recompensas: a de criar algo de raiz e fazer crescer; ver as nossas apostas editorias serem bem recebidas pelo público-alvo; conseguir gerar receitas para continuar a investir em novos livros e projetos; etc.
Existem planos futuros para expandir o catálogo da Suricata e incluir outros géneros literários além da literatura infantil?
A curto/médio prazo, está fora dos nossos planos incluir outros géneros literários no nosso catálogo. Acreditamos que as editoras pequenas não se devem dispersar num mercado tão competitivo, mas antes especializar.
Como a Suricata promove a cultura e a literatura locais na sua cidade e país de origem?
Dado nosso pouco tempo de vida (três meses), ainda não há muito (senão tudo!) por fazer neste âmbito.
Planeamos continuar a publicar livros de autores/ilustradores locais/nacionais e internacionais, que nos permitam aceder a outras narrativas visuais e literárias, promovendo o intercâmbio e a diversidade cultural na literatura infantil.
Gostaríamos de promover atividades em espaços públicos, como Bibliotecas, em eventos, etc.. E, a médio prazo, poder investir em meios multimédia e de edição digital, para chegar ainda a mais leitores.
Qual é a mensagem ou o impacto que a Suricata pretende transmitir através dos seus livros infantis?
Pretendemos transmitir que o humor/diversão e experimentação potenciam a aprendizagem. E, por meio desta, esperamos contribuir para a formação de cidadãos esclarecidos, tolerantes, responsáveis, com espírito crítico, socialmente ativos, etc.
A editora Suricata está envolvida em projetos ou parcerias com a comunidade local ou outras organizações culturais que a diferenciem das demais?
A edição dos nossos livros beneficiou do apoio de uma câmara municipal, de associações, de empresas, etc. com as quais pretendemos fazer um trabalho continuado de divulgação e de realização de atividades.
No caso do livro “A Ciência das Coisas” temos tido uma adoção crescente por parte dos Centros de Ciência Viva, com os quais planeamos também organizar atividades.
Quais os planos futuros a medio e longo prazo para a editora?
No médio prazo, temos como objetivo chegar aos nossos potenciais leitores e consolidar uma relação com os mesmos. Passo a passo, gostaríamos de continuar a investir noutros livros, noutros suportes de edição (digital, por exemplo) e, quem sabe, noutros mercados…

** Escritor Divertido Responde a Perguntas Super Curiosas de um Miúdo de 8 Anos! **
**
“`html
Sabes aquelas perguntas que fazes aos teus pais e eles às vezes não sabem responder? Um menino chamado Gabriel, que tem 8 anos como tu, fez perguntas muito fixes a um senhor que escreve livros, o Philip Bunting. Ele escreve livros sobre coisas como micróbios, macacos e até pombos!
O Philip não só respondeu às perguntas do Gabriel, como também achou as perguntas dele o máximo! E ainda fez outras perguntas ao Gabriel, para ele pensar mais um bocadinho. É como uma conversa super divertida sobre ciência e coisas da natureza. E a pergunta mais fixe de todas: qual é a parte mais importante de quando a água viaja e vira chuva? O Philip tem a resposta!
“`
**Explicação (para um miúdo de 8 anos):**
Imagina que a água é como um comboio que anda sempre a dar voltas. Sai da estação (o mar, os rios), sobe para as nuvens, depois cai como chuva e volta para a estação! O Philip Bunting é um escritor que adora estas coisas e explicou tudo a um menino da tua idade! Ele até achou as perguntas dele muito boas!
**
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Sabes aquelas perguntas que fazes aos teus pais e eles às vezes não sabem responder? Um menino chamado Gabriel, que tem 8 anos como tu, fez perguntas muito fixes a um senhor que escreve livros, o Philip Bunting. Ele escreve livros sobre coisas como micróbios, macacos e até pombos!
O Philip não só respondeu às perguntas do Gabriel, como também achou as perguntas dele o máximo! E ainda fez outras perguntas ao Gabriel, para ele pensar mais um bocadinho. É como uma conversa super divertida sobre ciência e coisas da natureza. E a pergunta mais fixe de todas: qual é a parte mais importante de quando a água viaja e vira chuva? O Philip tem a resposta!
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**Explicação (para um miúdo de 8 anos):**
Imagina que a água é como um comboio que anda sempre a dar voltas. Sai da estação (o mar, os rios), sobe para as nuvens, depois cai como chuva e volta para a estação! O Philip Bunting é um escritor que adora estas coisas e explicou tudo a um menino da tua idade! Ele até achou as perguntas dele muito boas!

**Booksmile Oferece Portes Grátis em Compras Acima de 25€**
A Booksmile, uma chancela da Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda., anunciou uma nova promoção para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras online superiores a 25€ terão direito a portes de envio gratuitos, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas.
Esta iniciativa, válida para o ano de 2025, visa facilitar o acesso aos livros e incentivar a leitura em todo o país. A Booksmile, cujos direitos estão todos reservados, reforça assim o seu compromisso com a promoção da cultura e da literatura, contando com o apoio da Make It Digital para o desenvolvimento desta campanha.
A Booksmile, uma chancela da Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda., anunciou uma nova promoção para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras online superiores a 25€ terão direito a portes de envio gratuitos, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas.
Esta iniciativa, válida para o ano de 2025, visa facilitar o acesso aos livros e incentivar a leitura em todo o país. A Booksmile, cujos direitos estão todos reservados, reforça assim o seu compromisso com a promoção da cultura e da literatura, contando com o apoio da Make It Digital para o desenvolvimento desta campanha.

**Ciência e Criatividade em Competição: Escolas Desafiadas em Novo Campeonato**
A 5.ª edição do Campeonato de Ciência e Escrita Criativa já arrancou, prometendo mais um ano de descobertas e imaginação. Com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares, do Plano Nacional de Leitura e da Ciência Viva, a iniciativa convida as escolas a participar até 28 de março de 2025, esperando superar o sucesso das edições anteriores.
Inspirado na coleção “O Clube dos Cientistas”, da autora Maria Francisca Macedo, reconhecida pelo seu contributo para a Educação e Sustentabilidade, o campeonato visa estimular a paixão pela ciência e pela escrita nos jovens. A maioria dos livros da coleção é recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, reforçando a qualidade e relevância da iniciativa para o desenvolvimento dos alunos.
A 5.ª edição do Campeonato de Ciência e Escrita Criativa já arrancou, prometendo mais um ano de descobertas e imaginação. Com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares, do Plano Nacional de Leitura e da Ciência Viva, a iniciativa convida as escolas a participar até 28 de março de 2025, esperando superar o sucesso das edições anteriores.
Inspirado na coleção “O Clube dos Cientistas”, da autora Maria Francisca Macedo, reconhecida pelo seu contributo para a Educação e Sustentabilidade, o campeonato visa estimular a paixão pela ciência e pela escrita nos jovens. A maioria dos livros da coleção é recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, reforçando a qualidade e relevância da iniciativa para o desenvolvimento dos alunos.

**Mariajo Ilustrajo: Da Aversão à Paixão pelos Livros, Uma Jornada Ilustrada**
A ilustradora espanhola Mariajo Ilustrajo, premiada internacionalmente pelo seu álbum de estreia “A Inundação”, revela uma nova faceta da sua experiência pessoal com a obra “Eu (Odeio) Adoro Livros”. Inspirada pela sua própria infância, marcada por uma certa resistência à leitura, Mariajo transporta-nos para uma viagem onde a relação com os livros se transforma de aversão em paixão.
Conhecida pela sua abordagem subtil e sofisticada, como se viu em “A Inundação” – uma fábula distópica sobre alterações climáticas – e em “Perdido”, que reflete a sua mudança para o Reino Unido, Mariajo Ilustrajo afirma não se considerar uma escritora, mas sim uma criadora de histórias através de imagens. Com “Eu (Odeio) Adoro Livros”, a autora explora a ideia de que existe um livro certo para cada pessoa, mesmo para aqueles que, inicialmente, não se sentem atraídos pela leitura.
A ilustradora espanhola Mariajo Ilustrajo, premiada internacionalmente pelo seu álbum de estreia “A Inundação”, revela uma nova faceta da sua experiência pessoal com a obra “Eu (Odeio) Adoro Livros”. Inspirada pela sua própria infância, marcada por uma certa resistência à leitura, Mariajo transporta-nos para uma viagem onde a relação com os livros se transforma de aversão em paixão.
Conhecida pela sua abordagem subtil e sofisticada, como se viu em “A Inundação” – uma fábula distópica sobre alterações climáticas – e em “Perdido”, que reflete a sua mudança para o Reino Unido, Mariajo Ilustrajo afirma não se considerar uma escritora, mas sim uma criadora de histórias através de imagens. Com “Eu (Odeio) Adoro Livros”, a autora explora a ideia de que existe um livro certo para cada pessoa, mesmo para aqueles que, inicialmente, não se sentem atraídos pela leitura.

**Mariajo Ilustrajo: Da Aversão à Paixão pelos Livros, Uma Jornada Ilustrada**
A ilustradora espanhola Mariajo Ilustrajo, premiada internacionalmente pelo seu álbum de estreia “A Inundação”, revela uma nova faceta da sua experiência pessoal com a obra “Eu (Odeio) Adoro Livros”. Inspirada pela sua própria infância, marcada por uma certa resistência à leitura, Mariajo transporta-nos para uma viagem onde a relação com os livros se transforma de aversão em paixão.
Conhecida pela sua abordagem subtil e sofisticada, como se viu em “A Inundação” – uma fábula distópica sobre alterações climáticas – e em “Perdido”, que reflete a sua mudança para o Reino Unido, Mariajo Ilustrajo afirma não se considerar uma escritora, mas sim uma criadora de histórias através de imagens. Com “Eu (Odeio) Adoro Livros”, a autora explora a ideia de que existe um livro certo para cada pessoa, mesmo para aqueles que, inicialmente, não se sentem atraídos pela leitura.
A ilustradora espanhola Mariajo Ilustrajo, premiada internacionalmente pelo seu álbum de estreia “A Inundação”, revela uma nova faceta da sua experiência pessoal com a obra “Eu (Odeio) Adoro Livros”. Inspirada pela sua própria infância, marcada por uma certa resistência à leitura, Mariajo transporta-nos para uma viagem onde a relação com os livros se transforma de aversão em paixão.
Conhecida pela sua abordagem subtil e sofisticada, como se viu em “A Inundação” – uma fábula distópica sobre alterações climáticas – e em “Perdido”, que reflete a sua mudança para o Reino Unido, Mariajo Ilustrajo afirma não se considerar uma escritora, mas sim uma criadora de histórias através de imagens. Com “Eu (Odeio) Adoro Livros”, a autora explora a ideia de que existe um livro certo para cada pessoa, mesmo para aqueles que, inicialmente, não se sentem atraídos pela leitura.

**Penguin Random House: Novidades Literárias para Todos os Gostos no Primeiro Semestre de 2025**
A Penguin Random House anunciou as suas novidades literárias para o primeiro semestre de 2025, prometendo uma vasta seleção de géneros, origens e formatos para agradar a todos os tipos de leitores. A editora Alfaguara destaca-se com o aguardado regresso de Elizabeth Strout, num romance que une as personagens Olive Kitteridge e Lucy Barton.
O catálogo da Alfaguara também acolhe dois novos autores, Virginia Tangvald e Andrea Bajani, e apresenta novas obras de autores já consagrados como Virginia Feito, Jamaica Kincaid, Fleur Jaeggy e Leïla Slimani. A editora continua ainda a edição da obra de James Baldwin, reforçando o seu compromisso com a diversidade literária.
A Penguin Random House anunciou as suas novidades literárias para o primeiro semestre de 2025, prometendo uma vasta seleção de géneros, origens e formatos para agradar a todos os tipos de leitores. A editora Alfaguara destaca-se com o aguardado regresso de Elizabeth Strout, num romance que une as personagens Olive Kitteridge e Lucy Barton.
O catálogo da Alfaguara também acolhe dois novos autores, Virginia Tangvald e Andrea Bajani, e apresenta novas obras de autores já consagrados como Virginia Feito, Jamaica Kincaid, Fleur Jaeggy e Leïla Slimani. A editora continua ainda a edição da obra de James Baldwin, reforçando o seu compromisso com a diversidade literária.

**Penguin, Alfaguara e Elsinore dominam lista dos melhores livros de 2024**
A editora Penguin lidera a lista dos melhores livros de 2024, com 17 títulos aclamados pela crítica e pelo público. A seleção abrange diversos géneros literários, desde o romance à autoficção, passando pelo ensaio, poesia e novela gráfica. A Alfaguara também se destaca com dois romances de peso: “Vénus Africana” de Marie NDiaye, vencedora do Prémio Goncourt, e “O Coelho Saltitão”, a poderosa estreia de Tess Gunty, que conquistou o National Book Award.
A Elsinore, por sua vez, deu que falar com a autoficção. A editora apostou na estreia da portuguesa Rita Canas Mendes, nomeada para o Prémio Wook Novos Autores, e no romance autobiográfico “Vista Chinesa”, de Tatiana Salem Levy. A Elsinore também publicou o novo livro de Fernanda Melchor, vencedora do prémio literário do festival Correntes d’Escritas, e “Sapiens – O Nascimento da Humanidade Vol. 2”, de Yuval Noah Harari, que continua a explorar o impacto da Inteligência Artificial no futuro da humanidade.
A editora Penguin lidera a lista dos melhores livros de 2024, com 17 títulos aclamados pela crítica e pelo público. A seleção abrange diversos géneros literários, desde o romance à autoficção, passando pelo ensaio, poesia e novela gráfica. A Alfaguara também se destaca com dois romances de peso: “Vénus Africana” de Marie NDiaye, vencedora do Prémio Goncourt, e “O Coelho Saltitão”, a poderosa estreia de Tess Gunty, que conquistou o National Book Award.
A Elsinore, por sua vez, deu que falar com a autoficção. A editora apostou na estreia da portuguesa Rita Canas Mendes, nomeada para o Prémio Wook Novos Autores, e no romance autobiográfico “Vista Chinesa”, de Tatiana Salem Levy. A Elsinore também publicou o novo livro de Fernanda Melchor, vencedora do prémio literário do festival Correntes d’Escritas, e “Sapiens – O Nascimento da Humanidade Vol. 2”, de Yuval Noah Harari, que continua a explorar o impacto da Inteligência Artificial no futuro da humanidade.

A RECLICAGEM ENCONTRA-SE COM A MÚSICA NAS HISTÓRIAS FIADAS
A autora Vanda Costa contou a história d’”A viagem do Senhor Pneu” na sessão de dia 9 de março do Histórias Fiadas da Biblioteca da Maia. Não veio sozinha e consigo trouxe para além do Senhor Pneu mais 5 objectos abandonados na rua e Paulo Ferreira para a acompanhar à viola. Vanda conta a história muito animadamente para que todas as crianças fiquem felizes e percebam podem ajudar a salvar o planeta.
Um livro que ensina as crianças a cuidar do ambiente através de um pneu viajante. É esta a proposta de “A Viagem do Senhor Pneu”, uma obra da educadora Vanda Costa, ilustrada por Cjany, que faz parte do projeto Jardim D’Areia, premiado pela Valorpneu em 2018.
O livro conta a história de um pneu que decide explorar os caminhos de Portugal e se depara com vários resíduos que poluem a natureza. Com humor e imaginação, o pneu vai interagindo com os diferentes objetos e mostrando aos leitores a importância da reciclagem e da preservação do planeta.
Vanda Costa é formada pela Universidade de Coimbra e tem uma vasta experiência como educadora de infância. Desde 2018, é coordenadora técnica e pedagógica da Jardim D’Areia, uma entidade que promove a educação ambiental e a sustentabilidade através de atividades lúdicas e pedagógicas, utilizando materiais reutilizados e reciclados. O projeto Jardim D’Areia foi um dos vencedores do Prémio Inov.Ação Valorpneu 2018 na categoria Comunidade e Educação, reconhecendo o seu mérito e impacto social.
A autora Vanda Costa contou a história d’”A viagem do Senhor Pneu” na sessão de dia 9 de março do Histórias Fiadas da Biblioteca da Maia. Não veio sozinha e consigo trouxe para além do Senhor Pneu mais 5 objectos abandonados na rua e Paulo Ferreira para a acompanhar à viola. Vanda conta a história muito animadamente para que todas as crianças fiquem felizes e percebam podem ajudar a salvar o planeta.
Um livro que ensina as crianças a cuidar do ambiente através de um pneu viajante. É esta a proposta de “A Viagem do Senhor Pneu”, uma obra da educadora Vanda Costa, ilustrada por Cjany, que faz parte do projeto Jardim D’Areia, premiado pela Valorpneu em 2018.
O livro conta a história de um pneu que decide explorar os caminhos de Portugal e se depara com vários resíduos que poluem a natureza. Com humor e imaginação, o pneu vai interagindo com os diferentes objetos e mostrando aos leitores a importância da reciclagem e da preservação do planeta.
Vanda Costa é formada pela Universidade de Coimbra e tem uma vasta experiência como educadora de infância. Desde 2018, é coordenadora técnica e pedagógica da Jardim D’Areia, uma entidade que promove a educação ambiental e a sustentabilidade através de atividades lúdicas e pedagógicas, utilizando materiais reutilizados e reciclados. O projeto Jardim D’Areia foi um dos vencedores do Prémio Inov.Ação Valorpneu 2018 na categoria Comunidade e Educação, reconhecendo o seu mérito e impacto social.

Adélia Carvalho Lança Novo Livro de Contos Tradicionais
A escritora, educadora e mediadora de leitura Adélia Carvalho acaba de lançar um novo livro de contos tradicionais, intitulado “O gato, o coelho e outros contos tradicionais”. Publicado pela Nuvem de Letras, o volume reúne 11 contos populares, selecionados de um vasto repertório, com ilustrações de Anabela Dias. A obra, com 80 páginas, visa resgatar e reinventar histórias tradicionais para as novas gerações.
Adélia Carvalho, natural de Penafiel e com livraria no centro do Porto, é uma figura ativa na promoção da leitura e da literatura, dinamizando festivais literários e diversas atividades culturais. A autora está entre os sete nomeados portugueses para o prestigiado prémio literário Astrid Lindgren 2025, reforçando o seu importante papel na literatura infantojuvenil.
A escritora, educadora e mediadora de leitura Adélia Carvalho acaba de lançar um novo livro de contos tradicionais, intitulado “O gato, o coelho e outros contos tradicionais”. Publicado pela Nuvem de Letras, o volume reúne 11 contos populares, selecionados de um vasto repertório, com ilustrações de Anabela Dias. A obra, com 80 páginas, visa resgatar e reinventar histórias tradicionais para as novas gerações.
Adélia Carvalho, natural de Penafiel e com livraria no centro do Porto, é uma figura ativa na promoção da leitura e da literatura, dinamizando festivais literários e diversas atividades culturais. A autora está entre os sete nomeados portugueses para o prestigiado prémio literário Astrid Lindgren 2025, reforçando o seu importante papel na literatura infantojuvenil.

Adélia Carvalho Lança Novo Livro de Contos Tradicionais Portugueses
Adélia Carvalho, conhecida escritora, educadora e livreira de Penafiel, acaba de publicar “O gato, o coelho e outros contos tradicionais” pela editora Nuvem de Letras. O livro, ilustrado por Anabela Dias, apresenta 11 contos populares portugueses, resgatados e reinventados para as novas gerações. A obra surge como resposta a um desafio da editora, que sentia a falta de um volume atualizado de contos tradicionais no seu catálogo.
A autora, recentemente nomeada para o prémio literário Astrid Lindgren 2025, destaca a importância de pensar estas histórias em comunidade e para a comunidade. Adélia Carvalho salienta que este é apenas um pequeno conjunto retirado de um vasto baú de histórias populares, havendo ainda muito mais para descobrir e partilhar com as crianças de hoje.
Adélia Carvalho, conhecida escritora, educadora e livreira de Penafiel, acaba de publicar “O gato, o coelho e outros contos tradicionais” pela editora Nuvem de Letras. O livro, ilustrado por Anabela Dias, apresenta 11 contos populares portugueses, resgatados e reinventados para as novas gerações. A obra surge como resposta a um desafio da editora, que sentia a falta de um volume atualizado de contos tradicionais no seu catálogo.
A autora, recentemente nomeada para o prémio literário Astrid Lindgren 2025, destaca a importância de pensar estas histórias em comunidade e para a comunidade. Adélia Carvalho salienta que este é apenas um pequeno conjunto retirado de um vasto baú de histórias populares, havendo ainda muito mais para descobrir e partilhar com as crianças de hoje.

Alfaguara Infantil & Juvenil Oferece Portes Grátis em Compras Acima de 25€
A editora Alfaguara Infantil & Juvenil anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. A iniciativa visa facilitar o acesso aos livros da editora, incentivando a leitura entre os mais jovens. A Alfaguara Infantil & Juvenil faz parte do grupo Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda.
A editora reserva todos os direitos, sendo que a plataforma online foi desenvolvida pela Make It Digital. Esta é uma oportunidade para adquirir os melhores títulos infantis e juvenis sem custos adicionais de envio, desde que a compra ultrapasse os 25€. Aproveite para enriquecer a biblioteca dos mais novos com as obras da Alfaguara.
A editora Alfaguara Infantil & Juvenil anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. A iniciativa visa facilitar o acesso aos livros da editora, incentivando a leitura entre os mais jovens. A Alfaguara Infantil & Juvenil faz parte do grupo Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda.
A editora reserva todos os direitos, sendo que a plataforma online foi desenvolvida pela Make It Digital. Esta é uma oportunidade para adquirir os melhores títulos infantis e juvenis sem custos adicionais de envio, desde que a compra ultrapasse os 25€. Aproveite para enriquecer a biblioteca dos mais novos com as obras da Alfaguara.

Autor Álvaro Magalhães Encanta Crianças com Duas Novas Aventuras
Álvaro Magalhães, o conhecido autor do Porto famoso pela sua infindável imaginação, regressa com duas novas obras que prometem encantar crianças de todas as idades. Há mais de quatro décadas, este mestre da escrita literária tem levado leitores a mundos fantásticos e aventuras inesquecíveis. Desta vez, aventura-se no universo pré-escolar com dois álbuns ilustrados repletos de imaginação, humor e emoção.
Há mais de 40 anos, Álvaro Magalhães tem cativado leitores de todas as idades com a sua extraordinária imaginação e habilidades criativas. No Club Literaturarte, estamos entusiasmados por apresentar os seus dois mais recentes títulos, “Para onde foi o verão?” e “Monstruário,” que são uma celebração da sua incansável criatividade.
“Para onde foi o verão?” mergulha os leitores numa emocionante aventura protagonizada por Bino e Banzé, dois curiosos suricatas que habitam uma ilha pacífica. Quando a chuva e o vento chegam, eles embarcam numa jornada para descobrir para onde o verão desapareceu. Esta história envolvente promete risos e diversão para toda a família, enquanto as ilustrações dos cenários e personagens são repletas de expressividade e emoção.
Em “Monstruário,” Magalhães apresenta-nos uma simpática menina e o seu encontro com criaturas estranhas, como o Pirulim, o Cornetão e o Tranglomango. A curiosidade da protagonista leva-a a criar esses adoráveis monstrinhos, mas o que ela não previu é que eles transformariam a sua casa num caos antes mesmo de a mãe regressar do trabalho. Como ela vai lidar com essa situação inesperada? E onde diabo está o Zupim? Esta história é uma aventura divertida repleta de imaginação e, claro, muita confusão.
Ambos os livros, destinados a crianças até aos 6 anos, prometem estimular a criatividade e a imaginação através das suas cativantes e curiosas aventuras. Álvaro Magalhães continua a encantar leitores de todas as idades com a sua escrita envolvente e a sua capacidade única de criar mundos mágicos que prendem a atenção de jovens e adultos. Estas novas adições à sua coleção literária certamente continuarão a cativar o público do Club Literaturarte e além.
Álvaro Magalhães, o conhecido autor do Porto famoso pela sua infindável imaginação, regressa com duas novas obras que prometem encantar crianças de todas as idades. Há mais de quatro décadas, este mestre da escrita literária tem levado leitores a mundos fantásticos e aventuras inesquecíveis. Desta vez, aventura-se no universo pré-escolar com dois álbuns ilustrados repletos de imaginação, humor e emoção.
Há mais de 40 anos, Álvaro Magalhães tem cativado leitores de todas as idades com a sua extraordinária imaginação e habilidades criativas. No Club Literaturarte, estamos entusiasmados por apresentar os seus dois mais recentes títulos, “Para onde foi o verão?” e “Monstruário,” que são uma celebração da sua incansável criatividade.
“Para onde foi o verão?” mergulha os leitores numa emocionante aventura protagonizada por Bino e Banzé, dois curiosos suricatas que habitam uma ilha pacífica. Quando a chuva e o vento chegam, eles embarcam numa jornada para descobrir para onde o verão desapareceu. Esta história envolvente promete risos e diversão para toda a família, enquanto as ilustrações dos cenários e personagens são repletas de expressividade e emoção.
Em “Monstruário,” Magalhães apresenta-nos uma simpática menina e o seu encontro com criaturas estranhas, como o Pirulim, o Cornetão e o Tranglomango. A curiosidade da protagonista leva-a a criar esses adoráveis monstrinhos, mas o que ela não previu é que eles transformariam a sua casa num caos antes mesmo de a mãe regressar do trabalho. Como ela vai lidar com essa situação inesperada? E onde diabo está o Zupim? Esta história é uma aventura divertida repleta de imaginação e, claro, muita confusão.
Ambos os livros, destinados a crianças até aos 6 anos, prometem estimular a criatividade e a imaginação através das suas cativantes e curiosas aventuras. Álvaro Magalhães continua a encantar leitores de todas as idades com a sua escrita envolvente e a sua capacidade única de criar mundos mágicos que prendem a atenção de jovens e adultos. Estas novas adições à sua coleção literária certamente continuarão a cativar o público do Club Literaturarte e além.

Autora Nora Dåsnes: “Identificação dos Leitores Ajuda-me a Sentir Menos Solidão”
A ilustradora e autora norueguesa, Nora Dåsnes, revela que a identificação dos leitores com as suas obras a faz sentir menos sozinha. Numa conversa intimista, Dåsnes partilhou um pouco do seu percurso, desde a paixão por livros e banda desenhada na adolescência até à concretização do sonho de publicar o seu próprio livro para crianças, “Um Coração, Dois Caminhos”.
Depois de concluir o bacharelato em Ilustração em Londres, a autora regressou a Oslo, onde viu o seu trabalho ser reconhecido por uma editora norueguesa. O seu primeiro livro foi o ponto de partida para uma carreira dedicada à criação de histórias que tocam o coração dos leitores, proporcionando-lhe, em troca, um sentimento de conexão e pertença.
A ilustradora e autora norueguesa, Nora Dåsnes, revela que a identificação dos leitores com as suas obras a faz sentir menos sozinha. Numa conversa intimista, Dåsnes partilhou um pouco do seu percurso, desde a paixão por livros e banda desenhada na adolescência até à concretização do sonho de publicar o seu próprio livro para crianças, “Um Coração, Dois Caminhos”.
Depois de concluir o bacharelato em Ilustração em Londres, a autora regressou a Oslo, onde viu o seu trabalho ser reconhecido por uma editora norueguesa. O seu primeiro livro foi o ponto de partida para uma carreira dedicada à criação de histórias que tocam o coração dos leitores, proporcionando-lhe, em troca, um sentimento de conexão e pertença.

Autores da Penguin Random House Premiados em 2024
A Penguin Random House Grupo Editorial viu seis dos seus autores serem reconhecidos com importantes prémios literários nacionais e internacionais em 2024. Entre os vencedores, encontra-se Hugo Gonçalves, que conquistou o Prémio Literário Fernando Namora, atribuído pela Sociedade Estoril Sol, com o romance “Revolução”, editado pela Companhia das Letras.
Já Alia Trabucco Zerán foi distinguida com o Prémio Femina Étranger, em França, com a obra “Limpa”, publicada pela editora Elsinore. O Prémio Femina Étranger é atribuído anualmente a uma obra de ficção por um júri exclusivamente feminino. Estes são apenas dois exemplos do talento literário presente no catálogo da Penguin Random House, que continua a ser reconhecido e celebrado em todo o mundo.
A Penguin Random House Grupo Editorial viu seis dos seus autores serem reconhecidos com importantes prémios literários nacionais e internacionais em 2024. Entre os vencedores, encontra-se Hugo Gonçalves, que conquistou o Prémio Literário Fernando Namora, atribuído pela Sociedade Estoril Sol, com o romance “Revolução”, editado pela Companhia das Letras.
Já Alia Trabucco Zerán foi distinguida com o Prémio Femina Étranger, em França, com a obra “Limpa”, publicada pela editora Elsinore. O Prémio Femina Étranger é atribuído anualmente a uma obra de ficção por um júri exclusivamente feminino. Estes são apenas dois exemplos do talento literário presente no catálogo da Penguin Random House, que continua a ser reconhecido e celebrado em todo o mundo.

Bando das Cavernas: Livraria Oferece Portes Grátis Acima de 25€
A livraria online “O Bando das Cavernas” anunciou uma nova promoção para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão direito a portes grátis, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso à cultura e à leitura, eliminando um dos custos associados às compras online.
A promoção é válida para todos os produtos disponíveis no site da livraria, que é propriedade da Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. A Make It Digital foi a responsável pelo desenvolvimento da plataforma online. Todos os direitos de “O Bando das Cavernas” estão reservados para o ano de 2025.
A livraria online “O Bando das Cavernas” anunciou uma nova promoção para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão direito a portes grátis, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso à cultura e à leitura, eliminando um dos custos associados às compras online.
A promoção é válida para todos os produtos disponíveis no site da livraria, que é propriedade da Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. A Make It Digital foi a responsável pelo desenvolvimento da plataforma online. Todos os direitos de “O Bando das Cavernas” estão reservados para o ano de 2025.

Clube dos Cientistas Oferece Portes Grátis Acima de 25€
O Clube dos Cientistas, uma iniciativa do grupo editorial Penguin Random House, anuncia uma nova campanha de portes grátis. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão envio gratuito para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso a conteúdos científicos a todos os interessados. O Clube dos Cientistas, lançado em 2025, reserva todos os direitos à Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda.
O Clube dos Cientistas, uma iniciativa do grupo editorial Penguin Random House, anuncia uma nova campanha de portes grátis. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão envio gratuito para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso a conteúdos científicos a todos os interessados. O Clube dos Cientistas, lançado em 2025, reserva todos os direitos à Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda.

Companhia das Letras Publica Obra Completa de Clarice Lispector a Partir de Janeiro
A Companhia das Letras vai iniciar a publicação da obra completa de Clarice Lispector, uma das mais importantes figuras da literatura lusófona contemporânea. A autora, que faria hoje 104 anos, terá os seus primeiros quatro romances publicados a 20 de janeiro de 2025: “A Paixão Segundo G.H.”, “Água Viva”, “Um Sopro de Vida” e “Perto do Coração Selvagem”.
Ainda em 2025, a editora lançará o livro inédito em Portugal “Para Não Esquecer”, que reúne crónicas e outros textos de Clarice Lispector. Nos anos seguintes, serão publicados os restantes romances, volumes de contos, crónicas, cartas e uma antologia de textos para a infância, completando assim a publicação da obra da icónica, disruptiva, reverenciada e ousada escritora brasileira do século XX.
A Companhia das Letras vai iniciar a publicação da obra completa de Clarice Lispector, uma das mais importantes figuras da literatura lusófona contemporânea. A autora, que faria hoje 104 anos, terá os seus primeiros quatro romances publicados a 20 de janeiro de 2025: “A Paixão Segundo G.H.”, “Água Viva”, “Um Sopro de Vida” e “Perto do Coração Selvagem”.
Ainda em 2025, a editora lançará o livro inédito em Portugal “Para Não Esquecer”, que reúne crónicas e outros textos de Clarice Lispector. Nos anos seguintes, serão publicados os restantes romances, volumes de contos, crónicas, cartas e uma antologia de textos para a infância, completando assim a publicação da obra da icónica, disruptiva, reverenciada e ousada escritora brasileira do século XX.
Compras acima de 25€ têm portes grátis em Portugal Continental e Ilhas na Penguin Random House
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. A medida, que já está em vigor, visa incentivar a leitura e facilitar o acesso aos livros.
A editora, que publica obras de autores nacionais e internacionais, tem um vasto catálogo que abrange diversos géneros literários. Com esta iniciativa, a Penguin Random House pretende tornar os seus livros mais acessíveis a todos os leitores portugueses. A promoção é válida até 2025 e foi desenvolvida pela Make It Digital.
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. A medida, que já está em vigor, visa incentivar a leitura e facilitar o acesso aos livros.
A editora, que publica obras de autores nacionais e internacionais, tem um vasto catálogo que abrange diversos géneros literários. Com esta iniciativa, a Penguin Random House pretende tornar os seus livros mais acessíveis a todos os leitores portugueses. A promoção é válida até 2025 e foi desenvolvida pela Make It Digital.
Compras acima de 25€ têm portes grátis na editora Arena
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A editora Arena, parte do Penguin Random House Grupo Editorial, oferece portes gratuitos em todas as compras superiores a 25€. A oferta é válida para envios para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura a todos os portugueses, eliminando os custos de envio para encomendas de valor superior a 25€. A Arena reserva todos os direitos sobre esta promoção, que é válida a partir de 2025.
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A editora Arena, parte do Penguin Random House Grupo Editorial, oferece portes gratuitos em todas as compras superiores a 25€. A oferta é válida para envios para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura a todos os portugueses, eliminando os custos de envio para encomendas de valor superior a 25€. A Arena reserva todos os direitos sobre esta promoção, que é válida a partir de 2025.
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Compras acima de 25€ têm portes grátis na editora Arena
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A editora Arena, parte do Penguin Random House Grupo Editorial, oferece portes gratuitos em todas as compras superiores a 25€. A oferta é válida para envios para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura a todos os portugueses, eliminando os custos de envio para encomendas de valor superior a 25€. A Arena reserva todos os direitos sobre esta promoção, que é válida a partir de 2025.
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A editora Arena, parte do Penguin Random House Grupo Editorial, oferece portes gratuitos em todas as compras superiores a 25€. A oferta é válida para envios para Portugal Continental e Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura a todos os portugueses, eliminando os custos de envio para encomendas de valor superior a 25€. A Arena reserva todos os direitos sobre esta promoção, que é válida a partir de 2025.
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Compras acima de 25€ têm portes grátis para Portugal Continental e Ilhas na Penguin Random House
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso aos livros e promover a leitura em todo o país.
A oferta é válida para todos os livros disponíveis no site da Penguin Random House e é uma oportunidade única para adquirir as últimas novidades literárias, best-sellers e clássicos da literatura a preços ainda mais acessíveis. Aproveite esta campanha e enriqueça a sua biblioteca pessoal sem custos adicionais de envio.
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso aos livros e promover a leitura em todo o país.
A oferta é válida para todos os livros disponíveis no site da Penguin Random House e é uma oportunidade única para adquirir as últimas novidades literárias, best-sellers e clássicos da literatura a preços ainda mais acessíveis. Aproveite esta campanha e enriqueça a sua biblioteca pessoal sem custos adicionais de envio.

Compras acima de 25€ têm portes grátis para Portugal Continental e Ilhas na Penguin Random House
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso aos livros e promover a leitura em todo o país.
A oferta é válida para todos os livros disponíveis no site da Penguin Random House e é uma oportunidade única para adquirir as últimas novidades literárias, best-sellers e clássicos da literatura a preços ainda mais acessíveis. Aproveite esta campanha e enriqueça a sua biblioteca pessoal sem custos adicionais de envio.
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que, a partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. Esta iniciativa visa facilitar o acesso aos livros e promover a leitura em todo o país.
A oferta é válida para todos os livros disponíveis no site da Penguin Random House e é uma oportunidade única para adquirir as últimas novidades literárias, best-sellers e clássicos da literatura a preços ainda mais acessíveis. Aproveite esta campanha e enriqueça a sua biblioteca pessoal sem custos adicionais de envio.

Compras online na Penguin Random House com portes grátis acima de 25€
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. oferece portes gratuitos para Portugal Continental e Ilhas em todas as compras online superiores a 25€. Esta oferta é válida a partir de agora e abrange todos os livros disponíveis no site da editora.
Aproveite esta oportunidade para adquirir os seus livros favoritos sem custos adicionais de envio. A Penguin Random House disponibiliza um vasto catálogo de títulos, desde ficção a não-ficção, passando por literatura infantil e juvenil. A oferta é válida até 2025, e todos os direitos são reservados à editora. O site foi desenvolvido pela Make It Digital.
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. oferece portes gratuitos para Portugal Continental e Ilhas em todas as compras online superiores a 25€. Esta oferta é válida a partir de agora e abrange todos os livros disponíveis no site da editora.
Aproveite esta oportunidade para adquirir os seus livros favoritos sem custos adicionais de envio. A Penguin Random House disponibiliza um vasto catálogo de títulos, desde ficção a não-ficção, passando por literatura infantil e juvenil. A oferta é válida até 2025, e todos os direitos são reservados à editora. O site foi desenvolvido pela Make It Digital.

Crítica elege os melhores livros infantojuvenis de 2024
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A crítica especializada em literatura infantojuvenil acaba de divulgar a sua seleção dos melhores livros publicados em 2024. A lista, que abrange uma diversidade de géneros e temáticas, destaca obras que se notabilizaram pela qualidade literária e artística ao longo do ano. Entre os livros escolhidos, encontram-se álbuns ilustrados, narrativas e obras que abordam temas relevantes para o público jovem, como política e linguagem, demonstrando a vitalidade e a riqueza da produção literária destinada a crianças e jovens.
Um dos destaques da lista é o livro “Política para Crianças”, com texto de Mafalda Cordeiro e ilustrações de Rita Antunes. A obra, que se propõe a introduzir conceitos políticos básicos de forma acessível e lúdica, foi elogiada pela sua originalidade e pela forma como consegue abordar um tema complexo de maneira clara e envolvente. A seleção da crítica representa um guia de leitura essencial para pais, educadores e todos os que se interessam pela literatura infantojuvenil de qualidade.
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A crítica especializada em literatura infantojuvenil acaba de divulgar a sua seleção dos melhores livros publicados em 2024. A lista, que abrange uma diversidade de géneros e temáticas, destaca obras que se notabilizaram pela qualidade literária e artística ao longo do ano. Entre os livros escolhidos, encontram-se álbuns ilustrados, narrativas e obras que abordam temas relevantes para o público jovem, como política e linguagem, demonstrando a vitalidade e a riqueza da produção literária destinada a crianças e jovens.
Um dos destaques da lista é o livro “Política para Crianças”, com texto de Mafalda Cordeiro e ilustrações de Rita Antunes. A obra, que se propõe a introduzir conceitos políticos básicos de forma acessível e lúdica, foi elogiada pela sua originalidade e pela forma como consegue abordar um tema complexo de maneira clara e envolvente. A seleção da crítica representa um guia de leitura essencial para pais, educadores e todos os que se interessam pela literatura infantojuvenil de qualidade.
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Dana Simpson: A Magia de Bia e o Unicórnio
Olá, amiguinhos e amiguinhas! Hoje vamos falar sobre uma escritora e ilustradora muito talentosa que cria histórias divertidas e mágicas sobre uma menina e o seu unicórnio. O seu nome é Dana Simpson e ela nasceu nos Estados Unidos da América, no estado de Washington. Ela sempre gostou muito de desenhar e de inventar personagens, por isso decidiu estudar arte no Evergreen State College .
Dana Simpson começou a sua carreira como autora de banda desenhada online, com uma série chamada Ozy and Millie, que durou dez anos, entre 1998 e 2008 . Em 2009, ela participou num concurso chamado Comic Strip Superstar, organizado pela Amazon, e ganhou o primeiro prémio com uma tira cómica sobre uma menina chamada Bia e o seu unicórnio chamado Pureza . Foi assim que nasceu a série Bia e o Unicórnio, que se tornou um grande sucesso nos Estados Unidos e em vários países do mundo, incluindo Portugal.
A série Bia e o Unicórnio conta as aventuras de uma menina de nove anos que encontra um unicórnio na floresta e se torna sua amiga. O unicórnio, que se chama Pureza, é muito vaidoso, sarcástico e cheio de magia. Juntos, eles vivem situações hilariantes e encantadoras, que misturam o quotidiano escolar com o fantástico. A série tem muitas referências à cultura pop, como filmes, livros, música e celebridades, e também aborda temas importantes como a amizade, a autoestima, a diversidade e o respeito pela natureza.
Dana Simpson já publicou mais de dez livros da série Bia e o Unicórnio, que podem ser encontrados nas livrarias portuguesas. Alguns dos títulos são: Bia e o Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Unicórnio Sobre Rodas, Bia e o Unicórnio – Unicórnio contra Duendes, Bia e o Unicórnio – Brilha, Brilha, Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Zona de Unicórnios, Bia e o Unicórnio – A Tempestade Mágica, Bia e o Unicórnio – Chapéus Há Muitos, Unicórnio!, Bia e o Unicórnio – Em Palmas para o Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Proezas de Unicórnio!, Bia e o Unicórnio – Segredos de Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Férias com Unicórnios . Ela também publicou um livro de atividades chamado Bia e o Unicórnio – Magia do Unicórnio.
Se gostam de histórias divertidas, mágicas e cheias de imaginação, não percam a oportunidade de conhecer a obra de Dana Simpson. Ela é uma autora que sabe como nos fazer rir e sonhar com as suas personagens encantadoras. Espero que tenham gostado deste artigo informativo sobre a Dana Simpson. Até à próxima!
Alguns livros da autora
Olá, amiguinhos e amiguinhas! Hoje vamos falar sobre uma escritora e ilustradora muito talentosa que cria histórias divertidas e mágicas sobre uma menina e o seu unicórnio. O seu nome é Dana Simpson e ela nasceu nos Estados Unidos da América, no estado de Washington. Ela sempre gostou muito de desenhar e de inventar personagens, por isso decidiu estudar arte no Evergreen State College .
Dana Simpson começou a sua carreira como autora de banda desenhada online, com uma série chamada Ozy and Millie, que durou dez anos, entre 1998 e 2008 . Em 2009, ela participou num concurso chamado Comic Strip Superstar, organizado pela Amazon, e ganhou o primeiro prémio com uma tira cómica sobre uma menina chamada Bia e o seu unicórnio chamado Pureza . Foi assim que nasceu a série Bia e o Unicórnio, que se tornou um grande sucesso nos Estados Unidos e em vários países do mundo, incluindo Portugal.
A série Bia e o Unicórnio conta as aventuras de uma menina de nove anos que encontra um unicórnio na floresta e se torna sua amiga. O unicórnio, que se chama Pureza, é muito vaidoso, sarcástico e cheio de magia. Juntos, eles vivem situações hilariantes e encantadoras, que misturam o quotidiano escolar com o fantástico. A série tem muitas referências à cultura pop, como filmes, livros, música e celebridades, e também aborda temas importantes como a amizade, a autoestima, a diversidade e o respeito pela natureza.
Dana Simpson já publicou mais de dez livros da série Bia e o Unicórnio, que podem ser encontrados nas livrarias portuguesas. Alguns dos títulos são: Bia e o Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Unicórnio Sobre Rodas, Bia e o Unicórnio – Unicórnio contra Duendes, Bia e o Unicórnio – Brilha, Brilha, Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Zona de Unicórnios, Bia e o Unicórnio – A Tempestade Mágica, Bia e o Unicórnio – Chapéus Há Muitos, Unicórnio!, Bia e o Unicórnio – Em Palmas para o Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Proezas de Unicórnio!, Bia e o Unicórnio – Segredos de Unicórnio, Bia e o Unicórnio – Férias com Unicórnios . Ela também publicou um livro de atividades chamado Bia e o Unicórnio – Magia do Unicórnio.
Se gostam de histórias divertidas, mágicas e cheias de imaginação, não percam a oportunidade de conhecer a obra de Dana Simpson. Ela é uma autora que sabe como nos fazer rir e sonhar com as suas personagens encantadoras. Espero que tenham gostado deste artigo informativo sobre a Dana Simpson. Até à próxima!
Alguns livros da autora

Doze Livros para Transformar a Sua Vida em 2024
Janeiro é o mês das resoluções e, para ajudar nesse processo, foi criada uma lista de doze livros inspiradores, um para cada resolução. Entre as sugestões, destaca-se um clássico das finanças pessoais que ensina como construir riqueza, mesmo sem um salário elevado, através da aquisição e criação de ativos. A obra desmistifica a ideia de que é necessário ganhar muito para enriquecer, especialmente num mundo em constante mudança devido à tecnologia, à automação e à globalização.
A lista inclui ainda um guia prático para melhorar a saúde mental, abordando temas como conflitos nas relações, pensamentos negativos, ansiedade e depressão. Este livro funciona como uma ferramenta de autoajuda, permitindo que o leitor faça terapia sem sair de casa. A proposta é que cada livro sirva como um guia para alcançar as resoluções de ano novo, promovendo o crescimento pessoal e o bem-estar ao longo dos próximos doze meses.
Janeiro é o mês das resoluções e, para ajudar nesse processo, foi criada uma lista de doze livros inspiradores, um para cada resolução. Entre as sugestões, destaca-se um clássico das finanças pessoais que ensina como construir riqueza, mesmo sem um salário elevado, através da aquisição e criação de ativos. A obra desmistifica a ideia de que é necessário ganhar muito para enriquecer, especialmente num mundo em constante mudança devido à tecnologia, à automação e à globalização.
A lista inclui ainda um guia prático para melhorar a saúde mental, abordando temas como conflitos nas relações, pensamentos negativos, ansiedade e depressão. Este livro funciona como uma ferramenta de autoajuda, permitindo que o leitor faça terapia sem sair de casa. A proposta é que cada livro sirva como um guia para alcançar as resoluções de ano novo, promovendo o crescimento pessoal e o bem-estar ao longo dos próximos doze meses.

Entre Cores e Palavras: Uma Conversa com o Ilustrador de Sonhos Iván Alfaro
Neste mergulho nas cores e nas palavras, conduzimos uma fascinante conversa com Iván Alfaro, um ilustrador que transforma os sonhos em realidade através das suas imagens. Nascido em Valência, Alfaro é muito mais do que um simples artista – é um arquiteto de mundos encantados, cujas raízes profundas na infância o inspiram a criar livros ilustrados que cativam a imaginação de crianças e adultos.
Graduado em Belas Artes pela Universidade Politécnica de Valência, desde 2004 tem deixado a sua marca no mundo editorial e do design gráfico. Para além disso, Alfaro partilha generosamente o seu conhecimento através de oficinas de ilustração e animação de leitura, deixando um impacto indelével nos corações das crianças que participam em eventos como a Feira do Livro de Valência e Castellón. O seu talento, premiado e reconhecido, brilha não só em publicações e exposições, mas também na forma como ilumina os sonhos de todos os que se cruzam com as suas obras.
En este inmersión en colores y palabras, llevamos a cabo una fascinante conversación con Iván Alfaro, un ilustrador que convierte los sueños en realidad a través de sus imágenes. Nacido en Valencia, Alfaro es mucho más que un simple artista: es un arquitecto de mundos encantados, cuyas raíces profundas en la infancia lo inspiran a crear libros ilustrados que cautivan la imaginación de niños y adultos.
Graduado en Bellas Artes por la Universidad Politécnica de Valencia, desde 2004 ha dejado su huella en el mundo editorial y del diseño gráfico. Además, Alfaro comparte generosamente su conocimiento a través de talleres de ilustración y animación de lectura, dejando un impacto indeleble en los corazones de los niños que participan en eventos como la Feria del Libro de Valencia y Castellón. Su talento, premiado y reconocido, brilla no solo en publicaciones y exposiciones, sino también en la forma en que ilumina los sueños de todos los que se encuentran con sus obras.
Como começaste a tua carreira como ilustrador?
Quando terminei os meus estudos de arte, comecei a receber os meus primeiros trabalhos para ilustrar cartazes e revistas. Com o tempo, comecei a trabalhar em ilustração publicitária e, finalmente, surgiu a proposta de uma editora para ilustrar o meu primeiro livro, que foi publicado na Austrália e no Reino Unido. Pouco tempo depois, uma editora espanhola mostrou interesse pelo meu trabalho e contratou-me para ilustrar um livro infantil de poesia. Após este projeto, começaram a surgir mais trabalhos de editoras para publicar novos livros infantis.
Quais são as tuas principais fontes de inspiração para as tuas ilustrações?
As minhas memórias de infância e o mundo mágico e inocente da infância servem-me de inspiração para dar alma ao meu trabalho.
A minha infância sempre foi a minha maior fonte de inspiração, para me conectar com o meu lado infantil. Sempre pensei que há uma parte de mim que nunca escolheu crescer, e isso reflete-se na minha personalidade e nas minhas ilustrações. Manter essa parte viva é a grande motivação para mim.
No dia a dia, encontro muita inspiração na música, na arte, na fotografia e nos livros. Gosto de ler os contos clássicos de Andersen e dos Irmãos Grimm, e muitos dos trabalhos que faço para os meus clientes têm essa inspiração.
Como te aproximas da criação de personagens e cenários para os teus projetos?
Gosto de conhecer bem o texto a ilustrar e os detalhes sobre ele, e a partir daí, trabalho sobre o que me inspira.
Que técnicas ou ferramentas usas para dar vida às tuas ilustrações?
Utilizo uma técnica mista que combina ilustração a lápis com coloração digital. Neste processo, utilizo pincéis e texturas que se assemelham às técnicas de pintura tradicionais e que conferem ao trabalho final um aspecto mais artesanal. O desenho inicial é sempre feito com lápis, pois acredito que assim a ilustração final mantém sempre o gesto natural e orgânico.
Qual foi o maior desafio que enfrentaste ao ilustrar o livro “Capitão Pinguim”?
Neste livro, que se passa na Antártida, não pude usar a minha paleta de cores habitual, que tem muita variedade, brilho e contraste. Neste caso, a cor predominante é o azul em várias tonalidades. Também não pude ilustrar os meus habituais cenários com paisagens cheias de vegetação variada. Tive que criar um ambiente adequado ao meio em que vivem os pinguins, embora sendo um conto infantil, tenha permitido a mim mesmo a liberdade de adicionar alguns pequenos detalhes em forma de plantas multicoloridas para dar-lhe um aspecto mais alegre.
Como equilibras a criatividade e a fidelidade ao texto escrito ao ilustrar um livro infantil?
Com respeito pelo autor e pelo seu texto, faço propostas visuais que acredito que acompanham bem o texto e ainda adicionam conteúdo que o texto não conta. Esta é uma tarefa em que os ilustradores têm que desdobrar toda a sua criatividade e tornar o livro ilustrado numa peça única e muito pessoal. Além disso, é importante para mim que os meus personagens transmitam uma série de valores e conceitos adequados para as crianças, através dos seus designs e formas. Uma estética relacionada com a inocência e a doçura, próprias desse período da vida de uma pessoa, e que estejam em coerência com o texto de cada autor.
Que projetos futuros tens? Algum novo livro ou colaboração em mente?
No próximo mês de abril, coincidindo com a celebração das feiras do livro, irei publicar juntamente com a minha companheira e autora Mariel, um novo álbum ilustrado cheio de calor e ternura, que esperamos que tenha muito sucesso entre as famílias. Também tenho em andamento alguns projetos de livros ilustrados a solo, destinados a um público mais jovem-adulto.
Como lidas com o bloqueio criativo? Alguma estratégia específica que funcione para ti?
A melhor maneira de abordar um projeto ilustrado é preparar um calendário e dedicar um tempo de qualidade a trabalhar no projeto com todas as suas fases. E nos momentos de bloqueio, o que melhor funciona para mim é deixar descansar a ilustração, dedicar-me a fazer outra atividade e retomar o trabalho no dia seguinte ou ao fim de alguns dias.
Recebeste o prémio de melhor ilustrador de Babidi-bu, foste destacado e fazes parte de vários tops em sites e revistas de arte. Como vês a distinção do teu trabalho e como te motiva a ir ainda mais longe?
Sinto-me muito grato por todos esses reconhecimentos, acredito que ajudam a que este trabalho seja reconhecido como uma profissão com muito valor e peso na sociedade, e enchem-me de energia necessária para avançar, crescer e publicar novos livros. Embora o maior prémio seja o sorriso das crianças quando abrem os meus livros e os levam para casa com uma dedicatória 🙂
Tens algum conselho para jovens artistas que queiram seguir uma carreira na ilustração?
Que tenham amor e compromisso com o que fazem e consigo mesmos. Que sejam fiéis ao que gostam de fazer e se desenvolvam nesse caminho. Também acredito que o ilustrador deve ser constante, desenhar muito, continuar a desenhar mesmo que nem sempre receba encomendas, pois os trabalhos pessoais são os que melhor comunicam o nosso caráter e as nossas ideias. Esta é uma profissão em que é preciso promover-se muito e bater a muitas portas. Às vezes as respostas são dececionantes, mas com o tempo encontras o teu lugar e abre-se um caminho cheio de oportunidades.
¿Cómo empezaste tu carrera como ilustrador?
Cuando terminé mis estudios de arte, empecé a recibir mis primeros encargos para ilustrar carteles y revistas. Con el tiempo empecé a trabajar en ilustración publicitaria y, finalmente, me llegó la propuesta de una editorial para ilustrar mi primer libro, que se publicó en Australia y Reino Unido. Al poco tiempo una editorial española se interesó por mi trabajo me contrató para ilustrar un libro infantil de poesía. Tras este proyecto, empezaron a llegar más encargos de editoriales para publicar nuevos libros infantiles.
¿Cuáles son tus principales fuentes de inspiración para tus ilustraciones?
Mis recuerdos de infancia, y el mundo mágico e inocente de la niñez me sirven de inspiración para dotar de alma mi trabajo.
Mi infancia siempre ha sido mi mayor fuente de inspiración, para conectar con mi niño interior. Siempre he pensado que hay una parte de mí que nunca eligió hacerse adulto, y eso se refleja en mi personalidad y mis ilustraciones. Mantener esa parte viva es el gran motivo de inspiración.
Y en el día a día encuentro mucha inspiración: En la música, el arte, la fotografía, los libros. Me gusta leer los cuentos clásicos de Andersen y los Hermanos Grimm y muchos de los trabajos que hago para mis clientes tienen esta inspiración.
¿Cómo te aproximas a la creación de personajes y escenarios para tus proyectos?
Me gusta concer bien el texto a ilustrar y los detalles sobre, y a partir de ahí, trabajo sobre lo que me inspira.
¿Qué técnicas o herramientas utilizas para dar vida a tus ilustraciones?
Utilizo una técnica mixta que combina la ilustración a lápiz con un coloreado digital. En este proceso, hago uso de pinceles y texturas que se asemejan a las técnicas de pintura tradicionales y le dan al trabajo final un aspecto más artesanal. El dibujo inicial siempre siempre lo llevo a cabo con lápices, pues creo que así la ilustración final siempre conserva el gesto natural y orgánico.
¿Cuál fue el mayor desafío que enfrentaste al ilustrar el libro “Capitán Pingüino”?
En este libro, que está ambientado en la Antártida, no podía hacer uso de mi paleta de colores habitual, que tiene mucha variedad, brillo y contraste. En este caso, el color que predomina es el azul en varias tonalidades. Tampoco podía ilustrar mis habituales fondos con paisajes llenos de muy variada vegetación. Tenía que crear un entorno apropiado para el medio en el que viven los pingüinos, aunque al tratarse de un cuento infantil, me permití la licencia de añadir unos pequeños detalles en forma de plantas multicolor para darle un aspecto más alegre.
¿Cómo equilibras la creatividad y la fidelidad al texto escrito al ilustrar un libro infantil?
Desde el respeto al autor y su texto, hago propuestas visuales que creo que acompañan bien al texto y además aportan contenido que el texto no cuenta. Ésta es una tarea en la que los ilustradores tenemos que desplegar toda nuestra creatividad y hacer del libro ilustrado una pieza única y muy personal. Además, para mí es importante que mis personajes transmitan una serie de valores y conceptos apropiados para los niños, a través de sus diseños y formas. Una estética relacionada con la inocencia y la dulzura, propias de ese periodo de la vida de una persona, y que vayan en coherencia con el texto de cada autor.
¿Qué proyectos futuros tienes? ¿Algún nuevo libro o colaboración en mente?
El próximo mes de abril, coincidiendo con la celebración de las ferias del libro, publicaré junto a mi compañera y autora Mariel, un nuevo álbum ilustrado lleno de calidez y ternura que esperamos tenga mucho éxito entre las familias.
También tengo en marcha algunos proyectos de libro ilustrado en solitario, destinados a un público más joven-adulto.
¿Cómo manejas el bloqueo creativo? ¿Alguna estrategia específica que te funcione?
La mejor manera de abordar un proyecto ilustrado es preparar un calendario y dedicar un tiempo de calidad a trabajar en el proyecto con todas sus fases. Y en los momentos de bloqueo, lo que mejor me funciona es dejar descansar la ilustración, dedicarme a hacer otra actividad y retomar el trabajo al día siguiente o al cabo de unos días.
Has recibido el premio al mejor ilustrador de Babidi-bu, has sido destacado y formas parte de varios tops en sitios y revistas de arte. ¿Cómo ves la distinción de tu trabajo y cómo te motiva a ir aún más lejos?
Me siento muy agradecido por todos esos reconocimientos, creo que ayudan a que este trabajo se reconozca como una profesión con mucho valor y peso en la sociedad, y a mí me llenan de la energía necesaria para avanzar, crecer y publicar nuevos libros. aunque el mayor premio es la sonrisa de los niños cuando abren mis libros se los llevan a casa con una dedicatoria 🙂
¿Tienes algún consejo para jóvenes artistas que deseen seguir una carrera en la ilustración?
Que tengan amor y compromiso con lo que hacen, y consigo mismos. Que sean fiel a lo que les gusta hacer y se desarrollen en ese camino. También creo que el ilustrador debe ser constante, dibujar mucho, seguir dibujando incluso aunque no siempre reciba encargos, pues los trabajos personales son los que mejor comunican nuestro carácter y nuestras ideas. esta es una profesión en la que hay que hacerse mucha promoción y llamar a muchas puertas. A veces las respuestas te decepcionan, pero con el tiempo vas encontrado tu lugar y se te abre un camino lleno de oportunidades.
Neste mergulho nas cores e nas palavras, conduzimos uma fascinante conversa com Iván Alfaro, um ilustrador que transforma os sonhos em realidade através das suas imagens. Nascido em Valência, Alfaro é muito mais do que um simples artista – é um arquiteto de mundos encantados, cujas raízes profundas na infância o inspiram a criar livros ilustrados que cativam a imaginação de crianças e adultos.
Graduado em Belas Artes pela Universidade Politécnica de Valência, desde 2004 tem deixado a sua marca no mundo editorial e do design gráfico. Para além disso, Alfaro partilha generosamente o seu conhecimento através de oficinas de ilustração e animação de leitura, deixando um impacto indelével nos corações das crianças que participam em eventos como a Feira do Livro de Valência e Castellón. O seu talento, premiado e reconhecido, brilha não só em publicações e exposições, mas também na forma como ilumina os sonhos de todos os que se cruzam com as suas obras.
En este inmersión en colores y palabras, llevamos a cabo una fascinante conversación con Iván Alfaro, un ilustrador que convierte los sueños en realidad a través de sus imágenes. Nacido en Valencia, Alfaro es mucho más que un simple artista: es un arquitecto de mundos encantados, cuyas raíces profundas en la infancia lo inspiran a crear libros ilustrados que cautivan la imaginación de niños y adultos.
Graduado en Bellas Artes por la Universidad Politécnica de Valencia, desde 2004 ha dejado su huella en el mundo editorial y del diseño gráfico. Además, Alfaro comparte generosamente su conocimiento a través de talleres de ilustración y animación de lectura, dejando un impacto indeleble en los corazones de los niños que participan en eventos como la Feria del Libro de Valencia y Castellón. Su talento, premiado y reconocido, brilla no solo en publicaciones y exposiciones, sino también en la forma en que ilumina los sueños de todos los que se encuentran con sus obras.
Como começaste a tua carreira como ilustrador?
Quando terminei os meus estudos de arte, comecei a receber os meus primeiros trabalhos para ilustrar cartazes e revistas. Com o tempo, comecei a trabalhar em ilustração publicitária e, finalmente, surgiu a proposta de uma editora para ilustrar o meu primeiro livro, que foi publicado na Austrália e no Reino Unido. Pouco tempo depois, uma editora espanhola mostrou interesse pelo meu trabalho e contratou-me para ilustrar um livro infantil de poesia. Após este projeto, começaram a surgir mais trabalhos de editoras para publicar novos livros infantis.
Quais são as tuas principais fontes de inspiração para as tuas ilustrações?
As minhas memórias de infância e o mundo mágico e inocente da infância servem-me de inspiração para dar alma ao meu trabalho.
A minha infância sempre foi a minha maior fonte de inspiração, para me conectar com o meu lado infantil. Sempre pensei que há uma parte de mim que nunca escolheu crescer, e isso reflete-se na minha personalidade e nas minhas ilustrações. Manter essa parte viva é a grande motivação para mim.
No dia a dia, encontro muita inspiração na música, na arte, na fotografia e nos livros. Gosto de ler os contos clássicos de Andersen e dos Irmãos Grimm, e muitos dos trabalhos que faço para os meus clientes têm essa inspiração.
Como te aproximas da criação de personagens e cenários para os teus projetos?
Gosto de conhecer bem o texto a ilustrar e os detalhes sobre ele, e a partir daí, trabalho sobre o que me inspira.
Que técnicas ou ferramentas usas para dar vida às tuas ilustrações?
Utilizo uma técnica mista que combina ilustração a lápis com coloração digital. Neste processo, utilizo pincéis e texturas que se assemelham às técnicas de pintura tradicionais e que conferem ao trabalho final um aspecto mais artesanal. O desenho inicial é sempre feito com lápis, pois acredito que assim a ilustração final mantém sempre o gesto natural e orgânico.
Qual foi o maior desafio que enfrentaste ao ilustrar o livro “Capitão Pinguim”?
Neste livro, que se passa na Antártida, não pude usar a minha paleta de cores habitual, que tem muita variedade, brilho e contraste. Neste caso, a cor predominante é o azul em várias tonalidades. Também não pude ilustrar os meus habituais cenários com paisagens cheias de vegetação variada. Tive que criar um ambiente adequado ao meio em que vivem os pinguins, embora sendo um conto infantil, tenha permitido a mim mesmo a liberdade de adicionar alguns pequenos detalhes em forma de plantas multicoloridas para dar-lhe um aspecto mais alegre.
Como equilibras a criatividade e a fidelidade ao texto escrito ao ilustrar um livro infantil?
Com respeito pelo autor e pelo seu texto, faço propostas visuais que acredito que acompanham bem o texto e ainda adicionam conteúdo que o texto não conta. Esta é uma tarefa em que os ilustradores têm que desdobrar toda a sua criatividade e tornar o livro ilustrado numa peça única e muito pessoal. Além disso, é importante para mim que os meus personagens transmitam uma série de valores e conceitos adequados para as crianças, através dos seus designs e formas. Uma estética relacionada com a inocência e a doçura, próprias desse período da vida de uma pessoa, e que estejam em coerência com o texto de cada autor.
Que projetos futuros tens? Algum novo livro ou colaboração em mente?
No próximo mês de abril, coincidindo com a celebração das feiras do livro, irei publicar juntamente com a minha companheira e autora Mariel, um novo álbum ilustrado cheio de calor e ternura, que esperamos que tenha muito sucesso entre as famílias. Também tenho em andamento alguns projetos de livros ilustrados a solo, destinados a um público mais jovem-adulto.
Como lidas com o bloqueio criativo? Alguma estratégia específica que funcione para ti?
A melhor maneira de abordar um projeto ilustrado é preparar um calendário e dedicar um tempo de qualidade a trabalhar no projeto com todas as suas fases. E nos momentos de bloqueio, o que melhor funciona para mim é deixar descansar a ilustração, dedicar-me a fazer outra atividade e retomar o trabalho no dia seguinte ou ao fim de alguns dias.
Recebeste o prémio de melhor ilustrador de Babidi-bu, foste destacado e fazes parte de vários tops em sites e revistas de arte. Como vês a distinção do teu trabalho e como te motiva a ir ainda mais longe?
Sinto-me muito grato por todos esses reconhecimentos, acredito que ajudam a que este trabalho seja reconhecido como uma profissão com muito valor e peso na sociedade, e enchem-me de energia necessária para avançar, crescer e publicar novos livros. Embora o maior prémio seja o sorriso das crianças quando abrem os meus livros e os levam para casa com uma dedicatória 🙂
Tens algum conselho para jovens artistas que queiram seguir uma carreira na ilustração?
Que tenham amor e compromisso com o que fazem e consigo mesmos. Que sejam fiéis ao que gostam de fazer e se desenvolvam nesse caminho. Também acredito que o ilustrador deve ser constante, desenhar muito, continuar a desenhar mesmo que nem sempre receba encomendas, pois os trabalhos pessoais são os que melhor comunicam o nosso caráter e as nossas ideias. Esta é uma profissão em que é preciso promover-se muito e bater a muitas portas. Às vezes as respostas são dececionantes, mas com o tempo encontras o teu lugar e abre-se um caminho cheio de oportunidades.
¿Cómo empezaste tu carrera como ilustrador?
Cuando terminé mis estudios de arte, empecé a recibir mis primeros encargos para ilustrar carteles y revistas. Con el tiempo empecé a trabajar en ilustración publicitaria y, finalmente, me llegó la propuesta de una editorial para ilustrar mi primer libro, que se publicó en Australia y Reino Unido. Al poco tiempo una editorial española se interesó por mi trabajo me contrató para ilustrar un libro infantil de poesía. Tras este proyecto, empezaron a llegar más encargos de editoriales para publicar nuevos libros infantiles.
¿Cuáles son tus principales fuentes de inspiración para tus ilustraciones?
Mis recuerdos de infancia, y el mundo mágico e inocente de la niñez me sirven de inspiración para dotar de alma mi trabajo.
Mi infancia siempre ha sido mi mayor fuente de inspiración, para conectar con mi niño interior. Siempre he pensado que hay una parte de mí que nunca eligió hacerse adulto, y eso se refleja en mi personalidad y mis ilustraciones. Mantener esa parte viva es el gran motivo de inspiración.
Y en el día a día encuentro mucha inspiración: En la música, el arte, la fotografía, los libros. Me gusta leer los cuentos clásicos de Andersen y los Hermanos Grimm y muchos de los trabajos que hago para mis clientes tienen esta inspiración.
¿Cómo te aproximas a la creación de personajes y escenarios para tus proyectos?
Me gusta concer bien el texto a ilustrar y los detalles sobre, y a partir de ahí, trabajo sobre lo que me inspira.
¿Qué técnicas o herramientas utilizas para dar vida a tus ilustraciones?
Utilizo una técnica mixta que combina la ilustración a lápiz con un coloreado digital. En este proceso, hago uso de pinceles y texturas que se asemejan a las técnicas de pintura tradicionales y le dan al trabajo final un aspecto más artesanal. El dibujo inicial siempre siempre lo llevo a cabo con lápices, pues creo que así la ilustración final siempre conserva el gesto natural y orgánico.
¿Cuál fue el mayor desafío que enfrentaste al ilustrar el libro “Capitán Pingüino”?
En este libro, que está ambientado en la Antártida, no podía hacer uso de mi paleta de colores habitual, que tiene mucha variedad, brillo y contraste. En este caso, el color que predomina es el azul en varias tonalidades. Tampoco podía ilustrar mis habituales fondos con paisajes llenos de muy variada vegetación. Tenía que crear un entorno apropiado para el medio en el que viven los pingüinos, aunque al tratarse de un cuento infantil, me permití la licencia de añadir unos pequeños detalles en forma de plantas multicolor para darle un aspecto más alegre.
¿Cómo equilibras la creatividad y la fidelidad al texto escrito al ilustrar un libro infantil?
Desde el respeto al autor y su texto, hago propuestas visuales que creo que acompañan bien al texto y además aportan contenido que el texto no cuenta. Ésta es una tarea en la que los ilustradores tenemos que desplegar toda nuestra creatividad y hacer del libro ilustrado una pieza única y muy personal. Además, para mí es importante que mis personajes transmitan una serie de valores y conceptos apropiados para los niños, a través de sus diseños y formas. Una estética relacionada con la inocencia y la dulzura, propias de ese periodo de la vida de una persona, y que vayan en coherencia con el texto de cada autor.
¿Qué proyectos futuros tienes? ¿Algún nuevo libro o colaboración en mente?
El próximo mes de abril, coincidiendo con la celebración de las ferias del libro, publicaré junto a mi compañera y autora Mariel, un nuevo álbum ilustrado lleno de calidez y ternura que esperamos tenga mucho éxito entre las familias.
También tengo en marcha algunos proyectos de libro ilustrado en solitario, destinados a un público más joven-adulto.
¿Cómo manejas el bloqueo creativo? ¿Alguna estrategia específica que te funcione?
La mejor manera de abordar un proyecto ilustrado es preparar un calendario y dedicar un tiempo de calidad a trabajar en el proyecto con todas sus fases. Y en los momentos de bloqueo, lo que mejor me funciona es dejar descansar la ilustración, dedicarme a hacer otra actividad y retomar el trabajo al día siguiente o al cabo de unos días.
Has recibido el premio al mejor ilustrador de Babidi-bu, has sido destacado y formas parte de varios tops en sitios y revistas de arte. ¿Cómo ves la distinción de tu trabajo y cómo te motiva a ir aún más lejos?
Me siento muy agradecido por todos esos reconocimientos, creo que ayudan a que este trabajo se reconozca como una profesión con mucho valor y peso en la sociedad, y a mí me llenan de la energía necesaria para avanzar, crecer y publicar nuevos libros. aunque el mayor premio es la sonrisa de los niños cuando abren mis libros se los llevan a casa con una dedicatoria 🙂
¿Tienes algún consejo para jóvenes artistas que deseen seguir una carrera en la ilustración?
Que tengan amor y compromiso con lo que hacen, y consigo mismos. Que sean fiel a lo que les gusta hacer y se desarrollen en ese camino. También creo que el ilustrador debe ser constante, dibujar mucho, seguir dibujando incluso aunque no siempre reciba encargos, pues los trabajos personales son los que mejor comunican nuestro carácter y nuestras ideas. esta es una profesión en la que hay que hacerse mucha promoción y llamar a muchas puertas. A veces las respuestas te decepcionan, pero con el tiempo vas encontrado tu lugar y se te abre un camino lleno de oportunidades.

Entre Sonhos e Ensino: A Jornada de Sofia Pereira como Escritora e Professora
Olá, Sofia Pereira! É um prazer poder conversar consigo sobre o fascinante universo literário que combina a paixão pela escrita e pelo ensino. Como surgiu a inspiração para escrever livros infantis?
Olá Leonor minha querida antes de mais os parabéns por esta iniciativa do LITERATURArte é um prazer enorme eu estar aqui perante uma curadora, fundadora desta iniciativa tão interessante. Então a tua pergunta é, como é, de onde é que me vêm a inspiração para eu escrever os meus livros? Olha, pergunta tão interessante, sabes que a maior parte da inspiração vem de vocês das crianças, por exemplo, um dos livros que eu escrevi chama-se “O abecedário bem comportado”. Então, é um livro que se abre e para cada letra do abecedário tem várias poesias e muito interessante. E como é que eu tive inspiração para fazer esses Livro eu altura da trabalhava com meninos da educação especial, que tinha muitas dificuldades, nomeadamente meninos da etnia cigana. E então eles não conheciam as letras e o que eles gostavam era daquelas músicas, andavam sempre com músicas a cantar. E eu pensei assim, e se eu fizesse versos para as músicas e depois falasse com o professor de música que fizéssemos aqui umas músicas sobre as letras era muito interessante. E então a inspiração vem daí. Geralmente é assim, é de coisas que eu vivencio e do mundo à minha volta e muito da minha inspiração realmente, vem do contato com as crianças, porque eu escrevo criou livros para crianças, vocês são a minha fonte de inspiração.
Ao longo da sua carreira, tem conjugado a atividade como professora bibliotecária com a escrita de livros para crianças. Como essa dualidade influencia o seu processo criativo?
Acho que na pergunta anterior já respondi um bocadinho, Como eu sou professora e me, inspiro na vivência das crianças às vezes eu aproveito essa vivência para transpor para os meus livros. Por exemplo, este aqui “O maior segredo do mundo”, fala sobre os nossos Sonhos e como nós, com muito trabalho, esforço e empenho, se trabalharmos bastante e nunca desistirmos, conseguimos alcançar os nossos Sonhos. Porquê? Porque eu vim dando conta cada vez mais, as crianças às vezes achavam que não conseguiam e parece que já tínham os sonhos destruídos. Na verdade, parece que nem tinham Sonhos e vocês estão na idade de sonhar. E não pode ser, o que os meninos hoje em dia têm muitos problemas, muitas coisas para resolver, pronto são problemas que não interessam. Mas isso não tem que impedir que os impedir de sonhar. E eu tenho que escrever um livro de maneira a que todas as crianças percebessem que, independentemente a todos os problemas que possam ter, não devem nunca desistir de alcançar os seus objetivos e os seus Sonhos, Portanto, a minha vivência com as crianças influencia a minha escrita sim, eu vou escrevendo em função daquilo que eu vou, vivendo e que eu vou observando ao meu redor.
De uma forma ou de outra a sua vida são os livros. Lembram-se como nasceu essa paixão pelos livros e o que a fez apaixonar-se?
Realmente é assim, a minha paixão são os livros. Quer os que leio, quero o que eu escrevo, o que é que isso quer dizer? Quer dizer que a leitura e a escrita estão de mãos dadas. Eu sempre fui uma apaixonada por livros, desde muito pequenina. Eu lembro-me que eu nunca pedia brinquedos o que eu pedia era livros. Eu desde que aprendi a ler, tem sido a minha verdadeira paixão efetivamente. As meninas pediam bonecas e eu pedia sempre livros, livros. Eu gostava tanto de ler… (risos) (Eu não devia dizer isto, OK? Vai Ficar gravado, não é? Mas é verdade!) Eu enganava os meus pais, eu deixava-os ir para a cama adormecer depois eu ligava a luz e ficava a ler até altas horas da noite e depois vinha a minha mãe, tipo 3 da manhã… “Sofia… Estás a ler até estas horas…” Reparem que a mim ralhavam-me para eu parar de ler. Tal não era a minha paixão por livros e então, quando se gosta muito de livros e gosta-se muito de ler a histórias vão seguindo naturalmente na nossa cabeça. E depois vem o gosto pela escrita, as duas coisas andam muito de mãos dadas. Ler um livro é quase como treinássemos a nossa imaginação e a minha cabeça, só personagens, histórias e coisas que poderão acontecer. Portanto, Como Eu já li tanto, tanto, já vivi em tantos mundos inventados. Portanto, também comecei a ter vontade de escrever as minhas próprias histórias.
“O maior segredo do mundo” tem conquistado leitores de todas as idades. Como se sente com o destaque que o seu livro alcançou, estando entre os mais vendidos?
Eu sinto-me muito abençoada e muito, muito feliz. Sabes que eu, eu quando escrevi o livro…E assim nós escrevemos o livro depois ele é editado e nós não temos noção do que é que vai acontecer com o livro. Então este livro tem sido efetivamente e uma fonte de alegria constante. Logo na primeira semana ele entrou para o top de vendas da Fnac kids. Eu nem queria acreditar. Foi mesmo assim uma grande surpresa. Depois ele entrou para os livros aconselhados para as metas que curriculares e para as aprendizagens essenciais. Foi assim sonho. Jamais achei que um livro meu pudesse integrar essa lista que é uma lista muito restrita e muito conceituada. Depois o meu livro foi escolhido pela Porto Editora, juntamente com com a SIC Esperança para pertencer também ao reduzido número de livros a para integrar um projeto solidário. Se comprar o meu livro uma pequena verba da compra desse livro vai para um projeto solidário de ajudar crianças. E o meu livro foi escolhido para isso, e começou a aparecer na televisão na altura, na altura do Natal. Pronto tem sido maravilhoso. E aliás, eu sinto muito abençoada por pensarem em mim para esses projetos, porque eu sou muito a favor também de causas humanitárias e de ajudar as crianças, nomeadamente. Portanto, quando meu livro foi escolhido eu fiquei muito feliz. Eu nem queria acreditar, portanto, tem sido maravilhoso.
“O Maior Segredo do Mundo” e “A Lagarta Renata” são exemplos do teu talento em criar narrativas que ajudam os leitores a acreditar e lutar pelos seus sonhos. Como escolhe os temas e mensagens que quer transmitir aos seus leitores?
No caso do livro “O maior segredo do mundo”, como já tinha dito, foi devido a perceber que cada vez mais os meninos chegam à escola um bocadinho desanimados e acham que não conseguem. E, eu acho que vocês estão na idade de ter sonhos e não de dizer que não conseguem. E então o meu livro é quase como um manual que eu espero que vos possa ajudar. Vocês ao ler o meu livro percebam que realmente se nós não tentarmos e não investimos não conseguimos, mas se nós fizermos isso, se acreditarmos se tivermos no nosso coração um sonho muito grande, temos a certeza que é aquilo queremos ser, nós não desistimos nunca, seguirmos em frente e não desistirmos nunca de um dos nossos Sonhos e dos nossos objetivos. Quando estou a escrever um livro eu tenho em mente que euero passar uma Mensagem. Eu Não escrevo só por escrever, eu tenho sempre em mente que eu sou professora e que a minha função primordial é passar uma mensagem importante às crianças. Neste um outro que eu escrevi já posteriormente a este eles saíram quase na mesma altura que “a lagarta Renata” também passo uma Mensagem muito interessante, é a Mensagem que lá está que nós temos que sempre além que temos que nos superar. Eu faço sempre por passar mensagens positivas e que incentivem as crianças a chegar mais Longe. Aliás, eu como professora bibliotecária faço isso também porque eu trago-vos o livro da Malala que foi uma menina que foi Prémio Nobel da Paz, já vos trouxe aquele livro da menina que plantava árvores para vocês verem como as crianças podem mudar o mundo. Portanto, eu sou extremamente positiva e eu quero passar essa mensagem de ser positivo sempre às crianças para que elas se tornem mais felizes.
Para além de ser escritora, também tem formação em Educação Especial. Como essa área complementa o trabalho enquanto autora de livros infantis?
Engraçado eu sem querer, comecei por responder a isso quando eu disse que um dos livros que eu escrevi que era o “Abecedário bem comportado” foi precisamente porque eu estava a trabalhar com meninos de educação especial que eram de etnia cigana e eles não sabiam ler nem escrever nem os pais. Portanto as letras não lhes diziam nada efetivamente. E só gostavam de música. Eu senti necessidade, então de pôr as letras do abecedário em versinhos, para lhes dar uma música para ver se eles começavam a perceber melhor as letras. Portanto, as coisas complementam-se efetivamente. E já agora funcionou eles no terceiro ano já sabiam ler e escrever.
A sua experiência como professora de diferentes faixas etárias certamente dá uma perspetiva única sobre o poder transformador da educação. Como vê o papel dos livros no desenvolvimento das crianças?
Os livros são fundamentais. Como eu já vos disse este ano. Qual é a maior invenção do ser humano? Qual é? Os livros claro! Está lá tudo. Os livros permitem-nos fazer tantas coisas, tantas coisas. Os livros podem ser os nossos melhores amigos, os nossos companheiros. Nós, ao lermos livros e as histórias que eles transmitem, às vezes ficamos com a sensação: “É pá, afinal, este problema não é só nesta personagem, ela teve este problema e conseguiu ultrapassar.” Portanto os livros ajudam-nos imenso em todas as áreas da nossa vida. Ajuda-nos também aumentar o vocabulário, a escrever a maneira mais correta, abrem-nos horizontes, permitem-nos viajar, estando mesmo sitio… os livros são maravilhosos. Os livros são fundamentais quer para as crianças, quer para os adultos. Portanto, eu tenho é que investir nas crianças para vos incutir esse gosto pela leitura. Para vocês quando crescerem, nunca o perderem e ficarem sempre com este gosto. Depois, quando forem pais e mães também, o posam passar às vossas crianças. Os livros são fundamentais para vivermos todo num mundo mais harmonioso e mais feliz.
Como bibliotecária escolar, estás constantemente em contacto com os jovens e com os livros. Qual é o impacto que a sua presença na biblioteca tem na vida dos alunos.
Eu espero que tenham um grande impacto. Como eu já te disse eu faço uma seleção criteriosa dos livros que eu trago. O que é que nós trabalhamos em Janeiro? Janeiro, o mês da paz foi ou não foi? Eu tento sempre trazer livros que tenham temas positivos que vos ajudem Lembro-me de “uma coisa boa”. Qual era a Mensagem do livro? E vocês tentam saber qual era a coisa má e eu disse, não importa, é a coisa boa que importa, é perante um problema, como é que nós podemos ultrapassar. Portanto, que eu faço um esforço grande, espero que isso seja notório, em trazer sempre livros que tenham informações positivas que ajudem as crianças a superar os seus problemas, que as ajudem a ir mais além. E que ajudem basicamente a ser felizes.
Muitos jovens aspiram a seguir carreira como escritores. Que conselhos darias a esses jovens que sonham em partilhar as suas histórias com o mundo?
Como já te disse também a leitura e escrita andam de mãos dadas, portanto, quem tem efetivamente o sonho de ser escritor, primeiro, não deve desistir nunca, desistir não é opção, como diz “o maior segredo do mundo” depois é acreditar, acreditar, acreditar e treinar, treinar, treinar, que é este segredo para nós realizarmos os nossos Sonhos. O que é que podemos fazer relativamente a este sonho? O treinar tem a ver connosco próprios com os nossos sonhos. Depois o treinar é ler muito. Ou seja é impossível ser uma boa escritora se não lermos muito os livros são a chave para tudo. Quem aspirar, quem tiver como como sonho tornasse escritor o meu conselho é, por favor, leiam, leiam, leiam tudo o que gostarem. Os livros vão-vos ajudar para isso e para tudo na vossa vida, para tudo. É este o meu conselho.
Por fim, que mensagem gostaria de deixar aos jovens leitores que se inspiram em si e nos seus livros para explorarem o mundo da literatura e da imaginação?
A Mensagem é respeitem os livros, amem os livros, e leiam sempre e de preferência tentem transmitir esse gosto pelos livros pelas pessoas que estão ao vosso redor. Tal e qual como vocês estão a fazer. Eu estou abismada com o vosso talento, com o vosso empenho pelo vosso gosto, pela literatura e pelas artes em geral. Ok, meus amores estão de parabéns!
Olá, Sofia Pereira! É um prazer poder conversar consigo sobre o fascinante universo literário que combina a paixão pela escrita e pelo ensino. Como surgiu a inspiração para escrever livros infantis?
Olá Leonor minha querida antes de mais os parabéns por esta iniciativa do LITERATURArte é um prazer enorme eu estar aqui perante uma curadora, fundadora desta iniciativa tão interessante. Então a tua pergunta é, como é, de onde é que me vêm a inspiração para eu escrever os meus livros? Olha, pergunta tão interessante, sabes que a maior parte da inspiração vem de vocês das crianças, por exemplo, um dos livros que eu escrevi chama-se “O abecedário bem comportado”. Então, é um livro que se abre e para cada letra do abecedário tem várias poesias e muito interessante. E como é que eu tive inspiração para fazer esses Livro eu altura da trabalhava com meninos da educação especial, que tinha muitas dificuldades, nomeadamente meninos da etnia cigana. E então eles não conheciam as letras e o que eles gostavam era daquelas músicas, andavam sempre com músicas a cantar. E eu pensei assim, e se eu fizesse versos para as músicas e depois falasse com o professor de música que fizéssemos aqui umas músicas sobre as letras era muito interessante. E então a inspiração vem daí. Geralmente é assim, é de coisas que eu vivencio e do mundo à minha volta e muito da minha inspiração realmente, vem do contato com as crianças, porque eu escrevo criou livros para crianças, vocês são a minha fonte de inspiração.
Ao longo da sua carreira, tem conjugado a atividade como professora bibliotecária com a escrita de livros para crianças. Como essa dualidade influencia o seu processo criativo?
Acho que na pergunta anterior já respondi um bocadinho, Como eu sou professora e me, inspiro na vivência das crianças às vezes eu aproveito essa vivência para transpor para os meus livros. Por exemplo, este aqui “O maior segredo do mundo”, fala sobre os nossos Sonhos e como nós, com muito trabalho, esforço e empenho, se trabalharmos bastante e nunca desistirmos, conseguimos alcançar os nossos Sonhos. Porquê? Porque eu vim dando conta cada vez mais, as crianças às vezes achavam que não conseguiam e parece que já tínham os sonhos destruídos. Na verdade, parece que nem tinham Sonhos e vocês estão na idade de sonhar. E não pode ser, o que os meninos hoje em dia têm muitos problemas, muitas coisas para resolver, pronto são problemas que não interessam. Mas isso não tem que impedir que os impedir de sonhar. E eu tenho que escrever um livro de maneira a que todas as crianças percebessem que, independentemente a todos os problemas que possam ter, não devem nunca desistir de alcançar os seus objetivos e os seus Sonhos, Portanto, a minha vivência com as crianças influencia a minha escrita sim, eu vou escrevendo em função daquilo que eu vou, vivendo e que eu vou observando ao meu redor.
De uma forma ou de outra a sua vida são os livros. Lembram-se como nasceu essa paixão pelos livros e o que a fez apaixonar-se?
Realmente é assim, a minha paixão são os livros. Quer os que leio, quero o que eu escrevo, o que é que isso quer dizer? Quer dizer que a leitura e a escrita estão de mãos dadas. Eu sempre fui uma apaixonada por livros, desde muito pequenina. Eu lembro-me que eu nunca pedia brinquedos o que eu pedia era livros. Eu desde que aprendi a ler, tem sido a minha verdadeira paixão efetivamente. As meninas pediam bonecas e eu pedia sempre livros, livros. Eu gostava tanto de ler… (risos) (Eu não devia dizer isto, OK? Vai Ficar gravado, não é? Mas é verdade!) Eu enganava os meus pais, eu deixava-os ir para a cama adormecer depois eu ligava a luz e ficava a ler até altas horas da noite e depois vinha a minha mãe, tipo 3 da manhã… “Sofia… Estás a ler até estas horas…” Reparem que a mim ralhavam-me para eu parar de ler. Tal não era a minha paixão por livros e então, quando se gosta muito de livros e gosta-se muito de ler a histórias vão seguindo naturalmente na nossa cabeça. E depois vem o gosto pela escrita, as duas coisas andam muito de mãos dadas. Ler um livro é quase como treinássemos a nossa imaginação e a minha cabeça, só personagens, histórias e coisas que poderão acontecer. Portanto, Como Eu já li tanto, tanto, já vivi em tantos mundos inventados. Portanto, também comecei a ter vontade de escrever as minhas próprias histórias.
“O maior segredo do mundo” tem conquistado leitores de todas as idades. Como se sente com o destaque que o seu livro alcançou, estando entre os mais vendidos?
Eu sinto-me muito abençoada e muito, muito feliz. Sabes que eu, eu quando escrevi o livro…E assim nós escrevemos o livro depois ele é editado e nós não temos noção do que é que vai acontecer com o livro. Então este livro tem sido efetivamente e uma fonte de alegria constante. Logo na primeira semana ele entrou para o top de vendas da Fnac kids. Eu nem queria acreditar. Foi mesmo assim uma grande surpresa. Depois ele entrou para os livros aconselhados para as metas que curriculares e para as aprendizagens essenciais. Foi assim sonho. Jamais achei que um livro meu pudesse integrar essa lista que é uma lista muito restrita e muito conceituada. Depois o meu livro foi escolhido pela Porto Editora, juntamente com com a SIC Esperança para pertencer também ao reduzido número de livros a para integrar um projeto solidário. Se comprar o meu livro uma pequena verba da compra desse livro vai para um projeto solidário de ajudar crianças. E o meu livro foi escolhido para isso, e começou a aparecer na televisão na altura, na altura do Natal. Pronto tem sido maravilhoso. E aliás, eu sinto muito abençoada por pensarem em mim para esses projetos, porque eu sou muito a favor também de causas humanitárias e de ajudar as crianças, nomeadamente. Portanto, quando meu livro foi escolhido eu fiquei muito feliz. Eu nem queria acreditar, portanto, tem sido maravilhoso.
“O Maior Segredo do Mundo” e “A Lagarta Renata” são exemplos do teu talento em criar narrativas que ajudam os leitores a acreditar e lutar pelos seus sonhos. Como escolhe os temas e mensagens que quer transmitir aos seus leitores?
No caso do livro “O maior segredo do mundo”, como já tinha dito, foi devido a perceber que cada vez mais os meninos chegam à escola um bocadinho desanimados e acham que não conseguem. E, eu acho que vocês estão na idade de ter sonhos e não de dizer que não conseguem. E então o meu livro é quase como um manual que eu espero que vos possa ajudar. Vocês ao ler o meu livro percebam que realmente se nós não tentarmos e não investimos não conseguimos, mas se nós fizermos isso, se acreditarmos se tivermos no nosso coração um sonho muito grande, temos a certeza que é aquilo queremos ser, nós não desistimos nunca, seguirmos em frente e não desistirmos nunca de um dos nossos Sonhos e dos nossos objetivos. Quando estou a escrever um livro eu tenho em mente que euero passar uma Mensagem. Eu Não escrevo só por escrever, eu tenho sempre em mente que eu sou professora e que a minha função primordial é passar uma mensagem importante às crianças. Neste um outro que eu escrevi já posteriormente a este eles saíram quase na mesma altura que “a lagarta Renata” também passo uma Mensagem muito interessante, é a Mensagem que lá está que nós temos que sempre além que temos que nos superar. Eu faço sempre por passar mensagens positivas e que incentivem as crianças a chegar mais Longe. Aliás, eu como professora bibliotecária faço isso também porque eu trago-vos o livro da Malala que foi uma menina que foi Prémio Nobel da Paz, já vos trouxe aquele livro da menina que plantava árvores para vocês verem como as crianças podem mudar o mundo. Portanto, eu sou extremamente positiva e eu quero passar essa mensagem de ser positivo sempre às crianças para que elas se tornem mais felizes.
Para além de ser escritora, também tem formação em Educação Especial. Como essa área complementa o trabalho enquanto autora de livros infantis?
Engraçado eu sem querer, comecei por responder a isso quando eu disse que um dos livros que eu escrevi que era o “Abecedário bem comportado” foi precisamente porque eu estava a trabalhar com meninos de educação especial que eram de etnia cigana e eles não sabiam ler nem escrever nem os pais. Portanto as letras não lhes diziam nada efetivamente. E só gostavam de música. Eu senti necessidade, então de pôr as letras do abecedário em versinhos, para lhes dar uma música para ver se eles começavam a perceber melhor as letras. Portanto, as coisas complementam-se efetivamente. E já agora funcionou eles no terceiro ano já sabiam ler e escrever.
A sua experiência como professora de diferentes faixas etárias certamente dá uma perspetiva única sobre o poder transformador da educação. Como vê o papel dos livros no desenvolvimento das crianças?
Os livros são fundamentais. Como eu já vos disse este ano. Qual é a maior invenção do ser humano? Qual é? Os livros claro! Está lá tudo. Os livros permitem-nos fazer tantas coisas, tantas coisas. Os livros podem ser os nossos melhores amigos, os nossos companheiros. Nós, ao lermos livros e as histórias que eles transmitem, às vezes ficamos com a sensação: “É pá, afinal, este problema não é só nesta personagem, ela teve este problema e conseguiu ultrapassar.” Portanto os livros ajudam-nos imenso em todas as áreas da nossa vida. Ajuda-nos também aumentar o vocabulário, a escrever a maneira mais correta, abrem-nos horizontes, permitem-nos viajar, estando mesmo sitio… os livros são maravilhosos. Os livros são fundamentais quer para as crianças, quer para os adultos. Portanto, eu tenho é que investir nas crianças para vos incutir esse gosto pela leitura. Para vocês quando crescerem, nunca o perderem e ficarem sempre com este gosto. Depois, quando forem pais e mães também, o posam passar às vossas crianças. Os livros são fundamentais para vivermos todo num mundo mais harmonioso e mais feliz.
Como bibliotecária escolar, estás constantemente em contacto com os jovens e com os livros. Qual é o impacto que a sua presença na biblioteca tem na vida dos alunos.
Eu espero que tenham um grande impacto. Como eu já te disse eu faço uma seleção criteriosa dos livros que eu trago. O que é que nós trabalhamos em Janeiro? Janeiro, o mês da paz foi ou não foi? Eu tento sempre trazer livros que tenham temas positivos que vos ajudem Lembro-me de “uma coisa boa”. Qual era a Mensagem do livro? E vocês tentam saber qual era a coisa má e eu disse, não importa, é a coisa boa que importa, é perante um problema, como é que nós podemos ultrapassar. Portanto, que eu faço um esforço grande, espero que isso seja notório, em trazer sempre livros que tenham informações positivas que ajudem as crianças a superar os seus problemas, que as ajudem a ir mais além. E que ajudem basicamente a ser felizes.
Muitos jovens aspiram a seguir carreira como escritores. Que conselhos darias a esses jovens que sonham em partilhar as suas histórias com o mundo?
Como já te disse também a leitura e escrita andam de mãos dadas, portanto, quem tem efetivamente o sonho de ser escritor, primeiro, não deve desistir nunca, desistir não é opção, como diz “o maior segredo do mundo” depois é acreditar, acreditar, acreditar e treinar, treinar, treinar, que é este segredo para nós realizarmos os nossos Sonhos. O que é que podemos fazer relativamente a este sonho? O treinar tem a ver connosco próprios com os nossos sonhos. Depois o treinar é ler muito. Ou seja é impossível ser uma boa escritora se não lermos muito os livros são a chave para tudo. Quem aspirar, quem tiver como como sonho tornasse escritor o meu conselho é, por favor, leiam, leiam, leiam tudo o que gostarem. Os livros vão-vos ajudar para isso e para tudo na vossa vida, para tudo. É este o meu conselho.
Por fim, que mensagem gostaria de deixar aos jovens leitores que se inspiram em si e nos seus livros para explorarem o mundo da literatura e da imaginação?
A Mensagem é respeitem os livros, amem os livros, e leiam sempre e de preferência tentem transmitir esse gosto pelos livros pelas pessoas que estão ao vosso redor. Tal e qual como vocês estão a fazer. Eu estou abismada com o vosso talento, com o vosso empenho pelo vosso gosto, pela literatura e pelas artes em geral. Ok, meus amores estão de parabéns!

Escritora Alice Vieira Vence Prémio Internacional de Literatura Infantil
A escritora Alice Vieira acaba de ganhar um prémio muito especial, o “Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil”. Ela foi escolhida entre 14 finalistas de diferentes países, como Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México, Portugal e Uruguai.
Alice Vieira é a primeira autora portuguesa a receber este prémio que reconhece escritores que contam histórias incríveis para crianças e adolescentes. O júri elogiou a forma como ela cria personagens cativantes e como consegue entender o mundo das crianças. Eles também destacaram sua capacidade de transformar histórias locais em algo que todos no mundo podem desfrutar.
O prémio é muito especial e vale cerca de 28 mil euros. Alice Vieira receberá este prémio no dia 28 de novembro durante a Feira de Guadalajara, no México.
É fantástico ver autores incríveis como Alice Vieira serem reconhecidos por suas histórias maravilhosas que encantam leitores de todas as idades!
A escritora Alice Vieira acaba de ganhar um prémio muito especial, o “Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil”. Ela foi escolhida entre 14 finalistas de diferentes países, como Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México, Portugal e Uruguai.
Alice Vieira é a primeira autora portuguesa a receber este prémio que reconhece escritores que contam histórias incríveis para crianças e adolescentes. O júri elogiou a forma como ela cria personagens cativantes e como consegue entender o mundo das crianças. Eles também destacaram sua capacidade de transformar histórias locais em algo que todos no mundo podem desfrutar.
O prémio é muito especial e vale cerca de 28 mil euros. Alice Vieira receberá este prémio no dia 28 de novembro durante a Feira de Guadalajara, no México.
É fantástico ver autores incríveis como Alice Vieira serem reconhecidos por suas histórias maravilhosas que encantam leitores de todas as idades!

Eventos Penguin 2024: Um Ano Repleto de Atividades Literárias de Norte a Sul de Portugal
O ano de 2024 foi marcado por uma intensa agenda de eventos literários organizados pela Penguin, que percorreram o país de Norte a Sul. Em fevereiro, a editora marcou presença no festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, com a participação de vários dos seus autores. Já em março, a Penguin esteve presente na maior edição de sempre da Comic Con Portugal, em Matosinhos, que contou com a presença da autora singapurense Sher Lee.
Ainda no Norte do país, em abril, a editora participou no festival LeV – Literatura em Viagem, com um encontro da Secret Society. A digressão literária passou também por Coimbra, para mais uma edição do festival Coimbra BD, que contou com a presença de alguns autores da Iguana, uma das chancelas da Penguin. Estes eventos foram apenas alguns dos destaques de um ano repleto de atividades que visaram aproximar os leitores dos seus autores favoritos e promover a literatura em todo o país.
O ano de 2024 foi marcado por uma intensa agenda de eventos literários organizados pela Penguin, que percorreram o país de Norte a Sul. Em fevereiro, a editora marcou presença no festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, com a participação de vários dos seus autores. Já em março, a Penguin esteve presente na maior edição de sempre da Comic Con Portugal, em Matosinhos, que contou com a presença da autora singapurense Sher Lee.
Ainda no Norte do país, em abril, a editora participou no festival LeV – Literatura em Viagem, com um encontro da Secret Society. A digressão literária passou também por Coimbra, para mais uma edição do festival Coimbra BD, que contou com a presença de alguns autores da Iguana, uma das chancelas da Penguin. Estes eventos foram apenas alguns dos destaques de um ano repleto de atividades que visaram aproximar os leitores dos seus autores favoritos e promover a literatura em todo o país.

Fitinhas decorativas
Hoje vou ensinar-vos a fazer uma fitinha decorativa. É uma ideia muito simples e divertida, e só precisam de um pedaço de papel A4, lápis de cor, uma régua e uma tesoura. Vamos começar?
Como ficaram as tuas fitinhas decorativas? Partilha nos comentários…
Hoje vou ensinar-vos a fazer uma fitinha decorativa. É uma ideia muito simples e divertida, e só precisam de um pedaço de papel A4, lápis de cor, uma régua e uma tesoura. Vamos começar?
Como ficaram as tuas fitinhas decorativas? Partilha nos comentários…

FÓLIO 23: Festival Literário e de Artes de Óbidos celebra a diversidade cultural
O FÓLIO 23, o festival literário e de artes de Óbidos, decorre entre os dias 12 e 22 de outubro, com o tema “Diversidade”. O evento, que conta com a participação de mais de 200 autores, artistas e pensadores de vários países e áreas culturais, pretende ser um espaço de reflexão, debate e criação sobre a importância da diversidade na sociedade contemporânea.
Entre as atividades programadas, destacam-se as conferências, os debates, as mesas redondas, os lançamentos de livros, as exposições, os espetáculos musicais, teatrais e de dança, as oficinas, as sessões de cinema e as atividades para o público infantil e juvenil. Uma das apostas do festival é a promoção da educação e da literatura infantojuvenil, com a realização de encontros com escritores, ilustradores e editores, workshops de escrita criativa e ilustração, contos e leituras encenadas, jogos literários e visitas guiadas à vila de Óbidos. O festival conta ainda com a presença de convidados especiais, como o escritor moçambicano Mia Couto, o filósofo francês Edgar Morin, a artista plástica brasileira Adriana Varejão, o músico angolano Paulo Flores e o cineasta português João Botelho.
O FÓLIO 23 é uma iniciativa da Câmara Municipal de Óbidos, em parceria com a Fundação José Saramago, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto Camões e outras entidades públicas e privadas. O festival tem como objetivo promover a cultura, a educação e o turismo na região, bem como estimular o diálogo intercultural e a cidadania global.
O FÓLIO 23, o festival literário e de artes de Óbidos, decorre entre os dias 12 e 22 de outubro, com o tema “Diversidade”. O evento, que conta com a participação de mais de 200 autores, artistas e pensadores de vários países e áreas culturais, pretende ser um espaço de reflexão, debate e criação sobre a importância da diversidade na sociedade contemporânea.
Entre as atividades programadas, destacam-se as conferências, os debates, as mesas redondas, os lançamentos de livros, as exposições, os espetáculos musicais, teatrais e de dança, as oficinas, as sessões de cinema e as atividades para o público infantil e juvenil. Uma das apostas do festival é a promoção da educação e da literatura infantojuvenil, com a realização de encontros com escritores, ilustradores e editores, workshops de escrita criativa e ilustração, contos e leituras encenadas, jogos literários e visitas guiadas à vila de Óbidos. O festival conta ainda com a presença de convidados especiais, como o escritor moçambicano Mia Couto, o filósofo francês Edgar Morin, a artista plástica brasileira Adriana Varejão, o músico angolano Paulo Flores e o cineasta português João Botelho.
O FÓLIO 23 é uma iniciativa da Câmara Municipal de Óbidos, em parceria com a Fundação José Saramago, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto Camões e outras entidades públicas e privadas. O festival tem como objetivo promover a cultura, a educação e o turismo na região, bem como estimular o diálogo intercultural e a cidadania global.

HISTÓRIAS DE VELHAS PARA OS MAIS NOVOS
Na hora do conto, do dia 20 de janeiro, Teresa Guimarães, uma professora e construtora de marionetas, foi contar as histórias, “três desejos” e “corre corre cabacinha” de Eva Mejuto, com as suas marionetas.
Numa sessão diferente do habitual a “Hora do Conto”, promovida pela Biblioteca Municipal da Maia, começou com música, uma recordação de músicas e de “histórias de velhas” como lhe chamou Teresa. A tradição oral ganhou vida junto dos mais novos com uma dobadoura antiga acompanhada da respetiva música. A Teresa também cantou 3 canções tradicionais, e mostrou uns instrumentos antigos. Teresa também trouxe uma marioneta chamada Albertina. essa marioneta é muito engraçada, e a voz que a Teresa faz para a representar é espetacular. Mas a estrela da festa foi a Albertina, uma transmontana de meio palmo de altura que acompanhada dos seus amigos deu vida à história d’ ”os três desejos”.

Não vi velha nem velhinha,
nem velhinha nem velhão.
Corre corre, cabacinha.
Corre corre, cabação!,
Corre corre, cabacinha é um conto popular português de grande tradição. Conta a história de uma velhinha que, a caminho da boda da sua neta, encontra um lobo, um urso e um leão que a querem comer. Consegue convencer os animais a esperarem-na no regresso, e depois da celebração, a neta e a velhinha engendram um plano muito original para enganar as três feras.

Sonhar em noites de Lua, traz fortuna. Podeis pedir três desejos.», dizia o misterioso papel que desceu pela chaminé de um casal de velhinhos enquanto passavam o tempo a assar um naco de pão ao lume. Dentes de ouro, roupas elegantes, um palácio de diamantes… É difícil escolher, e a velhinha achou que com um chouriço no pão pensaria muito melhor. De repente… zás! Apareceu-lhe o chouriço. Tinha gasto o seu primeiro desejo! Quantos sonhos cabem em três desejos!
Na hora do conto, do dia 20 de janeiro, Teresa Guimarães, uma professora e construtora de marionetas, foi contar as histórias, “três desejos” e “corre corre cabacinha” de Eva Mejuto, com as suas marionetas.
Numa sessão diferente do habitual a “Hora do Conto”, promovida pela Biblioteca Municipal da Maia, começou com música, uma recordação de músicas e de “histórias de velhas” como lhe chamou Teresa. A tradição oral ganhou vida junto dos mais novos com uma dobadoura antiga acompanhada da respetiva música. A Teresa também cantou 3 canções tradicionais, e mostrou uns instrumentos antigos. Teresa também trouxe uma marioneta chamada Albertina. essa marioneta é muito engraçada, e a voz que a Teresa faz para a representar é espetacular. Mas a estrela da festa foi a Albertina, uma transmontana de meio palmo de altura que acompanhada dos seus amigos deu vida à história d’ ”os três desejos”.

Não vi velha nem velhinha,
nem velhinha nem velhão.
Corre corre, cabacinha.
Corre corre, cabação!,
Corre corre, cabacinha é um conto popular português de grande tradição. Conta a história de uma velhinha que, a caminho da boda da sua neta, encontra um lobo, um urso e um leão que a querem comer. Consegue convencer os animais a esperarem-na no regresso, e depois da celebração, a neta e a velhinha engendram um plano muito original para enganar as três feras.

Sonhar em noites de Lua, traz fortuna. Podeis pedir três desejos.», dizia o misterioso papel que desceu pela chaminé de um casal de velhinhos enquanto passavam o tempo a assar um naco de pão ao lume. Dentes de ouro, roupas elegantes, um palácio de diamantes… É difícil escolher, e a velhinha achou que com um chouriço no pão pensaria muito melhor. De repente… zás! Apareceu-lhe o chouriço. Tinha gasto o seu primeiro desejo! Quantos sonhos cabem em três desejos!

Hora de contar como do Avô cuidar
“Como tomar conta de um avô”, foi o livro escolhido por Joana Costa para ser apresentado na Biblioteca Municipal da Maia, no dia 14 de outubro para a atividade a “hora do conto” que vai acontecer todos os sábados de outubro.
A “hora do conto” é uma atividade regular da Biblioteca Dr José Vieira de Carvalho que leva aos mais novos histórias maravilhosas. Para além de saber sempre bem ouvir boas histórias estimula o gosto pela leitura e pelos livros.
O livro fala sobre um avô que foi visitar o seu neto, o neto super traquinas brinca até às tantas com o avô que se acaba por cansar. Se algum dia leres este livro tenta fazer o que ele diz, mas tem cuidado não chateies o teu avô.
Boas Leituras.
O LIVRO
PRÓXIMOS EVENTOS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA
[tribe_featured_venue id=”216″]
“Como tomar conta de um avô”, foi o livro escolhido por Joana Costa para ser apresentado na Biblioteca Municipal da Maia, no dia 14 de outubro para a atividade a “hora do conto” que vai acontecer todos os sábados de outubro.
A “hora do conto” é uma atividade regular da Biblioteca Dr José Vieira de Carvalho que leva aos mais novos histórias maravilhosas. Para além de saber sempre bem ouvir boas histórias estimula o gosto pela leitura e pelos livros.
O livro fala sobre um avô que foi visitar o seu neto, o neto super traquinas brinca até às tantas com o avô que se acaba por cansar. Se algum dia leres este livro tenta fazer o que ele diz, mas tem cuidado não chateies o teu avô.
Boas Leituras.
O LIVRO
PRÓXIMOS EVENTOS NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA
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Juventude e Palavras: O Mundo Literário de Vitória Ferreira
Aos 13 anos, ela começou a tecer as linhas de sua própria narrativa com “Será Que Te Amo?”, um romance que ecoa com a essência da juventude. Desde então, Vitória Ferreira não apenas se aventurou no mundo da escrita, mas também desbravou novos territórios literários, enfrentando desafios e crescendo com cada página escrita.
Vitória Ferreira é um exemplo vivo do poder da paixão e da determinação na arte da escrita. Desde tenra idade, encontrou refúgio nas páginas dos livros “mais crescidos”, alimentando uma curiosidade voraz por histórias que transcenderam as fronteiras da infância. A sua jornada literária começou como uma semente de poesia, florescendo gradualmente em narrativas mais complexas e maduras. A publicação de seu primeiro romance aos 15 anos não apenas a colocou no mapa literário, mas também a incitou a explorar novos horizontes, desafiando-se a criar para diferentes audiências e mergulhar em géneros diversos. Agora já uma jovem universitária, Vitória não apenas reflete sobre seu próprio crescimento como escritora, mas também busca inspirar a próxima geração de jovens talentos literários, compartilhando sabedoria e encorajamento através de suas palavras e presença online.
Aos 13 anos, começaste a escrever o teu primeiro romance, “Será Que Te Amo?”. O que te inspirou a começar tão jovem e como foi o processo de escrita?
Sempre gostei de ler e confesso que nunca tive um grande interesse por livros infantis, preferia livros maiores dos “mais crescidos”. Desde o segundo ano que tinha uma amiga que partilhava do mesmo interesse e chegámos a ler algumas vezes em conjunto o que sinto que também ajudou a promover o meu gosto pelos livros. A dada altura os textos da escola começarem a ter páginas em vez de linhas e percebi que gostava daquilo. Comecei por escrever poesia, era algo que gostava e que até era boa, portanto desenvolvi. Entretanto, descobri o Wattpad e um dia decidi começar a escrever umas coisas para lá pôr. Já no sétimo/oitavo ano decidi escrever mesmo um livro também nessa aplicação e comecei a ver uma maior adesão, foi aí que pensei que poderia fazer daquilo um livro a sério e comecei a escrever com um objetivo.
Aos 15 anos, publicaste “Será Que Te Amo?”. Como foi a experiência de ver o teu livro ganhar vida e chegar aos leitores? Que emoções sentiste?
Inicialmente, não esperava ter resposta positiva de uma editora, mas quando tive fiquei muito contente. Foi incrível poder ver as pessoas com o meu livro, a lerem o que eu escrevia e, principalmente, a gostarem. Acho que acima de tudo me vez sentir que era possível, que eu era capaz de fazer aquilo que me desafiasse a fazer.
Ser uma autora tão jovem deve ter apresentado desafios únicos. Podes partilhar alguns dos desafios que enfrentaste e como os superaste?
É muito frustrante começar neste mundo, já há muita gente conhecida que as pessoas preferem e muita gente que apenas por terem mais seguidores nas redes sociais têm mais oportunidades. Por isso, muitas vezes questionamo-nos se fará sentido. Como é que com pouca experiência e poucas oportunidades conseguimos alcançar o mesmo. São questões que surgiram inicialmente e que continuo a sentir. Acho que, inicialmente, o ir às feiras e estar com os potenciais leitores ajudou a divulgar, mas não é suficiente. Além disso, acho que a única forma de superar é não desistir e continuar a tentar.
Como é que a tua escrita evoluiu e amadureceu à medida que ganhaste mais experiência de vida? Alguma experiência específica te influenciou enquanto escritora?
A minha escrita foi mudando bastante sem dúvida, aquilo que eu escrevi há cinco anos já não é de todo o que eu escreveria agora. É normal. À medida que vamos lendo livros diferentes e que vamos vivendo coisas diferentes vamos mudando as nossas ideais. Posso dizer que aquilo que com treze anos me parecia uma história de amor incrível me parece agora uma história imatura e nada saudável. Da mesma forma que determinadas palavras e expressões já foram excluídas do meu vocabulário. Aliás, eu passei este último mês a trabalhar numa reedição do meu primeiro livro e ainda que sem alterar a história senti a necessidade de corrigir muita coisa a nível de escrita. Portanto, sem dúvida que muita coisa mudou e consegue perceber-se lendo os meus livros.
Além dos romances, também escreves poesia. O que te atrai em diferentes formas de expressão literária?
Como disse há pouco a minha história começou pela poesia, tinha um livro com poemas de Camões que achava interessante quando era mais pequena e algo na ideia de rimar me chamava à atenção. Com o tempo e mais uma vez a questão do amadurecimento da escrita comecei a ver mais a poesia como uma forma de expressar emoções e retratar determinadas situações ao invés de a ver como um sudoku em que temos de encaixar as palavras na medida certa para que rimem como queremos.
Recentemente, aventuraste-te num novo género com o livro infantil “Helena, a Hiena”. Qual foi a tua motivação para explorar este novo território literário?
Nunca tinham pensado em escrever um livro infantil. Sinto que a minha escrita não conseguia ser simples e engraçada o suficiente para isso. Ainda assim, tinham-me lançado o desafio e fui pensando no assunto. Numa Feira do Livro de Lisboa deixei-me perder na secção infantil a tentar perceber como é que se escrevia um livro infantil. Saí de lá com algumas ideias, mas não as consegui passar à prática. Uns tempos depois estava a lavar os dentes e tive a excelente ideia de escrever um livro sobre a importância de nos mantermos alegres e confiantes tendo como protagonista uma Hiena. Uma coisa levou à outra e assim surgiu a Helena, a Hiena.
Quando revisitas o teu primeiro romance nota evolução na escrita e no enredo fruto de maior maturidade? Como encaras esse crescimento?
Eu acabei por me antecipar e ir falando um pouco deste assunto. Mas quanto ao que me faz sentir, por um lado é interessante perceber o quanto melhorei nos últimos anos, a começar pelos conhecimentos de gramática, mas também pela própria vida e pelas experiências que fui acumulando. Sinto que a forma como escrevia antes não deve ser esquecida e que a história que escrevi será sempre uma boa história para adolescentes porque foi escrita por uma, mas acho que é também importante procurar melhorar e evoluir ao máximo.
Com a universidade, as viagens, as redes sociais e a escrita. Como concilias o teu tempo entre paixões e qual delas mais influencia o teu futuro?
A universidade tira-me bastante tempo sem dúvida ainda por cima num curso que me obriga a estudar com frequência, mas ainda assim, não podemos deixar que uma só atividade nos ocupe a vida. Neste momento é sem dúvida uma prioridade, mas não a única. As redes sociais são algo que considero serem importantes para aquilo que faço e até porque uma das coisas que sempre quis fazer foi dar o exemplo e, por isso, atualmente, as redes sociais são uma excelente forma de o fazer. De qualquer forma, por vezes, têm de ficar para segundo plano. Quanto à escrita, não tem sido fácil, muitas vezes abdiquei de escrever para poder ir a sessões de apresentação e muitas vezes já não é uma questão de tempo, mas uma questão de ter cabeça para me sentar a escrever com tudo o resto a acontecer. Isto porque além destas quatro coisas ainda faço muitas coisas, algumas fui deixando para trás porque é preciso definir prioridades, mas tudo se faz. Este ano um dos meus objetivos será dar mais atenção à escrita.
Além da escrita, como utilizas as redes sociais para te conectares com os teus leitores? Qual é o papel das redes sociais na tua jornada literária?
Numa fase inicial consegui alcançar um maior público através das redes sociais ainda que não tenha sido algo muito significativo. Sinto que no meu caso as redes sociais não têm influenciado muito o meu percurso literário, pelo contrário, sinto que a importância atribuída às redes sociais, no dia a dia, prejudica o mundo dos livros em vários aspetos, ainda que possam beneficiar noutros.
Qual seria a tua mensagem para jovens leitores que aspiram ser escritores, especialmente aqueles que desejam começar cedo na escrita?
Leiam bastante, ler dá-nos novas experiências e exemplos. Escrevam o que gostariam de ler e não tenham medo de o mostrar. Ouçam o máximo de críticas (construtivas) para que possam melhorar ao máximo e, por mais chato e inútil que pareça, aprendam gramática.
Aos 13 anos, ela começou a tecer as linhas de sua própria narrativa com “Será Que Te Amo?”, um romance que ecoa com a essência da juventude. Desde então, Vitória Ferreira não apenas se aventurou no mundo da escrita, mas também desbravou novos territórios literários, enfrentando desafios e crescendo com cada página escrita.
Vitória Ferreira é um exemplo vivo do poder da paixão e da determinação na arte da escrita. Desde tenra idade, encontrou refúgio nas páginas dos livros “mais crescidos”, alimentando uma curiosidade voraz por histórias que transcenderam as fronteiras da infância. A sua jornada literária começou como uma semente de poesia, florescendo gradualmente em narrativas mais complexas e maduras. A publicação de seu primeiro romance aos 15 anos não apenas a colocou no mapa literário, mas também a incitou a explorar novos horizontes, desafiando-se a criar para diferentes audiências e mergulhar em géneros diversos. Agora já uma jovem universitária, Vitória não apenas reflete sobre seu próprio crescimento como escritora, mas também busca inspirar a próxima geração de jovens talentos literários, compartilhando sabedoria e encorajamento através de suas palavras e presença online.
Aos 13 anos, começaste a escrever o teu primeiro romance, “Será Que Te Amo?”. O que te inspirou a começar tão jovem e como foi o processo de escrita?
Sempre gostei de ler e confesso que nunca tive um grande interesse por livros infantis, preferia livros maiores dos “mais crescidos”. Desde o segundo ano que tinha uma amiga que partilhava do mesmo interesse e chegámos a ler algumas vezes em conjunto o que sinto que também ajudou a promover o meu gosto pelos livros. A dada altura os textos da escola começarem a ter páginas em vez de linhas e percebi que gostava daquilo. Comecei por escrever poesia, era algo que gostava e que até era boa, portanto desenvolvi. Entretanto, descobri o Wattpad e um dia decidi começar a escrever umas coisas para lá pôr. Já no sétimo/oitavo ano decidi escrever mesmo um livro também nessa aplicação e comecei a ver uma maior adesão, foi aí que pensei que poderia fazer daquilo um livro a sério e comecei a escrever com um objetivo.
Aos 15 anos, publicaste “Será Que Te Amo?”. Como foi a experiência de ver o teu livro ganhar vida e chegar aos leitores? Que emoções sentiste?
Inicialmente, não esperava ter resposta positiva de uma editora, mas quando tive fiquei muito contente. Foi incrível poder ver as pessoas com o meu livro, a lerem o que eu escrevia e, principalmente, a gostarem. Acho que acima de tudo me vez sentir que era possível, que eu era capaz de fazer aquilo que me desafiasse a fazer.
Ser uma autora tão jovem deve ter apresentado desafios únicos. Podes partilhar alguns dos desafios que enfrentaste e como os superaste?
É muito frustrante começar neste mundo, já há muita gente conhecida que as pessoas preferem e muita gente que apenas por terem mais seguidores nas redes sociais têm mais oportunidades. Por isso, muitas vezes questionamo-nos se fará sentido. Como é que com pouca experiência e poucas oportunidades conseguimos alcançar o mesmo. São questões que surgiram inicialmente e que continuo a sentir. Acho que, inicialmente, o ir às feiras e estar com os potenciais leitores ajudou a divulgar, mas não é suficiente. Além disso, acho que a única forma de superar é não desistir e continuar a tentar.
Como é que a tua escrita evoluiu e amadureceu à medida que ganhaste mais experiência de vida? Alguma experiência específica te influenciou enquanto escritora?
A minha escrita foi mudando bastante sem dúvida, aquilo que eu escrevi há cinco anos já não é de todo o que eu escreveria agora. É normal. À medida que vamos lendo livros diferentes e que vamos vivendo coisas diferentes vamos mudando as nossas ideais. Posso dizer que aquilo que com treze anos me parecia uma história de amor incrível me parece agora uma história imatura e nada saudável. Da mesma forma que determinadas palavras e expressões já foram excluídas do meu vocabulário. Aliás, eu passei este último mês a trabalhar numa reedição do meu primeiro livro e ainda que sem alterar a história senti a necessidade de corrigir muita coisa a nível de escrita. Portanto, sem dúvida que muita coisa mudou e consegue perceber-se lendo os meus livros.
Além dos romances, também escreves poesia. O que te atrai em diferentes formas de expressão literária?
Como disse há pouco a minha história começou pela poesia, tinha um livro com poemas de Camões que achava interessante quando era mais pequena e algo na ideia de rimar me chamava à atenção. Com o tempo e mais uma vez a questão do amadurecimento da escrita comecei a ver mais a poesia como uma forma de expressar emoções e retratar determinadas situações ao invés de a ver como um sudoku em que temos de encaixar as palavras na medida certa para que rimem como queremos.
Recentemente, aventuraste-te num novo género com o livro infantil “Helena, a Hiena”. Qual foi a tua motivação para explorar este novo território literário?
Nunca tinham pensado em escrever um livro infantil. Sinto que a minha escrita não conseguia ser simples e engraçada o suficiente para isso. Ainda assim, tinham-me lançado o desafio e fui pensando no assunto. Numa Feira do Livro de Lisboa deixei-me perder na secção infantil a tentar perceber como é que se escrevia um livro infantil. Saí de lá com algumas ideias, mas não as consegui passar à prática. Uns tempos depois estava a lavar os dentes e tive a excelente ideia de escrever um livro sobre a importância de nos mantermos alegres e confiantes tendo como protagonista uma Hiena. Uma coisa levou à outra e assim surgiu a Helena, a Hiena.
Quando revisitas o teu primeiro romance nota evolução na escrita e no enredo fruto de maior maturidade? Como encaras esse crescimento?
Eu acabei por me antecipar e ir falando um pouco deste assunto. Mas quanto ao que me faz sentir, por um lado é interessante perceber o quanto melhorei nos últimos anos, a começar pelos conhecimentos de gramática, mas também pela própria vida e pelas experiências que fui acumulando. Sinto que a forma como escrevia antes não deve ser esquecida e que a história que escrevi será sempre uma boa história para adolescentes porque foi escrita por uma, mas acho que é também importante procurar melhorar e evoluir ao máximo.
Com a universidade, as viagens, as redes sociais e a escrita. Como concilias o teu tempo entre paixões e qual delas mais influencia o teu futuro?
A universidade tira-me bastante tempo sem dúvida ainda por cima num curso que me obriga a estudar com frequência, mas ainda assim, não podemos deixar que uma só atividade nos ocupe a vida. Neste momento é sem dúvida uma prioridade, mas não a única. As redes sociais são algo que considero serem importantes para aquilo que faço e até porque uma das coisas que sempre quis fazer foi dar o exemplo e, por isso, atualmente, as redes sociais são uma excelente forma de o fazer. De qualquer forma, por vezes, têm de ficar para segundo plano. Quanto à escrita, não tem sido fácil, muitas vezes abdiquei de escrever para poder ir a sessões de apresentação e muitas vezes já não é uma questão de tempo, mas uma questão de ter cabeça para me sentar a escrever com tudo o resto a acontecer. Isto porque além destas quatro coisas ainda faço muitas coisas, algumas fui deixando para trás porque é preciso definir prioridades, mas tudo se faz. Este ano um dos meus objetivos será dar mais atenção à escrita.
Além da escrita, como utilizas as redes sociais para te conectares com os teus leitores? Qual é o papel das redes sociais na tua jornada literária?
Numa fase inicial consegui alcançar um maior público através das redes sociais ainda que não tenha sido algo muito significativo. Sinto que no meu caso as redes sociais não têm influenciado muito o meu percurso literário, pelo contrário, sinto que a importância atribuída às redes sociais, no dia a dia, prejudica o mundo dos livros em vários aspetos, ainda que possam beneficiar noutros.
Qual seria a tua mensagem para jovens leitores que aspiram ser escritores, especialmente aqueles que desejam começar cedo na escrita?
Leiam bastante, ler dá-nos novas experiências e exemplos. Escrevam o que gostariam de ler e não tenham medo de o mostrar. Ouçam o máximo de críticas (construtivas) para que possam melhorar ao máximo e, por mais chato e inútil que pareça, aprendam gramática.

Liliana Geraldes: Da Viagem Impactante à Missão de Salvar o Planeta!
Liliana Geraldes, uma autora multifacetada e defensora apaixonada do meio ambiente, revela numa entrevista exclusiva como a sua jornada pessoal influenciou a sua escrita e ativismo. Para Geraldes, a inspiração para o seu último livro, “Clara e a Ilha do Plástico”, surgiu após uma viagem marcante a Bali, onde testemunhou o impacto devastador do plástico nas praias. Além da sua incursão literária, Geraldes está envolvida num novo projeto eco-responsável que a levou de volta à escola para se aprofundar em cosmética e botânica, refletindo o seu compromisso em agir em prol do planeta.
O seu papel como educadora é destacado nas suas visitas às escolas, onde partilha não apenas histórias, mas também lições práticas sobre sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Assim, Liliana Geraldes não é apenas uma autora talentosa, mas uma força motriz de inspiração e mudança, tanto nas páginas dos seus livros quanto na vida real.
Como a música influenciou a sua escrita? Sabemos que é professora de música. Como é que essa paixão pela música se reflete nas suas histórias?
Apesar da minha formação como professora de música, a verdade é que a música não teve uma influência direta na minha escrita. Mas a escrita teve influência direta enquanto compositora de canções infantis. Em 2014 tive a oportunidade de escrever e realizar um musical infantil, onde a temática era a sustentabilidade, a amizade e a inclusão. Temas que faço questão de trabalhar com os meus alunos.
Quando e como a escrita se tornou importante na sua vida? Houve algum momento específico que a inspirou a começar a escrever?
Desde a minha infância, a escrita tem sido uma parte intrínseca da minha vida. Iniciei-me na escrita por volta dos 7, 8 anos, principalmente através de poesia, influenciada pela minha avó paterna, uma avida leitora e uma grande contadora de histórias. Aos 9 anos, ganhei um concurso de poesia com o tema “liberdade”, marcando o início de uma jornada que se tornaria crucial na expressão dos meus pensamentos e sentimentos.
Quando a ecologia entrou na sua vida e porquê? O que a motivou a tornar-se uma ativista contra o uso excessivo de plásticos?
A ecologia entrou na minha vida após a maternidade, quando percebi que a minha filha, Clara, não teria o privilégio de crescer num ambiente tão verde quanto o meu na infância. Criada numa aldeia encantadora no Minho, tive um contacto constante com a natureza, animais e o ecossistema.
No entanto, as preocupações ambientais intensificaram-se durante uma viagem a Bali, onde testemunhei o impacto avassalador do plástico nas praias. Essa experiência alterou irrevogavelmente a minha perspetiva e impulsionou-me a tornar-me ativista em 2017, através do meu blog a mamã sabe poupar.
Como foi explicar às crianças uma realidade tão alarmante como a existência da Ilha de Plástico no Pacífico? Como abordou esse tema complexo de forma acessível e sensível no seu livro “Clara e a Ilha do Plástico”?
A explicação da alarmante realidade da Ilha de Plástico às crianças foi uma tarefa delicada. Optei por uma abordagem sensível, utilizando a protagonista Clara como uma voz que desperta empatia. O livro “Clara e a Ilha do Plástico” tornou-se um manual de educação ambiental, mostrando como pequenos gestos podem ter um grande impacto e incentivando a reflexão sobre práticas sustentáveis.
Qual mensagem pretende transmitir através do seu livro? Como espera que as crianças e os leitores em geral se sintam após lerem a história de Clara?
A mensagem fundamental do livro é que pequenos gestos fazem a diferença. Ao mostrar como práticas sustentáveis podem ser alcançadas com ações simples, pretendo inspirar os leitores a perceberem que todos têm o poder de contribuir para um ambiente mais sustentável. Quero que as crianças e os leitores sintam-se capacitados a fazer mudanças positivas.
“Mares de Inspiração” é o concurso literário do Club LiteraturArte. Como vê a literatura como uma forma de sensibilizar para a preservação dos oceanos?
A literatura, através de iniciativas como “Mares de Inspiração”, desempenha um papel vital na sensibilização. Ao contar histórias que destacam os desafios enfrentados pelos oceanos, a escrita cria uma ligação emocional, inspirando ações que contribuem para a preservação marinha.
Como a literatura pode ajudar a salvar os oceanos? Quais são os superpoderes da escrita quando se trata de proteger o nosso planeta?
Os superpoderes da escrita na preservação dos oceanos residem na capacidade de influenciar perspetivas e comportamentos. Ao destacar a beleza e fragilidade dos oceanos, a literatura motiva os leitores a adotarem práticas mais sustentáveis, gerando um impacto positivo na proteção do nosso planeta.
Que conselhos daria a jovens leitores que queiram ser escritores e, ao mesmo tempo, proteger o planeta? Como podem usar a sua criatividade para fazer a diferença?
Aos jovens escritores, diria para abraçarem a autenticidade. Utilizem a criatividade como uma ferramenta para amplificar questões ambientais. Ao incorporar mensagens positivas e soluções sustentáveis nas vossas histórias, podem inspirar outros a agir em prol do planeta.
Qual é o próximo projeto literário que está a planear? Podemos esperar mais histórias inspiradoras relacionadas com o ambiente?
Atualmente, estou a trabalhar num projeto dedicado à cosmética e plantas medicinais. Durante a pandemia criei uma empresa de cosmética solida, chamada CALENDULINA. Para mim não basta passar a mensagem é preciso agir. Na verdade, nunca pensei que seria este um dos grandes projetos da minha vida. Em 2019 voltei a estudar, mas desta vez no Instituto Europeu de Dermocosmetica (Barcelona) e em 2021 fiz uma Pós Graduação em Fitoterapia e Botânica (Barcelona). Posso dizer que sou muito feliz com este projeto, foi uma longa caminhada, desde voltar a estudar e ter de aprender tudo sobre certificação de cosmética. No entanto, continuo a fazer workshops em escolas (sensibilização ambiental), workshops de cosmética e a dar aulas de música.
Como podemos todos contribuir para a preservação dos oceanos? Quais são as pequenas ações que fazem a diferença?
Pequenas ações coletivas, como reduzir o uso de plásticos descartáveis e participar em iniciativas de limpeza costeira, têm um impacto significativo. A educação ambiental é crucial, capacitando comunidades para agirem em conjunto na preservação dos oceanos.
Liliana Geraldes, uma autora multifacetada e defensora apaixonada do meio ambiente, revela numa entrevista exclusiva como a sua jornada pessoal influenciou a sua escrita e ativismo. Para Geraldes, a inspiração para o seu último livro, “Clara e a Ilha do Plástico”, surgiu após uma viagem marcante a Bali, onde testemunhou o impacto devastador do plástico nas praias. Além da sua incursão literária, Geraldes está envolvida num novo projeto eco-responsável que a levou de volta à escola para se aprofundar em cosmética e botânica, refletindo o seu compromisso em agir em prol do planeta.
O seu papel como educadora é destacado nas suas visitas às escolas, onde partilha não apenas histórias, mas também lições práticas sobre sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Assim, Liliana Geraldes não é apenas uma autora talentosa, mas uma força motriz de inspiração e mudança, tanto nas páginas dos seus livros quanto na vida real.
Como a música influenciou a sua escrita? Sabemos que é professora de música. Como é que essa paixão pela música se reflete nas suas histórias?
Apesar da minha formação como professora de música, a verdade é que a música não teve uma influência direta na minha escrita. Mas a escrita teve influência direta enquanto compositora de canções infantis. Em 2014 tive a oportunidade de escrever e realizar um musical infantil, onde a temática era a sustentabilidade, a amizade e a inclusão. Temas que faço questão de trabalhar com os meus alunos.
Quando e como a escrita se tornou importante na sua vida? Houve algum momento específico que a inspirou a começar a escrever?
Desde a minha infância, a escrita tem sido uma parte intrínseca da minha vida. Iniciei-me na escrita por volta dos 7, 8 anos, principalmente através de poesia, influenciada pela minha avó paterna, uma avida leitora e uma grande contadora de histórias. Aos 9 anos, ganhei um concurso de poesia com o tema “liberdade”, marcando o início de uma jornada que se tornaria crucial na expressão dos meus pensamentos e sentimentos.
Quando a ecologia entrou na sua vida e porquê? O que a motivou a tornar-se uma ativista contra o uso excessivo de plásticos?
A ecologia entrou na minha vida após a maternidade, quando percebi que a minha filha, Clara, não teria o privilégio de crescer num ambiente tão verde quanto o meu na infância. Criada numa aldeia encantadora no Minho, tive um contacto constante com a natureza, animais e o ecossistema.
No entanto, as preocupações ambientais intensificaram-se durante uma viagem a Bali, onde testemunhei o impacto avassalador do plástico nas praias. Essa experiência alterou irrevogavelmente a minha perspetiva e impulsionou-me a tornar-me ativista em 2017, através do meu blog a mamã sabe poupar.
Como foi explicar às crianças uma realidade tão alarmante como a existência da Ilha de Plástico no Pacífico? Como abordou esse tema complexo de forma acessível e sensível no seu livro “Clara e a Ilha do Plástico”?
A explicação da alarmante realidade da Ilha de Plástico às crianças foi uma tarefa delicada. Optei por uma abordagem sensível, utilizando a protagonista Clara como uma voz que desperta empatia. O livro “Clara e a Ilha do Plástico” tornou-se um manual de educação ambiental, mostrando como pequenos gestos podem ter um grande impacto e incentivando a reflexão sobre práticas sustentáveis.
Qual mensagem pretende transmitir através do seu livro? Como espera que as crianças e os leitores em geral se sintam após lerem a história de Clara?
A mensagem fundamental do livro é que pequenos gestos fazem a diferença. Ao mostrar como práticas sustentáveis podem ser alcançadas com ações simples, pretendo inspirar os leitores a perceberem que todos têm o poder de contribuir para um ambiente mais sustentável. Quero que as crianças e os leitores sintam-se capacitados a fazer mudanças positivas.
“Mares de Inspiração” é o concurso literário do Club LiteraturArte. Como vê a literatura como uma forma de sensibilizar para a preservação dos oceanos?
A literatura, através de iniciativas como “Mares de Inspiração”, desempenha um papel vital na sensibilização. Ao contar histórias que destacam os desafios enfrentados pelos oceanos, a escrita cria uma ligação emocional, inspirando ações que contribuem para a preservação marinha.
Como a literatura pode ajudar a salvar os oceanos? Quais são os superpoderes da escrita quando se trata de proteger o nosso planeta?
Os superpoderes da escrita na preservação dos oceanos residem na capacidade de influenciar perspetivas e comportamentos. Ao destacar a beleza e fragilidade dos oceanos, a literatura motiva os leitores a adotarem práticas mais sustentáveis, gerando um impacto positivo na proteção do nosso planeta.
Que conselhos daria a jovens leitores que queiram ser escritores e, ao mesmo tempo, proteger o planeta? Como podem usar a sua criatividade para fazer a diferença?
Aos jovens escritores, diria para abraçarem a autenticidade. Utilizem a criatividade como uma ferramenta para amplificar questões ambientais. Ao incorporar mensagens positivas e soluções sustentáveis nas vossas histórias, podem inspirar outros a agir em prol do planeta.
Qual é o próximo projeto literário que está a planear? Podemos esperar mais histórias inspiradoras relacionadas com o ambiente?
Atualmente, estou a trabalhar num projeto dedicado à cosmética e plantas medicinais. Durante a pandemia criei uma empresa de cosmética solida, chamada CALENDULINA. Para mim não basta passar a mensagem é preciso agir. Na verdade, nunca pensei que seria este um dos grandes projetos da minha vida. Em 2019 voltei a estudar, mas desta vez no Instituto Europeu de Dermocosmetica (Barcelona) e em 2021 fiz uma Pós Graduação em Fitoterapia e Botânica (Barcelona). Posso dizer que sou muito feliz com este projeto, foi uma longa caminhada, desde voltar a estudar e ter de aprender tudo sobre certificação de cosmética. No entanto, continuo a fazer workshops em escolas (sensibilização ambiental), workshops de cosmética e a dar aulas de música.
Como podemos todos contribuir para a preservação dos oceanos? Quais são as pequenas ações que fazem a diferença?
Pequenas ações coletivas, como reduzir o uso de plásticos descartáveis e participar em iniciativas de limpeza costeira, têm um impacto significativo. A educação ambiental é crucial, capacitando comunidades para agirem em conjunto na preservação dos oceanos.

Livraria “A Escolha É Minha” Oferece Portes Grátis em Compras Superiores a 25€
A livraria online “A Escolha É Minha”, parte do grupo Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda., anuncia uma promoção especial para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão direito a portes grátis, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura em todo o território nacional. Com um vasto catálogo de livros, “A Escolha É Minha” convida os leitores a aproveitarem esta oportunidade para adquirirem as suas obras favoritas sem custos adicionais de envio. A promoção é válida a partir de 2025 e abrange todos os títulos disponíveis na loja online.
A livraria online “A Escolha É Minha”, parte do grupo Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda., anuncia uma promoção especial para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ terão direito a portes grátis, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas.
Esta iniciativa, desenvolvida pela Make It Digital, visa facilitar o acesso à leitura em todo o território nacional. Com um vasto catálogo de livros, “A Escolha É Minha” convida os leitores a aproveitarem esta oportunidade para adquirirem as suas obras favoritas sem custos adicionais de envio. A promoção é válida a partir de 2025 e abrange todos os títulos disponíveis na loja online.

Livro Infantil “O Que Nos Torna Humanos” Celebra a Diversidade Linguística e Alerta para a Extinção de Línguas
Publicado em mais de 40 países e coeditado pela UNESCO, o livro infantil “O Que Nos Torna Humanos”, do linguista brasileiro Victor D.O. Santos e da ilustradora italiana Anna Forlati, é um sucesso internacional. A obra, aclamada pela crítica e nomeada para vários prémios, aborda a importância da diversidade linguística e lança um alerta sobre os riscos da extinção de línguas, coincidindo com a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032).
Victor D.O. Santos revela que a paixão pela literatura infantil e a experiência da paternidade o motivaram a escrever para crianças. O autor destaca a relevância da colaboração com ilustradores neste tipo de obra, onde a imagem desempenha um papel fundamental. “O Que Nos Torna Humanos” propõe um enigma que se desdobra ao longo das páginas, culminando numa mensagem poderosa: a perda de uma língua representa a perda de um universo inteiro.
Publicado em mais de 40 países e coeditado pela UNESCO, o livro infantil “O Que Nos Torna Humanos”, do linguista brasileiro Victor D.O. Santos e da ilustradora italiana Anna Forlati, é um sucesso internacional. A obra, aclamada pela crítica e nomeada para vários prémios, aborda a importância da diversidade linguística e lança um alerta sobre os riscos da extinção de línguas, coincidindo com a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032).
Victor D.O. Santos revela que a paixão pela literatura infantil e a experiência da paternidade o motivaram a escrever para crianças. O autor destaca a relevância da colaboração com ilustradores neste tipo de obra, onde a imagem desempenha um papel fundamental. “O Que Nos Torna Humanos” propõe um enigma que se desdobra ao longo das páginas, culminando numa mensagem poderosa: a perda de uma língua representa a perda de um universo inteiro.

Livro Infantil “O Que Nos Torna Humanos” Celebra a Diversidade Linguística e Alerta para a Extinção de Línguas
Publicado em mais de 40 países e coeditado pela UNESCO, o livro infantil “O Que Nos Torna Humanos”, do linguista brasileiro Victor D.O. Santos e da ilustradora italiana Anna Forlati, é um sucesso internacional. A obra, aclamada pela crítica e nomeada para vários prémios, aborda a importância da diversidade linguística e lança um alerta sobre os riscos da extinção de línguas, coincidindo com a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032).
Victor D.O. Santos revela que a paixão pela literatura infantil e a experiência da paternidade o motivaram a escrever para crianças. O autor destaca a relevância da colaboração com ilustradores neste tipo de obra, onde a imagem desempenha um papel fundamental. “O Que Nos Torna Humanos” propõe um enigma que se desdobra ao longo das páginas, culminando numa mensagem poderosa: a perda de uma língua representa a perda de um universo inteiro.
Publicado em mais de 40 países e coeditado pela UNESCO, o livro infantil “O Que Nos Torna Humanos”, do linguista brasileiro Victor D.O. Santos e da ilustradora italiana Anna Forlati, é um sucesso internacional. A obra, aclamada pela crítica e nomeada para vários prémios, aborda a importância da diversidade linguística e lança um alerta sobre os riscos da extinção de línguas, coincidindo com a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032).
Victor D.O. Santos revela que a paixão pela literatura infantil e a experiência da paternidade o motivaram a escrever para crianças. O autor destaca a relevância da colaboração com ilustradores neste tipo de obra, onde a imagem desempenha um papel fundamental. “O Que Nos Torna Humanos” propõe um enigma que se desdobra ao longo das páginas, culminando numa mensagem poderosa: a perda de uma língua representa a perda de um universo inteiro.

Livros com Portes Grátis Acima de 25€ na Penguin Random House
A Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal Lda. anunciou que, a partir de agora, todas as compras online superiores a 25€ terão portes grátis para Portugal Continental e Ilhas. A medida visa facilitar o acesso à leitura e promover a cultura em todo o território nacional.
Esta iniciativa junta-se a outras já implementadas pela editora, como a parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, e reforça o compromisso da Penguin Random House com a democratização do acesso ao livro. A editora convida todos os leitores a aproveitar esta oportunidade para adquirir as suas obras favoritas sem custos adicionais de envio.
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Livros com Portes Grátis Acima de 25€ na Penguin Random House
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Livros com Portes Grátis na Companhia das Letras Acima de 25€ em Compras
A Companhia das Letras, chancela do grupo editorial Penguin Random House, anuncia uma promoção especial para os seus clientes em Portugal. A partir de agora, todas as compras superiores a 25€ beneficiam de portes de envio gratuitos, tanto para Portugal Continental como para as Ilhas.
Esta iniciativa, válida a partir de 2025, visa facilitar o acesso à cultura e à leitura a todos os portugueses, independentemente da sua localização. A oferta é válida para todos os livros disponíveis no catálogo da Companhia das Letras, que abrange uma ampla variedade de géneros literários, desde a ficção à não-ficção, passando pela poesia e pelo ensaio. A promoção é aplicada automaticamente no carrinho de compras online, desenvolvido pela Make It Digital, bastando para tal atingir o valor mínimo de 25€.
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Esta iniciativa, válida a partir de 2025, visa facilitar o acesso à cultura e à leitura a todos os portugueses, independentemente da sua localização. A oferta é válida para todos os livros disponíveis no catálogo da Companhia das Letras, que abrange uma ampla variedade de géneros literários, desde a ficção à não-ficção, passando pela poesia e pelo ensaio. A promoção é aplicada automaticamente no carrinho de compras online, desenvolvido pela Make It Digital, bastando para tal atingir o valor mínimo de 25€.

Livros com Portes Grátis na Penguin Random House Portugal
A Penguin Random House Grupo Editorial Portugal está a oferecer portes grátis para encomendas com destino a Portugal Continental e Ilhas, em compras de valor superior a 25€. Esta é uma excelente oportunidade para adquirir os seus livros favoritos sem custos adicionais de envio.
A oferta é válida para todas as compras realizadas através do website da Penguin Random House Portugal e não é necessário inserir nenhum código promocional para beneficiar da mesma. Aproveite esta oportunidade para renovar a sua biblioteca pessoal ou para presentear alguém especial com um bom livro.
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Livros Infantis para Todas as Idades: Leituras Encantadoras para o Natal
A magia do Natal desperta a criança que existe em cada um de nós. Por isso, a nossa seleção de leituras para dezembro é dedicada aos livros infantis que também encantam os adultos. São obras com ilustrações fascinantes e mensagens poderosas e emocionantes, que compramos para as crianças, mas que na verdade nos conquistam a nós também.
Entre as sugestões, encontramos histórias que nos levam a refletir sobre a magia dos avós e o segredo que os torna tão especiais. São livros perfeitos para ler em família, partilhando momentos de ternura e reflexão durante a época natalícia. Uma oportunidade para nos reconectarmos com a nossa criança interior e celebrarmos a magia da leitura.
A magia do Natal desperta a criança que existe em cada um de nós. Por isso, a nossa seleção de leituras para dezembro é dedicada aos livros infantis que também encantam os adultos. São obras com ilustrações fascinantes e mensagens poderosas e emocionantes, que compramos para as crianças, mas que na verdade nos conquistam a nós também.
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Livros para os mais novos: 10 sugestões para oferecer neste Natal
Está a chegar a época mais mágica do ano e, com ela, a procura pelos presentes perfeitos. Para os mais novos, nada melhor do que um bom livro, que os transporte para mundos fantásticos e estimule a imaginação. Aqui ficam 10 sugestões de livros para oferecer neste Natal, que vão encantar crianças de todas as idades.
Esta seleção inclui álbuns ilustrados, contos, histórias de magia e fantasia, narrativas de leitura compulsiva e até um compêndio de mitologia. São livros tão bons e bonitos que certamente vão ser partilhados por toda a família. Entre as sugestões, destaca-se a estreia de Susana Romana na literatura infantil, uma autora que promete conquistar os corações dos pequenos leitores.
Está a chegar a época mais mágica do ano e, com ela, a procura pelos presentes perfeitos. Para os mais novos, nada melhor do que um bom livro, que os transporte para mundos fantásticos e estimule a imaginação. Aqui ficam 10 sugestões de livros para oferecer neste Natal, que vão encantar crianças de todas as idades.
Esta seleção inclui álbuns ilustrados, contos, histórias de magia e fantasia, narrativas de leitura compulsiva e até um compêndio de mitologia. São livros tão bons e bonitos que certamente vão ser partilhados por toda a família. Entre as sugestões, destaca-se a estreia de Susana Romana na literatura infantil, uma autora que promete conquistar os corações dos pequenos leitores.

Magia Chega a Portugal com Novas Histórias Encantadoras: BABIDI-BÚ
Como descrevem a vossa entrada no mercado português e que “toque de magia” esperam trazer para as crianças em Portugal?
A nossa entrada no mercado português marca um momento estratégico e emocionante de expansão, seguindo o sucesso em Itália e nos países latino-americanos. Encaramos Portugal não apenas como um novo mercado, mas como uma extensão da nossa família cultural, com a qual temos vários valores em comum. A nossa missão passa por trazer às crianças portuguesas livros que divirtam e educam, abordando temas relevantes com um toque de magia.
Para assegurar uma boa integração, integramos na equipa da ®BABIDI-BÚ Portugal a Patrícia, uma profissional nativa no idioma e com um profundo conhecimento cultural que facilitará a conexão entre autores, leitores e a nossa editora.
Estamos entusiasmadas por partilhar a nossa paixão por histórias que inspiram e guiam a aprendizagem das crianças em Portugal, como marca a nossa presença noutros países.
Com a entrada em Portugal, quais os desafios que antecipam e como estão preparados para superá-los?
Estamos preparadas para enfrentar vários desafios, cientes de que cada novo mercado traz as suas particularidades e exigências.
Destacar-nos-emos através da nossa oferta única de livros que não só entretêm, mas também educam e fomentam valores éticos e sociais, algo que tem sido a chave do nosso sucesso em outros países.
Sabemos da importância de uma distribuição eficiente para garantir que nossos livros chegam às mãos das crianças em todo o país, e, para tal, estamos a trabalhar ativamente para estabelecer parcerias com livrarias locais, escolas e bibliotecas, além de explorar canais digitais para facilitar o acesso ao nosso catálogo.
Um dos nossos principais objetivos ao entrar no mercado português é promover uma literatura que reflita a diversidade e inclusão, trazendo histórias que todas as crianças possam se ver representadas e aprender com as diferenças. Queremos colaborar com autores portugueses que partilham dessa visão, para enriquecer o nosso catálogo com obras que abordam temas variados.
Estamos confiantes de que, com uma estratégia bem planeada e a paixão que nos move, seremos capazes de superar esses desafios e fazer da nossa entrada no mercado português um sucesso, contribuindo para o enriquecimento cultural e educacional das crianças em Portugal.
Como acreditam que as vossas 19 coleções contribuirão para promover o prazer da leitura entre os pequenos leitores portugueses?
Acreditamos que cada coleção tem uma identidade única e propósito educativo, por várias razões, nomeadamente: pela diversidade – uma vez que oferecemos uma ampla gama de temas, garantindo que cada criança encontra algo com que se identifica e reflita o mundo multifacetado em que vivemos –, pela segmentação por idades – de modo que os nossos livros possam acompanhar todo o crescimento dos pequenos, abrindo caminhos para novas aprendizagens em cada fase do desenvolvimento infantil. – e, para além de narrativas envolventes, muitos dos nossos livros incluem atividades que incentivam a interação e a aprendizagem ativa, ajudando a implementar o hábito da leitura de forma lúdica e dinâmica. Para além disto, estamos bastante entusiasmadas porque acabámos de inaugurar uma nova coleção: “Às Dentadas”, focada em hábitos de consumo saudáveis e os benefícios de uma vida ativa. Esta coleção será mais um recurso para educar e inspirar os pequenos leitores sobre a importância de escolhas saudáveis de forma divertida e acessível.
Através da magia da leitura, esperamos não só entreter, mas também incutir valores positivos, promover o desenvolvimento pessoal e contribuir para uma sociedade mais consciente.
O vosso apoio a novos autores é notável. Como descreveriam esse compromisso e o que procuram nos textos que recebem?
Na BABIDI-BÚ reconhecemos que cada autor tem uma história única para contar, repleta de potencial para encantar e educar os jovens leitores. Por isso, dedicamo-nos a criar um ambiente acolhedor para que novos talentos possam florescer, oferecendo um acompanhamento personalizado que se ajusta às necessidades individuais de cada escritor.
Na seleção de textos, procuramos obras que transcendam a simples diversão. Valorizamos histórias que, além de entreter, sirvam como ferramentas educativas para os pequenos leitores, abordando temas que estimulem a reflexão, a aprendizagem e o crescimento pessoal. Estamos em busca de narrativas que inspirem, que desafiem os jovens a pensar e que, ao mesmo tempo, contribuam para a formação de leitores críticos e conscientes.
A aposta em livros com capa dura é evidente. Pode partilhar como esta escolha impacta a perceção das obras e como a vossa audiência de 40.000 seguidores ajuda a difundir estas histórias?
Esta escolha visa oferecer produtos de alta qualidade que sejam não só duradouros, mas também visualmente atraentes para as crianças. Entendemos que um livro com capa dura é mais resistente e visualmente mais bonito, o que é essencial para o manuseio pelos mais pequenos, garantindo que as obras possam ser exploradas e apreciadas sem se deteriorarem facilmente.
Por outro lado, a nossa audiência de 40.000 seguidores nas redes sociais desempenha um papel fundamental na difusão dessas histórias. Muitos dos autores que chegam até nós, fazem-no por terem conhecido o nosso trabalho através destas plataformas e também através de experiências positivas que outros autores tiveram connosco. Somos ativos na publicação de conteúdos como recursos audiovisuais, Book Trailers, e sessões de narrativas de histórias, o que nos permite manter uma relação próxima com o nosso público.
Durante períodos desafiadores, como a pandemia da COVID-19, intensificamos os nossos esforços para manter essa conexão viva. Um exemplo disso foi a iniciativa de ter autores a ler as suas obras ao vivo todos os dias às 19h, o que nos permitiu difundir cultura e manter o vínculo com os leitores. Estas ações reforçam o valor que damos à comunidade que construímos e destacam o papel vital das redes sociais na promoção da literatura infantil e juvenil.
A oferta de material promocional personalizado é única. Quais são os elementos mais populares entre os autores e como a personalização contribui para a visibilidade das obras?
O material promocional personalizado é uma parte essencial da nossa estratégia para aumentar a visibilidade das obras dos nossos autores.
Contamos com material digital como eBooks, para além de marcadores de páginas, roll-ups (banners/posters em eventos ou apresentações) e também em formato de Book Trailers de cada obra. A personalização desses materiais promocionais contribui significativamente para a visibilidade das obras, criando uma conexão mais forte entre o livro, o autor e o leitor. Ao adaptar o material promocional às características de cada obra, conseguimos captar melhor o interesse do público-alvo, promovendo não só o livro em si mas também a marca pessoal do autor. Isso facilita a construção de uma base de fãs leais e aumenta as chances de sucesso comercial da obra.
Além disso, ao oferecer esses materiais em eventos e plataformas digitais, ampliamos o alcance das obras, tornando-as mais visíveis num mercado literário cada vez mais competitivo, garantindo que cada livro recebe a atenção que merece.
Como a BABIDI-BÚ procura apoiar organizações sem fins lucrativos em Portugal e como os autores se envolvem nesse processo?
A responsabilidade social é um pilar fundamental da nossa missão na BABIDI-BÚ, refletindo o nosso compromisso não apenas com a literatura, mas também para uma sociedade mais justa e solidária. Em Espanha, temos o orgulho de colaborar com várias organizações sem fins lucrativos, como a Associação Mariquiceli ou La Casa Azul Sevilla, que apoiam causas infantis.
Embora a nossa expansão para o mercado português ainda esteja na sua fase inicial, e ainda não tenhamos estabelecido parcerias específicas com organizações sem fins lucrativos em Portugal, este é definitivamente um dos nossos principais objetivos. Entendemos a importância de integrar a responsabilidade social na nossa estratégia editorial e comunitária à medida que crescemos e nos estabelecemos em novos mercados.
Além disso, estamos empenhadas em fomentar a colaboração entre os nossos autores e instituições, especialmente no que diz respeito ao lançamento de livros que possam beneficiar ambas as partes. Encorajamos os autores a envolverem-se ativamente nesse processo, identificando oportunidades para que suas obras possam apoiar causas importantes e contribuir positivamente para a sociedade.
Com um destaque nas temáticas de amor pela natureza, respeito pelo meio ambiente, diversidade e inclusão social, como escolhem os temas que serão abordados nos vossos livros?
Uma combinação de abertura à criatividade dos autores e alinhamento com a nossa visão editorial. Em vez de definir temas específicos a priori, estamos abertos a explorar distintos tópicos apresentados pelos autores. Uma vez que recebemos os manuscritos, o nosso foco está em avaliar se o conteúdo se encaixa dentro de uma das nossas coleções existentes e se está em harmonia com os valores que promovemos.
Como acreditam que a mensagem de “de pequenos leitores a grandes pessoas” é transmitida através das vossas histórias?
Na BABIDI-BÚ, entendemos o papel fundamental que a literatura desempenha no desenvolvimento inicial das crianças, atuando como um pilar essencial na formação de valores e caráter desde uma idade muito tenra. O nosso leque de coleções é meticulosamente projetado para cobrir um espectro amplo de idades, sendo que as nossas coleções se dividem por cada segmento etário, como a Coleção PiquiPiqui dos 0 aos 3 anos ou Coleção A Casita Esdrúxula, que cobra dos 4 aos 6, chegando a coleções com novelas juvenis para adolescentes, como o caso de Suricatos ou Gingko Bilboa… Isso permite-nos começar a educar sobre valores importantes através de uma variedade de temáticas, desde os primeiros anos de vida das crianças.
Assim, acreditamos que nutrir o amor pela leitura e promover a reflexão sobre temas significativos desde cedo contribui significativamente para a formação de grandes pessoas. É assim que, através das nossas histórias, a mensagem “de pequenos leitores a grandes pessoas” é vivamente transmitida, refletindo o nosso compromisso em fazer da literatura infantil um veículo para o desenvolvimento positivo da próxima geração.
Com uma equipa com alma de mulher, como a sensibilidade feminina influencia a criação destes sonhos em papel e quais são os principais valores que orientam a vossa editora infantil e juvenil?
Na nossa editora, acreditamos firmemente que ter uma equipa cuja alma ressoa com a sensibilidade feminina traz uma profundidade e empatia únicas ao nosso processo criativo.
A influência da sensibilidade feminina nas nossas publicações manifesta-se em várias dimensões. Em primeiro lugar, permite-nos abordar os temas com uma delicadeza e uma compreensão profunda, o que é essencial quando se trata de literatura para crianças e jovens adultos. Esta sensibilidade leva-nos a tratar questões complexas de forma acessível e respeitosa, permitindo que as crianças e os jovens as compreendam e reflitam sobre elas.
Além disso, a visão e a perspetiva única que uma sensibilidade feminina traz enriquecem a nossa narrativa, tornando-a mais inclusiva e representativa de diversas experiências e vozes. Esforçamo-nos por apresentar personagens femininas fortes e multidimensionais que sirvam de modelo e reflitam a diversidade de papéis que as mulheres ocupam na sociedade.
Como descrevem a vossa entrada no mercado português e que “toque de magia” esperam trazer para as crianças em Portugal?
A nossa entrada no mercado português marca um momento estratégico e emocionante de expansão, seguindo o sucesso em Itália e nos países latino-americanos. Encaramos Portugal não apenas como um novo mercado, mas como uma extensão da nossa família cultural, com a qual temos vários valores em comum. A nossa missão passa por trazer às crianças portuguesas livros que divirtam e educam, abordando temas relevantes com um toque de magia.
Para assegurar uma boa integração, integramos na equipa da ®BABIDI-BÚ Portugal a Patrícia, uma profissional nativa no idioma e com um profundo conhecimento cultural que facilitará a conexão entre autores, leitores e a nossa editora.
Estamos entusiasmadas por partilhar a nossa paixão por histórias que inspiram e guiam a aprendizagem das crianças em Portugal, como marca a nossa presença noutros países.
Com a entrada em Portugal, quais os desafios que antecipam e como estão preparados para superá-los?
Estamos preparadas para enfrentar vários desafios, cientes de que cada novo mercado traz as suas particularidades e exigências.
Destacar-nos-emos através da nossa oferta única de livros que não só entretêm, mas também educam e fomentam valores éticos e sociais, algo que tem sido a chave do nosso sucesso em outros países.
Sabemos da importância de uma distribuição eficiente para garantir que nossos livros chegam às mãos das crianças em todo o país, e, para tal, estamos a trabalhar ativamente para estabelecer parcerias com livrarias locais, escolas e bibliotecas, além de explorar canais digitais para facilitar o acesso ao nosso catálogo.
Um dos nossos principais objetivos ao entrar no mercado português é promover uma literatura que reflita a diversidade e inclusão, trazendo histórias que todas as crianças possam se ver representadas e aprender com as diferenças. Queremos colaborar com autores portugueses que partilham dessa visão, para enriquecer o nosso catálogo com obras que abordam temas variados.
Estamos confiantes de que, com uma estratégia bem planeada e a paixão que nos move, seremos capazes de superar esses desafios e fazer da nossa entrada no mercado português um sucesso, contribuindo para o enriquecimento cultural e educacional das crianças em Portugal.
Como acreditam que as vossas 19 coleções contribuirão para promover o prazer da leitura entre os pequenos leitores portugueses?
Acreditamos que cada coleção tem uma identidade única e propósito educativo, por várias razões, nomeadamente: pela diversidade – uma vez que oferecemos uma ampla gama de temas, garantindo que cada criança encontra algo com que se identifica e reflita o mundo multifacetado em que vivemos –, pela segmentação por idades – de modo que os nossos livros possam acompanhar todo o crescimento dos pequenos, abrindo caminhos para novas aprendizagens em cada fase do desenvolvimento infantil. – e, para além de narrativas envolventes, muitos dos nossos livros incluem atividades que incentivam a interação e a aprendizagem ativa, ajudando a implementar o hábito da leitura de forma lúdica e dinâmica. Para além disto, estamos bastante entusiasmadas porque acabámos de inaugurar uma nova coleção: “Às Dentadas”, focada em hábitos de consumo saudáveis e os benefícios de uma vida ativa. Esta coleção será mais um recurso para educar e inspirar os pequenos leitores sobre a importância de escolhas saudáveis de forma divertida e acessível.
Através da magia da leitura, esperamos não só entreter, mas também incutir valores positivos, promover o desenvolvimento pessoal e contribuir para uma sociedade mais consciente.
O vosso apoio a novos autores é notável. Como descreveriam esse compromisso e o que procuram nos textos que recebem?
Na BABIDI-BÚ reconhecemos que cada autor tem uma história única para contar, repleta de potencial para encantar e educar os jovens leitores. Por isso, dedicamo-nos a criar um ambiente acolhedor para que novos talentos possam florescer, oferecendo um acompanhamento personalizado que se ajusta às necessidades individuais de cada escritor.
Na seleção de textos, procuramos obras que transcendam a simples diversão. Valorizamos histórias que, além de entreter, sirvam como ferramentas educativas para os pequenos leitores, abordando temas que estimulem a reflexão, a aprendizagem e o crescimento pessoal. Estamos em busca de narrativas que inspirem, que desafiem os jovens a pensar e que, ao mesmo tempo, contribuam para a formação de leitores críticos e conscientes.
A aposta em livros com capa dura é evidente. Pode partilhar como esta escolha impacta a perceção das obras e como a vossa audiência de 40.000 seguidores ajuda a difundir estas histórias?
Esta escolha visa oferecer produtos de alta qualidade que sejam não só duradouros, mas também visualmente atraentes para as crianças. Entendemos que um livro com capa dura é mais resistente e visualmente mais bonito, o que é essencial para o manuseio pelos mais pequenos, garantindo que as obras possam ser exploradas e apreciadas sem se deteriorarem facilmente.
Por outro lado, a nossa audiência de 40.000 seguidores nas redes sociais desempenha um papel fundamental na difusão dessas histórias. Muitos dos autores que chegam até nós, fazem-no por terem conhecido o nosso trabalho através destas plataformas e também através de experiências positivas que outros autores tiveram connosco. Somos ativos na publicação de conteúdos como recursos audiovisuais, Book Trailers, e sessões de narrativas de histórias, o que nos permite manter uma relação próxima com o nosso público.
Durante períodos desafiadores, como a pandemia da COVID-19, intensificamos os nossos esforços para manter essa conexão viva. Um exemplo disso foi a iniciativa de ter autores a ler as suas obras ao vivo todos os dias às 19h, o que nos permitiu difundir cultura e manter o vínculo com os leitores. Estas ações reforçam o valor que damos à comunidade que construímos e destacam o papel vital das redes sociais na promoção da literatura infantil e juvenil.
A oferta de material promocional personalizado é única. Quais são os elementos mais populares entre os autores e como a personalização contribui para a visibilidade das obras?
O material promocional personalizado é uma parte essencial da nossa estratégia para aumentar a visibilidade das obras dos nossos autores.
Contamos com material digital como eBooks, para além de marcadores de páginas, roll-ups (banners/posters em eventos ou apresentações) e também em formato de Book Trailers de cada obra. A personalização desses materiais promocionais contribui significativamente para a visibilidade das obras, criando uma conexão mais forte entre o livro, o autor e o leitor. Ao adaptar o material promocional às características de cada obra, conseguimos captar melhor o interesse do público-alvo, promovendo não só o livro em si mas também a marca pessoal do autor. Isso facilita a construção de uma base de fãs leais e aumenta as chances de sucesso comercial da obra.
Além disso, ao oferecer esses materiais em eventos e plataformas digitais, ampliamos o alcance das obras, tornando-as mais visíveis num mercado literário cada vez mais competitivo, garantindo que cada livro recebe a atenção que merece.
Como a BABIDI-BÚ procura apoiar organizações sem fins lucrativos em Portugal e como os autores se envolvem nesse processo?
A responsabilidade social é um pilar fundamental da nossa missão na BABIDI-BÚ, refletindo o nosso compromisso não apenas com a literatura, mas também para uma sociedade mais justa e solidária. Em Espanha, temos o orgulho de colaborar com várias organizações sem fins lucrativos, como a Associação Mariquiceli ou La Casa Azul Sevilla, que apoiam causas infantis.
Embora a nossa expansão para o mercado português ainda esteja na sua fase inicial, e ainda não tenhamos estabelecido parcerias específicas com organizações sem fins lucrativos em Portugal, este é definitivamente um dos nossos principais objetivos. Entendemos a importância de integrar a responsabilidade social na nossa estratégia editorial e comunitária à medida que crescemos e nos estabelecemos em novos mercados.
Além disso, estamos empenhadas em fomentar a colaboração entre os nossos autores e instituições, especialmente no que diz respeito ao lançamento de livros que possam beneficiar ambas as partes. Encorajamos os autores a envolverem-se ativamente nesse processo, identificando oportunidades para que suas obras possam apoiar causas importantes e contribuir positivamente para a sociedade.
Com um destaque nas temáticas de amor pela natureza, respeito pelo meio ambiente, diversidade e inclusão social, como escolhem os temas que serão abordados nos vossos livros?
Uma combinação de abertura à criatividade dos autores e alinhamento com a nossa visão editorial. Em vez de definir temas específicos a priori, estamos abertos a explorar distintos tópicos apresentados pelos autores. Uma vez que recebemos os manuscritos, o nosso foco está em avaliar se o conteúdo se encaixa dentro de uma das nossas coleções existentes e se está em harmonia com os valores que promovemos.
Como acreditam que a mensagem de “de pequenos leitores a grandes pessoas” é transmitida através das vossas histórias?
Na BABIDI-BÚ, entendemos o papel fundamental que a literatura desempenha no desenvolvimento inicial das crianças, atuando como um pilar essencial na formação de valores e caráter desde uma idade muito tenra. O nosso leque de coleções é meticulosamente projetado para cobrir um espectro amplo de idades, sendo que as nossas coleções se dividem por cada segmento etário, como a Coleção PiquiPiqui dos 0 aos 3 anos ou Coleção A Casita Esdrúxula, que cobra dos 4 aos 6, chegando a coleções com novelas juvenis para adolescentes, como o caso de Suricatos ou Gingko Bilboa… Isso permite-nos começar a educar sobre valores importantes através de uma variedade de temáticas, desde os primeiros anos de vida das crianças.
Assim, acreditamos que nutrir o amor pela leitura e promover a reflexão sobre temas significativos desde cedo contribui significativamente para a formação de grandes pessoas. É assim que, através das nossas histórias, a mensagem “de pequenos leitores a grandes pessoas” é vivamente transmitida, refletindo o nosso compromisso em fazer da literatura infantil um veículo para o desenvolvimento positivo da próxima geração.
Com uma equipa com alma de mulher, como a sensibilidade feminina influencia a criação destes sonhos em papel e quais são os principais valores que orientam a vossa editora infantil e juvenil?
Na nossa editora, acreditamos firmemente que ter uma equipa cuja alma ressoa com a sensibilidade feminina traz uma profundidade e empatia únicas ao nosso processo criativo.
A influência da sensibilidade feminina nas nossas publicações manifesta-se em várias dimensões. Em primeiro lugar, permite-nos abordar os temas com uma delicadeza e uma compreensão profunda, o que é essencial quando se trata de literatura para crianças e jovens adultos. Esta sensibilidade leva-nos a tratar questões complexas de forma acessível e respeitosa, permitindo que as crianças e os jovens as compreendam e reflitam sobre elas.
Além disso, a visão e a perspetiva única que uma sensibilidade feminina traz enriquecem a nossa narrativa, tornando-a mais inclusiva e representativa de diversas experiências e vozes. Esforçamo-nos por apresentar personagens femininas fortes e multidimensionais que sirvam de modelo e reflitam a diversidade de papéis que as mulheres ocupam na sociedade.














